Cidade recebe a penúltima etapa do evento que vai selecionar projetos para o Circuito Distrital

BRASÍLIA (27/8/14) – O 4º Circuito de Ciências chega ao Gama em sua penúltima etapa nesta sexta-feira (29). O evento, que apresenta trabalhos desenvolvidos por professores e alunos das escolas públicas do Distrito Federal, tem entrada gratuita e será realizado no hall de entrada do Estádio Bezerrão, das 9h às 17h.

Após passar por 12 regionais de ensino, o 4º Circuito de Ciências encerra as apresentações no próximo dia 3 de setembro, quando chega a Planaltina. Todos os trabalhos serão avaliados por professores e alunos universitários, e os melhores participarão do Circuito Distrital nos dias 18, 19 e 20 de setembro.

"Na mostra distrital, eles serão novamente avaliados e os três melhores projetos em cada categoria irão para a feira nacional, que acontece durante a Semana de Ciência e Tecnologia, um evento organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) entre os dias 13 e 10 de outubro", disse a chefe do Núcleo de Ciência e Tecnologia, da Coordenação de Ensino Fundamental, Ana Karina Braga Isaac.

SERVIÇO:

IV Circuito de Ciências

Etapa: Gama

Dia: sexta-feira (29)

Local: Estádio Bezerrão (hall de entrada)

(A.A./C.C*)

Fonte: Agência Brasília - 27/08/2015 - 12:26

Oportunidade para novos talentos

Propiciar qualificação profissional, fortalecer o desempenho educacional, elevar a autoestima, descobrir e revelar talentos, oferecendo aos jovens oportunidades de um futuro mais promissor. Estes são alguns dos objetivos da Caravana da Juventude Negra que, até sábado (8), estará em São Sebastião, no estacionamento da Feira Permanente, próximo à Administração Regional e ao Restaurante Comunitário. 

O projeto já passou por Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Samambaia e Paranoá. Os artistas das regiões administrativas não perderam tempo e aproveitaram a oportunidade para gravarem suas músicas. ... Cem pessoas participaram das gravações, sendo que 61 destes eram grupos regionais. “Não é sempre que estes jovens encontram uma oportunidade de gravarem em uma ilha de edição com equipamentos e instrumentos de qualidade. E o melhor: gratuitamente”, considera o coordenador de Promoção de Políticas da Igualdade Racial (Coppir) da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Semidh), Victor Nunes. 

O coordenador explica que muitos artistas e grupos utilizam a música, por meio de diferentes estilos musicais, para expor a realidade à qual pertencem. “As pessoas associam ao rap, por exemplo, a ideia de uma música com críticas à sociedade, ao sistema. Mas é possível notar também este viés em outros ritmos, como o funk”, avalia Victor Nunes.

Sertanejo, axé e MPB foram alguns dos outros ritmos que tomaram as ilhas de gravações. Aos sábados, quando a Caravana da Juventude Negra encerra as atividades na região onde está, os grupos são convidados a se apresentarem no palco montado na própria carreta. “No mesmo espaço, oferecemos qualificação profissional e diversão para os moradores da cidade e região”, enfatiza o coordenador. 

Bandas e demais artistas que desejarem gravar suas músicas podem participar das atividades da Caravana da Juventude Negra em São Sebastião quanto nas demais cidades que o projeto ainda irá percorrer. Não é necessário prévio agendamento. 

Programação especial – Uma parceria entre a Semidh e o e do Entorno levará neste sábado, no encerramento das  atividades em São Sebastião, artistas do FestNegra, evento que promove a cultura afrobrasileira como forma de combater o racismo. Planaltina, Estrutural e Itapoã também receberão o evento. Os shows começam às 18 horas.

Caravana da Juventude Negra

De 3 a 8 de agosto de 2015

Das 8 às 21 horas

Estacionamento da Feira Permanente, próximo à Administração Regional e ao Restaurante Comunitário Gratuito

Fonte: Caravana da Juventude Negra - 05/08/2015 - - 21:04:03

A movimentação no plenário da Câmara Legislativa foi intensa na tarde desta terça-feira (16/6). Depois da aprovação do relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que retirou a “Ideologia de Gênero” do Plano Distrital de Educação (PDE), o projeto seguiu para o plenário.

