Ao todo, foram montados 30 pontos de coleta. Ideal é que agasalho seja doado limpo e em boas condições de conservação

Por G1 Foto: Reprodução/Divulgação - 26/06/2017 - 09:03:05

Organizada pelo governo do Distrito Federal, a Campanha do Agasalho de 2017 recebe doações até 1º de julho, com 30 pontos de coleta distribuídos nas regiões administrativas. As roupas vão beneficiar pessoas cadastradas no Portal do Voluntariado e nos Centros de Convivência de Idosos.


O ideal é que os agasalhos sejam doados limpos, em bom estado de conservação. Também é pedido que sejam entregues em sacolas ou sacos plásticos para garantir a integridade da peça e facilitar o transporte.


Ao fim da campanha, os clubes de automóveis Mopar, Monstrego e Rodders saem em carreata para recolher as doações nos pontos de coletas das lojas participantes Dular, Mundo dos Filtros, Mormaii, Inbox Conveniência.


As roupas serão levadas até a Mormaii da Orla Ponte JK, para marcar o encerramento da campanha. A entrega das doações para as instituições e Centros de Convivência de Idosos será feito pela Secretaria de Direitos Humanos. A iniciativa faz parte do programa Brasília Cidadã.


Pontos de coleta


Asa Sul
Mundo dos Filtros - 109 Sul
Dular - 203 Sul


Asa Norte
Mundo dos Filtros - 102 Norte, Shopping Bulervard, Extra Norte e Conjunto Nacional
Dular - 213 Norte, Mormaii Surf Bar, Brasília Shopping


Lago Sul
Mundo dos Filtros - Gilberto Salomão


Dular - Gilberto Salomão
Inbox Conveniência - Posto de Gasolina QI 21
Mormaii Surf Bar - Pontão do Lago Sul e Orla da Ponte JK


Águas Claras
Mundos dos Filtros - Shopping Quê, Walmart
Dular - Avenida Araucárias, Lote 1605


Guará
Mundo dos Filtros - Carrefour Sul


Sudoeste
Mundo dos Filtros - CLSW 103
Dular - CLSW 203


Taguatinga
Mundo dos filtros - CNB 1 Taguating Norte, Extra Pistão Sul, Alameda Shopping, Shopping JK
Dular - QNA 32 Lotes 03,04,05,06


SIA
Mundos dos Filtros - Trecho 3
Dular - Trecho 6


Ceilândia
Mundo dos filtros - Extra QNM 11

 

Gama
Mundo dos filtros - Setor Central


Núcleo Bandeirante
Mundo dos Filtros - Avenida Central


Sobradinho
Mundo dos Filtros - Atacadão Dia a Dia
 

Antônio Bezerra, assim como os outros pacientes, ganhou uma senha para imprimir os exames em outro lugar, já que impressoras estão sem cartuchos. Foto: Kléber Lima

A impressão de exames laboratoriais nos hospitais públicos do DF está comprometida por falta de cartucho. Há pelo menos uma semana, conforme denúncia de pacientes e servidores, o problema tem causado transtornos. Ontem, na unidade do Gama, por exemplo, a notícia pegou muita gente de surpresa. Segundo testemunhas, na última quarta-feira, o cenário foi o mesmo.

Entre os prejudicados está o publicitário Antônio Bezerra de Araújo, 41 anos, diagnosticado com hepatite B em 2014. Ele faz acompanhamento com um infectologista no Centro de Saúde Nº 5, no Gama. “Minha doença é crônica. Descobri em estágio avançado. Por isso, a cada seis meses, faço quase 20 tipos de exames de sangue diferentes para monitorar minha enfermidade”, explica.

Em meados de maio, o publicitário se submeteu a mais um checape no hospital do Gama. No entanto, 15 dias depois, descobriu que a instituição havia perdido os resultados por causa de uma pane no sistema. Antônio, então, teve que refazer a coleta, mas foi pego de surpresa mais uma vez. “Fui buscar meus exames e descobri que a unidade não tinha tinta para a impressão dos documentos”, lamenta.

Assim como os outros pacientes, ele ganhou uma senha para imprimir os exames em outro lugar. “Hoje (ontem), tive que tirar dinheiro do meu bolso para conseguir a papelada em uma lan house”.

Atraso e mais transtorno

Antônio Bezerra não esconde a indignação diante do problema. Devido a sua condição, o publicitário está afastado do trabalho há quase três anos e conseguiu, em dezembro passado, um benefício na Justiça com validade até o último dia 12 de junho. Porém, por causa do atraso na liberação dos exames, ele perdeu a ajuda de custo de um salário mínimo mensal. Essa era a sua única fonte de renda.

“Eu teria que ter marcado uma perícia até o dia 12 para garantir a renovação, mas perdi esse direito porque não estava com os exames em mãos. Depois disso, o INSS me informou que eu não posso mais pedir a prorrogação do benefício. Não sei como vou me manter e comprar remédios”.

Visivelmente abalado, Antônio lamenta necessitar da saúde pública do DF. “Me sinto impotente. É obrigação do governo garantir cartucho e não perder exames. Isso é o mínimo. O custo da tinta é uma miséria”. Ele lembra ainda que os telefones e a internet no Centro de Saúde Nº 5, no Gama também estão cortados.

A operadora de telemarketing Iuliana Nunes, 30 anos, também enfrentou dificuldades para conseguir os resultados de exames do filho no Centro de Saúde Nº 4, no Gama Leste. “Na quinta-feira eu estive lá e disseram que não adiantava eu procurar outros hospitais porque a falta de tinta era geral. Só consegui porque meu caso era de emergência e os funcionários compraram cartucho com o próprio dinheiro”, conclui.

VERSÃO OFICIAL

A Secretaria de Saúde informou que “reconhece o desabastecimento de tinta nas impressoras de alguns setores das unidades e esclarece que está em andamento uma licitação regular para a retomada do fornecimento”. O serviço deve ser restabelecido a partir da próxima semana.

Ainda de acordo com a pasta, os cortes nos serviços de telefonia começaram há cerca de oito meses. “Um contrato emergencial também já foi realizado”.

Sobre o caso do publicitário Antônio Bezerra de Araújo, a Saúde informa que os pacientes estão orientados a cadastrar uma senha para ter acesso aos laudos dos exames de onde estiverem. No caso dele, o cadastro é realizado no hospital de Santa Maria. “O paciente foi orientado a fazer o procedimento. Assim como ele, todo mundo que teve os exames prejudicados pela pane no sistema foram chamados imediatamente para realizar novos exames”, finaliza.

Manuela Rolim da Redação do Jornal de Brasilia - 20/06/2017

Criação de instituto que leva o nome da unidade foi aprovada na noite desta terça-feira (20) na Câmara Legislativa

Comprar medicamentos sem burocracia, contratar trabalhadores com menos amarras da legislação e ter autonomia financeira para fazer manutenção de equipamentos. Essas são algumas vantagens do novo modelo de gestão com a criação do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF), segundo proposta do governo de Brasília aprovada na noite desta terça-feira (20).

A novidade – enviada à Câmara Legislativa no Projeto de Lei nº 1.486, de 2017, de autoria do Executivo –  passou pelo crivo dos deputados distritais em dois turnos, com 13 votos e alterações de 11 emendas. O debate contou com a participação de grupos favoráveis e contrários ao tema na galeria da Casa.

O governador Rodrigo Rollemberg considerou “uma ótima notícia” a aprovação do projeto pelo Legislativo. “Nós teremos medicamentos mais rápidos, mais agilidade para consertar equipamentos, para repor mão de obra, enfim, para prestar um serviço de maior qualidade para a população de Brasília”, observou.

Segundo ele, o Distrito Federal deu um passo importante para melhorar a saúde pública no DF. “A vitória de hoje é a vitória da saúde, é a vitória da população de Brasília. Parabéns a todos que nos ajudaram a conquistar esse dia histórico para a saúde do DF”, enfatizou Rollemberg.

"A vitória é da população de Brasília. Parabéns a todos que nos ajudaram a conquistar esse dia histórico para a saúde do DF" Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

A intenção é tornar mais dinâmica a gestão do maior hospital da capital do País, conferindo autossuficiência aos administradores na reposição de insumos e mão de obra.

Para o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o futuro Instituto Hospital de Base do DF minimizará alguns problemas causados por amarras inerentes do serviço público.

A Câmara, a seu ver, viabilizou um instrumento de gestão eficiente para promover efetiva melhoria do setor. “Tenho certeza que o Executivo e a Secretaria de Saúde vão se empenhar ao máximo para dar à população o melhor uso possível para esse instituto”, previu.

Ele prometeu começar imediatamente os estudos e a produção da documentos para que, até o final do ano, seja assinado o contrato de gestão e, em janeiro de 2018, o instituto esteja funcionando com normas menos burocráticas.

“Teremos um Hospital de Base funcionando com mais atendimento, mais qualidade, mais abastecimento, mais manutenção. Eu tenho certeza que será um grande passo para uma gestão mais moderna e mais eficiente na saúde pública de Brasília”, disse o secretário.

Os recursos permanecerão sendo públicos, e o atendimento seguirá 100% do Sistema Único de Saúde (SUS).

O contrato de gestão do governo de Brasília com a entidade que administrará o Instituto Hospital de Base poderá ter vigência de até 20 anos, podendo ser renovado ou prorrogado. A Secretaria de Saúde estabelecerá metas quantitativas e qualitativas, bem como prazos para execução delas.

Fiscalização do Tribunal de Contas do DF

Os mecanismos de controle dos repasses públicos serão supervisionados pela pasta e fiscalizados pelo Tribunal de Contas do DF.

Além disso, o próprio instituto terá um Conselho Fiscal. O Conselho de Saúde também fará o controle social do contrato de gestão, recomendando a adoção de medidas para corrigir falhas e irregularidades caso sejam identificadas no atendimento à população.

Os servidores lotados atualmente no Hospital de Base poderão permanecer nas funções. Eles não perderão benefícios, mas serão submetidos à mesma análise de desempenho aplicada aos demais empregados do instituto regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Por meio de emenda ao projeto, foi definido ainda que, na primeira admissão de funcionários, o instituto preencha parte das vagas celetistas com aprovados em concurso vigente da pasta. Isso sem prejuízo para uma possível convocação do aprovado para o cargo público.

Os recursos (do Instituto Hospital de Base) permanecerão sendo públicos, e o atendimento seguirá 100% do Sistema Único de Saúde (SUS)

Proposta inspirada na Rede Sarah

A proposta do governo para modernizar a gestão do Hospital de Base é inspirada no modelo da Associação das Pioneiras Sociais, que administra a Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, que conta com financiamento público e atendimento gratuito.

O modelo autônomo tem permitido à Rede Sarah manter um grau elevado de excelência.

Como será estruturado o Instituto Hospital de Base do DF

A estrutura do instituto, conforme a proposta aprovada na Câmara Legislativa, vai contar com um conselho de administração, presidido pelo secretário de Saúde e composto por outros dez conselheiros. O mandato é de dois anos, prorrogável uma vez, e não há remuneração.

Sob o argumento de dar maior representatividade ao conselho, os distritais ampliaram o número inicialmente proposto.

Cinco dos conselheiros serão indicados pelo governador. Os outros cinco terão indicações distintas: um pelo Conselho Regional de Medicina, um pelo Conselho de Saúde, um por entidade da sociedade civil representativa dos pacientes do SUS, um pelos trabalhadores de nível superior da área de saúde do Instituto Hospital de Base e um pela Câmara Legislativa.

Ainda haverá uma diretoria executiva, composta por diretor-presidente, diretor-vice-presidente e até outros três diretores, eleitos para mandato de três anos pelo conselho de administração.

O estatuto será aprovado em até 60 dias após a publicação da lei. Noventa dias depois do registro em cartório, o conselho de administração deve aprovar o regimento interno da unidade.

Agência Brasília - 20/06/2017

Serviço atende a comunidade de Candangolândia, Park Way e Núcleo Bandeirante


Com o objetivo de resolver conflitos e consolidar uma cultura de paz, a Coordenadoria Administrativa do Núcleo Bandeirante, em parceria com o Centro Popular Vida e Juventude, criou o Núcleo de Práticas de Mediação de Conflitos. A iniciativa visa contribuir para a resolução de problemas sociais e para a diminuição de conflitos não judicializados. Os atendimentos, que contemplam a comunidade da Candangolândia, do Park Way e do Núcleo Bandeirante, já têm alcançado mais de 85% de acordos.

A proposta do projeto de mediação ocorreu devido às dificuldades enfrentadas pelas redes sociais das cidades e instituições parceiras para a tomada de providências em relação a conflitos constantes e repetitivos que, muitas vezes, geram violência e processos judiciais. Para o promotor de Justiça Diógenes Lourenço, a mediação de conflitos é muito importante porque “propicia aos interessados a construção de alternativas de soluções para as situações de estresse dialógico, bem como possibilita aos demais envolvidos no conflito interceder para a busca em grupo de propostas que possam acrescentar melhorias na convivência diária”.

Como funciona

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), junto a comunidade (rede social), seleciona os casos que não precisam ser judicializados e encaminha ao Núcleo de Mediação de Conflitos do Núcleo Bandeirante. Intrigas entre vizinhos, namorados, síndico e condôminos; brigas com ou sem agressão física; e conflitos na família, no trabalho ou no trânsito são exemplos de situações que podem ser resolvidas no Núcleo.

A metodologia utilizada pelos mediadores é de escuta das pessoas, sem dar conselhos ou indicar culpados. Além disso, são feitas perguntas que ajudam as partes a perceberem a sua parcela de responsabilidade no fato que ocasionou o conflito. As assistências são realizadas às sextas-feiras, sempre que há demanda, das 9h às 12h, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Núcleo Bandeirante.

No Núcleo, os mediadores, são todos voluntários. Para fazer parte do projeto, é necessário participar do curso de 16 horas, realizado duas vezes por ano, na Coordenadoria do Núcleo Bandeirante. O Núcleo funciona também como espaço de estágio e aperfeiçoamento da metodologia da mediação.

Antes da criação do Núcleo, o Centro Popular de Formação da Juventude ministrou três cursos sobre o assunto para membros e servidores do MPDFT, integrantes das redes sociais de Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Park Way e comunidade. As atividades tiveram o objetivo de ensinar a teoria e a prática do processo de mediação de conflitos.

MPDFT - 19/06/2017

Segundo especialista, é urgente que haja uma preocupação em envolver os cidadãos no processo de desenvolvimento de suas comunidades
Por Noticias ao Minuto Foto: Reprodução/Divulgação/Marcelo Camargo/Agência Brasil - 17/06/2017 - 17:02:08

A participação da sociedade é condição fundamental para o desenvolvimento das chamadas cidades inteligentes, que integram dados em um sistema unificado de tecnologia, buscando melhorar a qualidade de vida da população e preservar recursos ambientais. A avaliação é feita por participantes da primeira edição da Campus Party Brasília, que é realizada até sábado (17). No entanto, esse conceito ainda é considerado novo no Brasil.

Segundo Cláudio Nascimento, vice-presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas (CIH), é urgente que haja uma preocupação em envolver os cidadãos no processo de desenvolvimento de suas comunidades. “A Europa já tem debates sobre cidades sensitivas, e nós ainda estamos falando de cidades inteligentes”, afirma. “As cidades não são planejadas para pessoas. Sinto falta desse debate envolvendo a população; o ganho seria excelente”, diz.

O envolvimento de cada cidadão pode ser mais proativo, defende o doutor em comunicação Dado Schneider. Ele afirma que é nas cidades que as pessoas têm maior oportunidade para agir. “A cidade é a nossa primeira referência de vida na sociedade; não é o país, o mundo. É na cidade onde a gente vira gente, cidadão, e quando a gente lida diretamente com o governo”, destaca.

Schneider afirma que os brasileiros têm o hábito de não questionar quais são seus deveres na dinâmica de mudanças sociais e na construção de cidades inteligentes. Para ele, é necessário romper com muitas das rotinas que se dão atualmente nos processos democráticos. Schneider defende a organização social, independente de posicionamentos políticos, para cobrar essa mudança de postura. “Políticas públicas devem ser trabalhadas para daqui a 25, 30 anos, não em curto prazo. Isso depende de todos e transcende interesses políticos partidários. Precisamos colocar o bem comum acima disso”, afirma.

Os cidadãos podem ser protagonistas ajudando a identificar as vocações de suas cidades, diz Schneider. Segundo ele, Gramado é a única cidade que já conseguiu fazer isso no Brasil. “Gramado se autossustenta porque entendeu que sua vocação é o turismo. Brasília, por exemplo, pode ser um polo de inovação, mas isso precisa ser planejado a longo prazo”, argumenta.

Oportunidade para negócios

O planejamento de cidades inteligentes traz à tona possibilidades que podem incluir não só grandes organizações, mas micro e pequenos empresários que tenham ideias criativas. Segundo Andrezza Torres, coordenadora nacional de Smart Cities do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), há potencial para desenvolvimento do setor, mas a burocracia ainda é um entrave para a maior parte das startups (empresas iniciantes de tecnologia). “ Há hoje uma preocupação de se trazer soluções para cidadão e gestor, mas não há o mesmo esforço para desburocratizar a compra [pelo governo] ”, afirma.

De acordo com a coordenadora, é necessário levar o empreendedorismo para a realidade da cidade, mapeando o que o local precisa ter ou melhorar. O Sebrae atua ajudando os empreendedores a fazerem investimentos que têm potencial nas suas localidades. “Quantas oportunidades há para pequenos negócios no contexto da substituição de trabalho humano pelas máquinas? O que fazemos é identificar os níveis em que as cidades estão em cada uma das verticais [serviços], e analisar qual é a necessidade em cada uma de acordo com o nível de evolução em que elas estão”, explica. Com informações da Agência Brasil.

Alunos da rede pública receberão voucher para comprar livros para as escolas. Governo investiu R$ 600 mil na ação, que faz parte do programa Criança Candanga

Por Agência Brasília Foto: Reprodução/Divulgação/Pedro Ventura/Agência Brasília - 17/06/2017 - 07:03:13

Para reforçar o acervo literário das escolas públicas, o governo de Brasília investiu R$ 600 mil na aquisição de material bibliográfico na 33ª Feira do Livro — aberta ao público nesta sexta-feira (16). Com o recurso, as escolas poderão complementar as bibliotecas da rede de ensino.

A ação faz parte das prioridades do programa Criança Candanga, que valoriza e dá preferência a políticas que fortaleçam a educação de crianças e de adolescentes.

“As escolas receberão o recurso, e os alunos ganharão um voucher para escolher o livro que tenham interesse. As obras ficarão nas escolas para que outros estudantes possam compartilhar”, explicou o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho.

O subsecretário de Educação Básica, da Secretaria de Educação, Daniel Crepaldi, afirmou que o investimento da pasta é para atualizar as bibliotecas e salas de leitura. Para ele, é um recurso que beneficia a todos envolvidos. “No ano passado, liberamos R$ 500 mil com a mesma finalidade. Isso deixou os alunos e os diretores felizes, e os livreiros e as editoras ficaram satisfeitas com o estímulo.”

O dinheiro é do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), que permite que as escolas tenham recursos para manutenção, pequenos reparos e aquisição de material. Cada regional recebeu um cronograma com a data para comprar os livros. “Fizemos isso para que não irem todas no mesmo dia.”

Abertura da 33ª Feira do Livro de Brasília
Participante da feira, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto considerou uma boa política pública a ideia de oferecer voucher aos alunos. O ministro afirmou prestigiar sempre que possível esse tipo de espaço. “Gosto muito do movimento literário e cultural.”

Daniel Caixeta. Foto: Pedro Ventura
O servidor público Daniel Caixeta, de 40 anos, também disse ser um frequentador de feiras literárias. Ele foi com os filhos, a esposa e a neta conhecer a exposição deste ano. “A grande vantagem é achar livros de todos os estilos e circular entre as editoras e os produtores de conteúdo literário.”

Na cerimônia, a vencedora da 5ª edição da Olimpíada Nacional de Língua Portuguesa, Ana Karolina Alves Amorim, de 18 anos, foi homenageada. Moradora de Brazlândia e estudante da rede pública, a jovem cursa biblioteconomia na Universidade de Brasília.

O evento ficará até o domingo (25) na área externa do shopping Pátio Brasil.

Criança Candanga
Também com o mote do Criança Candanga para reforçar a literatura entre crianças e adolescentes, a feira recebe a campanha Criança Candanga Leitora, Nosso Maior Patrimônio, que vai arrecadar livros infantis para doação aos pequenos que visitarem a feira, a creches públicas e a unidades do sistema socioeducativo.

Portal do Voluntariado
Neste ano, uma novidade é a participação de 358 voluntários inscritos no Portal do Voluntariado para atuar como contadores de história, recepcionistas, monitores de visitação escolar e atendentes de atividades literárias. Na tarde desta sexta, os voluntários participaram de treinamento de preparação a atender o público da feira.

Na próxima quarta-feira (21) o SLU inaugura o quarto Papa Entulho do Distrito Federal. Dessa vez, a população contemplada será da Região Administrativa do Gama. A solenidade será às 10h, na Avenida Contorno, lote 2 – Próximo ao Detran.

Atualmente estima-se mais de 900 pontos de descarte irregular no Distrito Federal. O Papa Entulho é mais uma solução encontrada pelo SLU para a destinação correta de pequenos volumes de entulho, móveis velhos, restos de poda e materiais recicláveis. O objetivo é diminuir essa ação em locais públicos, terrenos baldios e córregos, evitando assim enchentes e proliferação de doenças.

O primeiro Papa Entulho foi inaugurado em Ceilândia com o investimento de R$ 132 mil, de emenda parlamentar do deputado Chico Vigilante. Já o do Gama custou R$ 136, 840 com recursos do SLU.



Informou SLU DF - 16/05/2017

Brasiliense Marcos Beto se apresenta no palco principal

A primeira edição da Campus Party em Brasília deu largada na noite de quarta-feira e reuniu milhares de pessoas ontem, em seu segundo dia, que inaugurou a Open Campus, área gratuita do evento. O dia foi de muito "networking", torneios tecnológicos e descobertas para todas as idades.

O primeiro dia reuniu 49 participantes que ministraram palestras e oficinas na Arena, principal espaço do evento. Entre os nomes mais esperados do dia estava o do norte-americano Matthew Reyes, pesquisador e empreendedor do Vale do Silício, com 17 anos de experiência em instituições como a NASA e GoPro na gerência de tecnologia. A palestra reuniu centenas de campuseros enquanto Matthew mostrou como a tecnologia do dia a dia impacta soluções espaciais e vice-versa. "São tecnologias criadas por pessoas como vocês", disse ao público.

A palestra falava de inovação, mas com referências do passado, desde os primeiros foguetes criados pela NASA, até as mais novas startups que produzem minissatélites. "Para pensar o futuro, precisamos olhar para a história. O tempo é cíclico", disse Matthew.

No segundo momento mais esperado foi a apresentação do cientista de dados Ricardo Capra. O brasileiro deu destaque para os maiores desafios da ciência de dados. "Precisamos reduzir a quantidade de dados disponíveis na rede. Existe um caos. Como posso filtrar a informação?", afirmou.

No Workshop Criatividade e Inovação, o publicitário Rodrigo Almeida falou sobre o movimento Nômade Digital (profissionais que trabalham remotamente). "É uma tendência que vem crescendo. Várias empresas grandes estão liberando o home-office.", disse.

A programação da Campus Party segue até sábado (17). Entre os nomes mais esperados ainda está o fundador do movimento de software livre, Richard Stallman, e a designer multimídia Ani liu. Para assistir ao vivo, acesse brasil.campus-party.org.

Área gratuita

A área gratuita abre para o público de Brasília todos os dias do evento, a partir das 10h, com Hackathons , simuladores de realidade virtual, torneios de robótica e drones, além de palestras sobre empreendedorismo digital e estantes de startups.

Campus Party reúne milhares em torneios e oficinas na capital.

Brasiliense Marcos Beto se apresenta no palco principal

Em 1999, na primeira Campus Party, na Espanha, o brasiliense Marcos Beto já era fã do evento, e desde lá não passou nenhum ano sem participar. Ontem, como palestrante, o empreendedor compartilhou parte de sua experiência com o estudo e tecnologia, com destaque para a plataforma MeViro.org, que conecta programadores a pessoas com deficiência, para criação de soluções de acessibilidade.

De acodo com Marcos, o principal objetivo é difundir os projetos. "Além da pessoa [deficiente] receber aquela tecnologia, o projeto vai para a plataforma para que outras pessoas tenham acesso e consigam construir também".

Para ele, em terra de concurso, a Campus é uma vitória. "É um incentivo que não tínhamos" disse.

Jornal Destak - 16/06/2017 - 10:36:17

A Justiça determinou que o GDF pague R$ 90 mil de cachê a uma dupla sertaneja, que alega ter levado um calote do governo. A dupla goiana Israel e Rodolfo foi uma das atrações da festa de aniversário do Gama, realizada entre 12 e 15 de outubro de 2016. O show dos artistas reuniu mais de 20 mil pessoas, teve divulgação nos canais oficiais do GDF e contou com a presença da administradora regional da cidade, Maria Antônia Magalhães. Mas os sertanejos reclamam de um calote e foram à Justiça contra o GDF. O pagamento do cachê de R$ 90 mil chegou a ser empenhado pela administração, mas foi cancelado poucas horas antes da apresentação. O governo alega que, como não houve assinatura de contrato, não se pode falar em dívida com os artistas.

O argumento é refutado pelo juiz Jansen Fialho, da 3ª Vara de Fazenda Pública, que condenou o governo a pagar o valor devido aos músicos. “As imagens retiradas das redes sociais e juntadas aos autos confirmam que o show aconteceu em comemoração ao aniversário da cidade do Gama. Outrossim, não merecem prosperar as alegações formuladas pelo Distrito Federal de que a contratação foi celebrada por terceiro, uma vez que é destituída de qualquer prova”, explicou o magistrado.

Jansen Fialho lembrou que o cancelamento da nota de empenho ocorreu a poucas horas do show. “Deveria o réu informar com antecedência aos artistas o motivo do inadimplemento do pagamento, a fim de que os mesmos não efetivassem a prestação de serviço, razão porque restou cristalino nos autos a responsabilidade do réu em pagar ao autor os valores monetários contratados. Pensar de forma diferente, é oportunizar o enriquecimento sem causa ou ilícito do réu, com clara violação ao direito constitucional de propriedade da autora”, acrescentou o juiz.


A dupla goiana Israel e Rodolfo com administradora regional Maria Antônia. Foto: Internet 

CB. PODER - Blog do Correio Braziliense - 


Saiba mais:

Sertanejos vão à Justiça contra o GDF para cobrar cachê de R$ 90 mil por show no Gama

Zé Felipe: GDF paga cachê alto para o “Bieber do Sertanejo”

O final de semana foi bem agitado no Gama, com a presença do Governador Rodrigo Rollemberg. Ele esteve na cidade para inaugurar o Parque Vivencial Urbano, localizado no Setor Norte.  E na seqüência visitou o Alagado da Suzana que fica na zona rural da cidade.

Parque Urbano:

O cenário do Parque Urbano e Vivencial do Gama passa a ser outro. No sábado (27) foi feito pelo governador a inauguração de diversos equipamentos públicos. O tão aclamado parque se torna um espaço para esporte e lazer de toda a comunidade. Segundo os moradores, o lugar era tomado por usuários de drogas e por lixo.

 “Um parque significa qualidade de vida, promoção da saúde, oportunidade para prática de esportes, para entretenimento”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, ao entregar as obras concluídas na Quadra 1, em frente à Feira Permanente.

A cerimônia fez parte das comemorações dos 10 anos do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), que serão completados neste domingo (28). De acordo com a autarquia, o parque ocupará uma área de 52 hectares.

Na manhã de sábado foram entregues campo de futebol de grama sintética, quadra poliesportiva, ciclovia e guarita.

O Ibram assinou protocolo de intenções com a UnB para plano de manejo. A Presidente do instituto, Jane Vilas Bôas explicou que, agora, o parque está sendo recriado com o rito legal correto. Ele tinha sido extinto porque fora estabelecido pela Lei n° 1959, de 8 de junho de 1998, declarada inconstitucional.

Depois de definidas as poligonais e feita a consulta pública, ocorrida em 20 de maio, o passo seguinte será produzir o plano de manejo. Para isso, o instituto assinou um protocolo de intenções com a Universidade de Brasília (UnB).

Além da importância social, a presidente do Ibram destacou o papel da unidade na conservação das águas. “Ele tem campo de murundu, onde você tem infiltração de água de chuva, que alimenta o lençol freático e abastece nascentes. Nesse momento de crise, esse ciclo hídrico precisa ser preservado.”

Destacou, secretário do Meio Ambiente.

Para o secretário de meio ambiente, André Lima, as entregas de sábado foram fundamentais para levar a população do Gama a freqüentarem o lugar. “Só vamos proteger os parques e fazer que eles saiam do papel com o povo dentro, usando-os para o que eles servem: esporte, educação, lazer, cultura, o cuidado com o meio ambiente.” Destacou o secretário.

A administradora regional, Profa. Maria Antônia, comemorou as melhorias na unidade. Ela acredita que a definição das poligonais acabará com as invasões, o despejo de lixo e o uso de drogas no local. “Aqui é para ter as crianças, as escolas, que sonham com isso”, disse a gestora.

Os moradores aprovaram as melhorias. Fábio de Souza Carvalho, de 32 anos, foi um deles.  Ficou satisfeito com a inauguração das obras. “Agora vai ser a alegria da comunidade, muita gente vai cuidar daqui”. Segundo o pintor, “antes era só mato e brejo”. Para a pensionista Darci de Assis Lima, de 75 anos, o parque vai melhorar a qualidade de vida de quem mora na cidade. Darci vive no Gama desde 1965.

As benfeitorias entregues pelo governador foram construídas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). Para revitalizar o parque, a empresa pública investiu R$ 3.823.331,55. A população ainda terá à disposição dois quiosques, chuveiros externos e estacionamento.



Presidente do instituto, Jane Vilas Bôas explicou que, agora, o parque está sendo recriado com o rito legal correto.


Governador visita Comunidade do Alagado e ouve reivindicações:

Rodrigo Rollemberg, visitou na tarde de sábado a comunidade rural para ouvir os moradores.

O local, situado na zona rural do Gama, abriga 32 famílias, que reivindicam a mudança do lugar previsto para a construção de um centro socioeducativo público.

“Vamos trabalhar no sentido de regularizar a área, de dar tranquilidade e segurança jurídica a essas pessoas, temos que ver o que é possível fazer, pois nós também estamos submetidos à lei e precisamos conhecer com profundidade o processo”, comprometeu-se o governador.

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Da redação do Gama Cidadão.

De 23 a 28 de maio, 26 autores do DF participarão do evento. Encontros são realizados em cafés e bares da cidade para resgatar boemia da capital
Por Graziele Frederico, G1 DF Foto: Reprodução/Divulgação - 22/05/2017 - 22:30:00

Brasília recebe um evento literário de 23 a 28 de maio que busca reunir 26 escritores da cidade em bares e cafés para discutir e fortalecer a produção da literatura no Distrito Federal. “Ler, beber e conversar” é o tema do encontro que busca reunir escritores, livros e resgatar a boemia da capital.


“Queríamos fazer alguma coisa que partisse dos escritores, que pudéssemos nos reunir e conversar sobre como movimentar e fortalecer o sistema literário local”, contou um dos organizadores, o escritor Jéferson Assumção.


Assumção nasceu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e para ele, um dos pontos que faltam em Brasília são as livrarias de rua, os pequenos espaços para reunir e divulgar a cultura que é feita na capital.


“Já que Brasília não tem livrarias de rua, vamos fazer nosso evento nos bares, porque são lugares de encontro, de troca."


Segundo o escritor, a ideia do Movida Literária veio também com a intenção de resgatar um espírito boêmio na cidade. “Queremos buscar um espírito crítico da cidade e tirar a literatura desse lugar como se estivesse acima da vida das pessoas.”

O escritor relembra que na Europa, durante a Idade Média, as universidades eram lugares habitados por clérigos e os que não conseguiam se enquadrar no sistema de regras da Igreja iam para as tabernas discutir o conhecimento e o que estavam produzindo. Eles ficaram conhecidos como boêmios e é esse sentido histórico de boemia que os organizadores querem trazer para Brasília durante uma semana.


“Queremos fazer um movimento para descolar Brasília da ideia de poder, de burocracia, de corrupção ”, diz o poeta Nicolas Behr.


Para Behr, a cidade é muito estigmatizada e são os movimentos informais e espontâneos que podem desfazer o rótulo de centro administrativo e político. “Acho que esse rótulo incomoda muito e talvez o começo de uma identidade brasiliense seja a negação da autoridade, do poder, do reto, do racional”.


O poeta considera que o grande movimento da capital que já tentou desligar Brasília dessa imagem foi o rock produzido aqui na década de 1980. Para a jornalista e escritora Paulliny Tort, a cidade está ganhando uma autoestima e isso começa a aparecer nas obras produzidas pelos escritores brasilienses.


“A cidade está amadurecendo e começa a ter uma identidade mais marcada, porque embora tenha gente de tantas regiões aqui, Brasília começa a ter uma identidade brasiliense. Vejo como a autoestima da cidade cresceu nos últimos anos e como a cidade começa a se reconhecer, ser dona de uma identidade que aparece também na literatura. ”


Jéferson Assumção conta que vê Brasília em três planos: o local, ligado a questões do Distrito Federal, as dificuldades e particularidades locais; o nacional, sendo Brasília a capital do país e, por fim, um plano internacional, devido a comunidade de embaixadas e organizações internacionais que fazem parte do cotidiano da cidade.


“Os escritores que estão aqui tem a possibilidade de contribuir e absorver essas três camadas e propor um protagonismo. ”


O antropólogo e escritor Maurício de Almeida argumenta que outro ponto favorável para Brasília é a questão geográfica. “A cidade está no centro do país. Tem muita coisa acontecendo no norte, nordeste e Brasília faz essa mediação com o eixo Rio-São Paulo e o Sul. ”


Sobre a distância entre autores do Plano Piloto e as outras regiões administrativas do Distrito Federal, os organizadores afirmaram que houve uma tentativa de aproximação. “Nesta edição temos alguns autores como a Marina Mara e o Jorge Amâncio que já fazem essa ponte, mas para os próximos eventos nossa ideia é levar o Movida para Taguatinga, São Sebastião, Recanto das Emas, Ceilândia e outras”, contou Paulliny.


Segundo Nicolas Behr, há uma “efervescência” cultural fora do Plano e também um desejo de afirmação. “Uma vez estava dando palestra em uma escola de Taguatinga e os alunos começaram a me dizer que só falo de entrequadras e superquadras. Eu contei que falava sobre as superquadras do mundo, mas eles querem falar sobre a cidade deles também.”


Maurício de Almeida diz que vê nos autores periféricos uma autoafirmação maior do que uma reivindicação de inclusão. “Eles estão escrevendo sobre a cidade, não tem uma reclamação sobre a aceitação. Tenho a impressão de que há uma distância, mas esses autores não estão escrevendo sobre o problema de “não nos aceitam na capital” e sim contando sobre o lugar onde estão. ”


Formação de leitores
Jéferson Assumção comenta que para ele, Brasília tem público leitor em potencial, porque a cidade tem nível de renda alto, mas isso não significa que há uma formação de leitores maior na capital.


“Acho que Brasília tem autor e tem público que pode consumir, mas as editoras, livrarias, distribuidoras e toda economia do livro na cidade ainda é incipiente. ”


Segundo Maurício de Almeida, um dos pontos a serem discutidos no evento é como fortalecer e melhorar essa rede de distribuição. “Eu acho que a Movida é um começo porque une as pessoas. Em Brasília tudo é um pouco diluído. Tem muito escritor, mas é difícil de achar. Acho que a primeira coisa interessante é essa soma. Porque esses autores circulam, os livros circulam e as pessoas se interessam. ”


Sobre o papel das escolas na formação de público leitor, os autores não acreditam que a instituição tem conseguido atingir esse objetivo. “Acho que existe uma crença de que a leitura é edificante, que a leitura tem o papel de formar o caráter das pessoas e isso acaba com toda a vontade de ler”, conta Paulliny.


“A literatura é desestabilizadora e o objetivo de que a leitura seja moralizante impede que grandes obras entrem nos currículos escolares. ”


Para Jéferson Assumção, há cinco elementos em uma sociedade leitora que precisam ser trabalhados. O primeiro, segundo ele, é a importância do livro enquanto objeto de destaque no imaginário coletivo. Em segundo lugar, as escolas precisam implantar a cultura da leitura não como obrigação, mas como um hábito. As famílias também têm influência, porque a formação de famílias leitoras, traz a atividade da leitura para a rotina das casas.


Por fim, o escritor explica que o acesso ao livro com livrarias e bibliotecas é fundamental e o preço do livro compatível com a renda da população, o que no Brasil ainda não acontece. “O livro aqui ainda custa mais do que a média de renda das famílias. ”


Serviço:


23 de maio


Sebinho – CLN 406, bloco C, loja 44, Asa Norte
Primeira rodada - 19h
Autores: Tino Freitas e Luda Lima
Mediadora: Alessandra Roscoe
Segunda rodada – 20h30
Autores: Raphael Rocha e Wélcio de Toledo
Mediador: Geraldo Lima


24 de maio


Bar 400 – CLN 410, Asa Norte
Primeira rodada – 19h
Autores: Marcos Fabrício e João Bosco Bezerra Bonfim
Mediadora: Isabella de Andrade
Segunda rodada – 20h30
Autores: André Giusti e Lourenço Cazarré
Mediador: Roberto Medina


25 de maio


Ernesto café – CLS 115, Asa Sul
Primeira rodada – 19h
Autores: Marina Mara e Jorge Amâncio
Mediador: Paulo Paniago
Segunda rodada – 20h30
Autores: Sheyla Smanioto e Paulliny Tort
Mediadora: Nahima Maciel


26 de maio


Martinica – CLN 303, bloco A, loja 4, Asa Norte
Primeira rodada – 19h
Autores: Lisa Alves e Carla Andrade
Mediador: Alexandre de Paula
Segunda rodada – 20h30
Autores: José Rezende Jr. e Maurício de Almeida
Mediador: Maurício Melo


27 de maio


Objeto Encontrado – CLN 102, bloco B, loja 56, Asa Norte
Primeira rodada – 19h
Autoras: Beatriz Leal e Cristiane Sobral
Mediadora: Conceição Freitas
Segunda rodada – 20h30
Autores: Nicolas Behr e Alexandre Pilati
Mediadora: Maxçuny Alves


28 de maio


Bar Raízes, CLN 408, Asa Norte
Primeira rodada – 19h
Autores: Mariana Carpanezzi e Tiago Velasco
Mediadora: Juliany Mucury
Segunda rodada – 20h30
Alexandre Vidal Porto e Marcelino Freire (autor “Boêmio da Vez)

Usuários podem contribuir com a localização de novos pontos no mapa. Aplicativo já está disponível para download, sem custo ou assinatura

Por G1 Foto: Reprodução/Divulgação - 21/05/2017 - 15:01:44


A poeta brasiliense Marina Mara lançou, neste mês, um aplicativo para celulares que reúne bibliotecas, pontos de intervenção urbana e pontos de poesia em todo o Brasil. As informações são dispostas em um "mapa colaborativo", dentro do PoemApp. No lançamento, mais de 10 mil pontos já estavam cadastrados – incluindo todas as bibliotecas do país.

A ideia, segundo ela, é que as pessoas possam adicionar locais de forma automática, ajudando a localizar novos pontos e a divulgar eventos e locais do mundo literário. O app já está disponível para download, e é gratuito. Para usar, é preciso criar um cadastro com login e senha.

“É como se fosse um ‘Waze’ da poesia. É colaborativo, e as pessoas vão colocando ali seus pontos de poesia. Pode ser um evento, um sarau ou um local” , diz.

Marina afirma que o projeto era um sonho antigo, surgido há dez anos. Ao G1, ela contou que sempre sentiu falta de um local que reunisse produções de poetas de todo o país. Marina viaja há mais de 15 anos pelo Brasil com projetos de poesia, “com foco na difusão da cena literária e no empoderamento de escritores e poetas”. Boa parte dos locais foram catalogados pela própria escritora durante esses anos.

“O PoemApp tem todos os escritores imortais cadastrados, e tem os poetas que estão vivos fazendo sarau.”

Para o sonho sair do papel, o aplicativo contou com a equipe Media-Lab, da Universidade de Brasília (UnB), e a colaboração de outros artistas da cidade. “A equipe entrou ajudando com parte técnica. Parte de derivação e da arquitetura veio do design gráfico. A identidade visual é de um artista plástico de Brasília, Pedro Sangeon, que faz o personagem Gurulino”, disse Marina.

“Poesia de rua também vale. Quem manda é o público. Vale marcar um cartaz de coletivos, e outras formas de produção e expressão poética, grafite também é um deles.”

O mapa e todo o conteúdo do aplicativo também estao disponíveis no site. A poeta diz que se surpreendeu com a repercussão do aplicativo.

“Nas primeiras 3 horas, ‘bugou’ o sistema e precisei colocar uma hospedagem três vezes melhor do que a que eu tinha pensado. O número de downloads foi três vezes maior do que a gente esperava. Foi um sucesso. Deu um susto, mas um susto bom”, brinca.

O app também inlcui um blog com dicas literárias e espaço para trocas de ideias poéticas, chamado “E agora, Cora?”. O nome Cora batiza carinhosamente a gatinha, marca do aplicativo, e é inspirado na escritora consagrada Cora Coralina.

Junto ao aplicativo, a escritora também lançou o e-book “Profissão Poeta”, que ela define como um guia prático que dá dicas, técnicas e percepções de quem trilhou o caminho. O guia é uma compilação das palestras, cursos e workshops que a poeta ministrou pelo Brasil.

É um sonho antigo: uma nova ferrovia, chamada de “Transpequi” (ou Expresso Pequi), ligando Brasília e Goiânia. No dia 2 de junho de 2016 a ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres divulgou os estudos de viabilidade do projeto. O documento previa mais de 40 milhões de passageiros transportados no primeiro ano de operação, hipótese considerada otimista. O custo total do projeto, segundo os estudos, deveria atingir R$ 7 bilhões. A conclusão total do projeto seria até o fim de 2020.

Pois agora o sonho caminha para se tornar realidade, caso se concretize o interesse do grupo coreano A’REX, braço operador de um consórcio de empresas coreanas que exploram uma linha de média velocidade entre Seul e os aeroportos internacionais.

O percurso terá um total de 207 quilômetros e será percorrido a uma velocidade média de 160 km/h, ao custo médio de R$ 60. O preço é similar ao praticado pelas empresas de ônibus em viagens expressas, e cerca de 50% mais alto que a passagem de viagens paradoras.

A viagem entre Brasília e Goiânia, hoje, é feita entorno de 45 minutos em vôo direto, descontado o tempo no aeroporto. E 4 horas de ônibus, com paradas, sem trânsito.

O estudo da ANTT custou R$ 5,5 milhões, parcialmente custeados por um contrato com o Banco Mundial, e aponta viabilidade técnica, econômica, socioambiental a jurídico-legal para o projeto. Os R$ 7 bilhões serão repartidos entre os governos, federal, do Distrito Federal, de Goiás e parceiros privados.

O Trajeto

O projeto em análise pela ANTT e pelos governos locais prevê estações em Goiânia, Anápolis, Santo Antônio do Descoberto, Águas Lindas e Brasília. A idéia é reformar e revitalizar a Rodo ferroviária, que deixou de receber transporte de passageiros e, hoje, abriga apenas órgãos administrativos do governo.

Os técnicos estudam a possibilidade de uma sexta estação em Ceilândia, mas o local exato ainda não foi definido. A ferrovia será construída "do zero", sem aproveitar nenhum trecho de linha férrea que já exista na região.

O projeto inicial previa o compartilhamento dos trilhos entre vagões de passageiros e composições de carga, como forma de ajudar a escoar a produção agrícola da área, mas a idéia foi abandonada "por enquanto".

Detalhes técnicos dos trens serão definidos mais claramente na licitação, mas a ANTT diz que o conforto proporcionado aos passageiros e a desempenho das máquinas será similar aos dos trens europeus. Veja abaixo o mapa do trajeto disponibilizado pela ANTT.

Os Coreanos podem assumir o projeto

O interesse do grupo coreano A’REX foi feito formalmente ao governo brasileiro. Mas para levar a conversa adiante, o grupo pede adaptações na modelagem do empreendimento.

A mais significativa refere-se a um aporte total de cerca de R$ 3 bilhões do setor público. Este valor seria dividido ao longo dos 30 anos de concessão, para garantir a viabilidade econômica à ligação ferroviária para o transporte de passageiros. O investimento total no trem, o que inclui obras civis, material rodante e sistemas de comunicação, estaria pela casa dos R$ 8 bilhões, segundo os coreanos.

Os coreanos apostam na parceria público-privada (PPP), única maneira do projeto se efetivar. O diagnóstico foi apresentado à ANTT, que após ter feito os estudos básicos, abriu agora tomada de subsídios para receber contribuições.

O economista Bernardo Figueiredo, que presidiu a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), atua como consultor dos coreanos no projeto do Transpequi.

Bernardo Figueiredo esteve com o secretário especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Vasconcelos, para falar sobre as sugestões de alterações no projeto.

A primeira delas: o projeto proposto pelo grupo coreano descarta o transporte de cargas. Além disso, prevê duas paradas intermediárias: Anápolis (GO) e Samambaia (DF).

O valor final do bilhete, antes estimado em R$ 60 pela ANTT, na previsão do grupo A’REX gira em torno de R$ 100, na viagem expressa de ponta a ponta.

O trem teria velocidade de 250 km/h (ao invés de 160 km/h). E os coreanos ainda miram em receitas adicionais, como explorar as áreas das estações com atividades comerciais e imobiliárias, de acordo com o que a legislação já permite.

Importante frisar que o governo fracassou em todas as tentativas anteriores de leiloar ferrovias, quando sofreu severas críticas do mercado, o que justificou a falta de interessados nos projetos lançados. Vários modelos foram testados desde o governo Lula, passando por Dilma e agora chegando a Temer, mas nenhum avançou. A malha brasileira continua estagnada em pouco menos de 28 mil quilômetros.

O Expresso Pequi, ou Transpequi

A história envolvendo a ferrovia na região não é tão recente e sua discussão vem da época dos governos do Sr. Joaquim Domingos Roriz. Aliás o nome Expresso Pequi surgiu quando esse assunto ganhou uma dimensão maior na candidatura do mesmo em 2004. Roriz chegou a fazer uma viagem a Europa afim de conhecer melhor como funcionam os trens de passageiros de médio e longo percursos naquele continente.

 Após 14 anos de discussões em torno do transporte, conhecido como Expresso Pequi ou Transpequi, a expectativa é que o leilão saia em breve. Empresas interessadas não faltam.

Além do Transpequi um trem caminha pra sair do papel

Há muito se fala em dois ramais de trem saindo de Brasília. Um é o Expresso Pequi, o outro será um trem inter-municipal. Este segundo trem está tendo seu projeto desenvolvido mediante o aproveitamento da linha já existente do extinto Trem Bandeirantes da RFFSA. Serão 70 quilômetros ligando a Rodo-ferroviária de Brasília à cidade de Luziânia. Os custos da obras de adaptação estão estimados em 70 milhões de reais e a linha deverá atender uma população estimada entre 800 mil e um milhão de pessoas que moram no Entorno Sul do DF, Gama e Santa Maria, além do Park Way, Núcleo Bandeirantes, Guará e Setor de Indústrias e Abastecimento.

Este projeto já encontra-se com seus estudos de viabilidade e está para entrar em processo licitatório. A previsão é que este ramal entre em completa operação três anos depois do inicio das obras. Por se tratar de um projeto que reutilizará uma infra-estrutura já existente as demandas de construção serão menores pois basicamente deverá ser feita a readequação da malha ferroviária para que atenda ao serviço. A reforma de estações já existentes, como Bernardo Sayão e a construção de novos pontos de embarque e desembarque de passageiros.

Hoje a linha férrea por onde circulou o extinto Expresso Bandeirantes, ligando Brasília ao sudeste, está sub-utilizada e concedida a FCA/VL!, uma empresa pertencente ao grupo Vale Logística.

A ferrovia como parte da história do DF

O dia 21 de abril de 1968 foi um dia de festa na capital do País. Dentre outros acontecimentos e festejos comemorativos de mais um aniversário da capital federal, a chegada do primeiro trem constituiu uma verdadeira celebração para a data.

É verdade que havia um ano que uma locomotivazinha a vapor havia chegado a Brasília e que se havia anunciado que a cidade do século XXI construída no século XX estava ligada à rede nacional de estradas de ferro. Mas esse comboio pioneiro não chegara por estrada de ferro: fora transportado por rodovia. Como que para justificar a comemoração estrondosa da chegada da maria-fumaça, anunciou-se neste ano que a mesma havia sido programada por causa da chegada da ponta dos trilhos a Brasília. Mas apenas a hegada da ponta dos trilhos, pois os trens só passaram a circularem oficialmente em 1968.

Os 230 quilômetros que medeiam desde o posto telegráfico que ficava em Roncador Novo, situado entre a estação de Roncador e a cidade de Pires do Rio donde partem os trilhos que chegaram a Capital. O trajeto inicial ia até a estação Bernardo Sayão, localizada no Núcleo Bandeirante e término provisório do trecho recém-inaugurado, que depois foi totalmente concluído chegando até a ponta atual onde se encontra instalada a Rodo-ferroviária. A linha em boa pare do seu trajeto corta a imensidão do Planalto Central. Inicialmente, os trens trafegavam diretamente de Pires do Rio a Brasília, sem paradas intermediárias, a não ser para cruzamento com alguma eventual outra composição. Depois foram construídas mais duas estações, sendo uma na região do município goiano de Cristalina, denominada de estação Calambau e que hoje encontra-se em completo abandono. Inclusive nessa estação foi construída uma vila de ferroviários e um pátio de manobras. A outra estação foi construída na região da, hoje, Cidade Ocidental, juntamente com um pátio ferroviário para atender onde hoje é a atual BUNGE Alimentos. Hoje, esta segunda estação encontra-se em uma área densamente povoada, mas segue abandonada.

O projeto final da estação de passageiros ficou a cargo do arquiteto criador de Brasília, Oscar Niemeyer. O edifício, de linhas magníficas e grandiosas, foi erguido no final do Eixo Monumental. O outrora afastado terminal agora está em uma área densamente populosa e depois de sua completa desativação vem servindo apenas a alguns órgãos do governo. Enquanto que poderia estar atendendo a toda uma região que demanda por um modal de transporte mais eficiente rápido e seguro.  O estilo arquitetônico do prédio lembra um carro de passageiros.

O Expresso Bandeirante


Empurrado pelo segundo choque do petróleo, decorrente da guerra Irã-Iraque, o governo (1979-1984) do presidente Figueiredo retomou algumas iniciativas do governo (1974-1979) Geisel, que já vinham perdendo força: Proálcool (Programa Nacional do Álcool), fiscalização nas estradas (velocidade, regulagem dos motores diesel) e a readequação de alguns trens de passageiros.

O Trem Bandeirante fazia o trajeto Brasília - Campinas e inicialmente tinha uma freqüência semanal de partidas. O trem saia de Brasília às sextas-feiras às 20h50, com chegada em Campinas às 17h50 de sábado. Ele partia de Campinas às 12h de domingo, chegando a Brasília nas segundas-feiras às 8h30. A primeira viagem foi numa sexta-feira, e partindo de Brasília.

Visando proporcionar aos passageiros uma viagem agradável, o Bandeirante, formado por carros de aço carbono, que foram totalmente reparados e modernizados, contava com a seguinte composição:

  • 1 BC - Correio e Bagagem
  • 2 P – Poltrona
  • 1 R – Restaurante
  • 1 DP - Poltrona-leito
  • 2 DC - Dormitório

Lotação do trem:

  • 112 poltronas
  • 24 poltronas-leito
  • 32 leitos

A poltrona comum (inteira e meia-passagem) seria cobrada conforme os trechos, variando de Cr$ 110,00 / 60,00 (Uberlândia-Araguari) até Cr$ 1.070,00 / 540,00 (Campinas-Brasília). A cabine completa (Cr$ 5.040,00), leito inferior (Cr$ 2.620,00), leito superior (Cr$ 2.420,00) e a poltrona-leito (Cr$ 2.020,00) seriam cobrados pela viagem completa.

Na prática, a teoria foi outra

O comprador de um dos leitos podia, na verdade, vetar a venda do outro leito a um desconhecido. Na prática, portanto, podia exigir a cabine. Não havia integração com agências de viagens. As passagens só podiam ser adquiridas no guiche da estação, distante de tudo — a partir das 8h de cada segunda-feira (hora de estar chegando ao trabalho), e apenas para a sexta-feira da mesma semana. Nenhum sistema de reserva — apenas venda, no ato. Cheque ou cartão de crédito, fora de cogitação.

A fila formava-se logo cedo, na segunda-feira, diante do guichê de Brasília — e quando este abria, era comum a lotação já estar esgotada. Mais de uma vez, quando a revolta pelo absurdo chegava à imprensa, a presidência da RFFSA determinou a inclusão de carros adicionais à composição, ou a disponibilização de um segundo trem semanal, contra-noticiando em seguida o atendimento à demanda crescente.

Pessoas embarcadas em Brasília, porém, comentavam na volta que o trem havia seguido quase vazio, ou com meia lotação, se tanto — já agora, sem escândalo ou notícia.

A explicação mais comum — e nunca oficial — indicava a ocorrência de reservas (proibidas), por telefone, da parte de funcionários acima de determinado escalão, dos ministérios dos Transportes, Fazenda, Planejamento etc. — que não convinha contrariar — e que, em geral, acabavam não resultando em venda ou embarque efetivos.

A lotação chegou ao seu ponto mais baixo nas semanas seguintes ao Plano Collor I — o confisco que esvaziou trens, cinemas etc. em todo o Brasil, em 1990, por absoluta inexistência de dinheiro vivo nas mãos da população — mas o Bandeirante ainda sobreviveu por mais dois anos.

Eis que, em 1992, numa noite de céu claro lua minguante e bastante estrelado parte o último Bandeirante para São Paulo. E na segunda-feira eis que chega o último Bandeirante a Brasília. Assim encerrou-se a história do trem que ligava a capital do Brasil a principal região econômica do País, o Estado de São Paulo. E assim como o Bandeirante todo o modal ferroviário brasileiro entrou em uma profunda decadência, sendo totalmente dilacerado com o tempo até sua total privatização no meio da década de 90, com o que sobrou ainda em funcionamento e o que já não tinha mais serventia.

A estação Rodo-Ferroviária de Brasília só não entrou em total abandono porque a parte do terminal passou a servir aos ônibus interestaduais e o pátio ferroviário continuou servindo aos trens de carga. Já a estação de Bernardo Sayão, apesar de contar com tráfego de trens de carga, está em completo estado de abandono desde 1992.

Com os novos trens que estão sendo esperados para a região novos horizontes começam a surgirem para o modal ferroviário no DF e Goiás. Mas como tudo nesse País caminha a passos largos vem-se batalhando a muito para que não só o Transpequi (ou Expresso Pequi) saia do papel, como também o trem inter-municipal ligando Brasília a Luziânia em Goiás.

Por: Lucas Lieggio

Da Redação do Gama Cidadão - 22/05/2017