De autoria do Poder Executivo, o projeto de lei nº 428/2015, foi aprovado.  O projeto estabelece as diretrizes do PDE pelos próximos 10 anos. As metas previstas no plano serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas realizadas por uma Comissão a ser formada por representantes da Secretaria de Educação do DF; Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa; Conselho de Educação do DF e Fórum Distrital de Educação.

Para a presidente da CCJ, deputada Sandra Faraj (SOLIDARIEDADE), a aprovação do PDE sem a inclusão da questão do “Gênero” é uma vitória para a família e para a educação na capital Federal. “Estamos tratando da educação de crianças e adolescentes e precisamos entender que em todos os processos educacionais a família tem que ser respeitada, e, jamais pode ter o seu direito e a responsabilidade de ensinar os filhos usurpada. Dessa forma apenas preservamos a pluralidade de ideias e valorizamos à família”, avaliou a parlamentar.

A votação

Os deputados Reginaldo Veras (PDT), Chico Vigilante (PT), Wasny  de Roure (PT), Chico Leite (PT), Israel Batista (PV), Ricardo Vale(PT) e Joe Valle (PDT), rejeitaram as emendas que retiram as referências a questões de gênero da redação original do Plano Distrital. Já o deputado Robério Negreiros (PMDB) justificou a ausência por motivo de viagem. A supressão foi decidida por 16 votos favoráveis.

Agora o Plano Distrital de Educação segue para a sanção do governador. O DF tem até o dia 24 de junho para sancionar a lei, sob pena de não receber o repasse dos recursos do Ministério da Educação.

Assessoria de Comunicação de Dep. Sandra Faraj

Providências

imgO deputado Chico Leite se reuniu na sexta-feira (29/5) com o secretário de Educação do Distrito Federal, professor Júlio Gregório, para tratar de temas relevantes para o desenvolvimento da educação. Dentre os vários assuntos discutidos, três ganharam destaque: a reconstrução da Escola Verde e as reformas do Elefante Branco, da Escola da Estrutural e da Escola de Música; a homologação do concurso de orientador educacional; e mais... investimentos nos Centros de Ensino Especial. “Destinei recursos para melhorar a infraestrutura das escolas e assegurar mais segurança e conforto às crianças. Vim saber do secretário como está o andamento dos projetos, ” enfatiza. 

Na oportunidade, Chico Leite defendeu a importância do projeto de reconstrução da Escola Classe 1 do Riacho Fundo, a Escola Verde, que foi desativada em 2011, já que o prédio de madeira oferecia riscos a alunos, professores e funcionários. Atualmente o projeto se encontra em fase de licitação. Já no Riacho Fundo II, não há nenhuma escola de ensino médio e os alunos precisam se deslocar até cidades vizinhas para assistir às aulas. O deputado destinou emenda para iniciar a construção da escola, mas a área onde ela será instalada ainda não foi destinada. 

Preocupado com o estado precário em que se encontram as escolas do DF, Chico Leite alertou o secretário sobre a urgência nas reformas do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, do Centro de Ensino Fundamental 1 da Estrutural e da Escola de Música de Brasília. Também entraram na pauta discussões sobre a nomeação dos aprovados no concurso para orientador educacional, o repasse de recursos para o Educandário Eurípedes Barsanulfo, em Sobradinho, e a necessidade de maior atenção aos Centros de Ensino Especial de todo o DF. 

Providências

O secretário recebeu as demandas e explicou que algumas delas já estão sendo providenciadas, como nos casos da reforma da escola da Estrutural e do elefante Branco, além do caso do educandário de Sobradinho, que já está sob análise. Ele também destacou que o GDF vinha devolvendo recursos federais para a construção e reforma de escolas por falta de projetos. Segundo ele, agora a pasta está retomando o desenvolvimento dos projetos.

Fonte: Assessoria de imprensa do deputado Chico Leite - 02/06/2015 - - 07:30:29

Auditoria realizou 291 investigações, analisandos dados do sistema de 2005 a 2012

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Uma auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) revelou a existência de irregularidades no Programa Universidade para Todos (ProUni). O órgão identificou 47 beneficiários mortos, além 4.421 de bolsistas com renda superior ao exigido até o primeiro semestre de 2012. Também constavam do programa universitários que não eram brasileiros natos ou naturalizados, o que contraria as normas do ProUni. Por outro lado, foi identificado um alto índice de bolsas ociosas: 22%.

A CGU realizou 291 investigações e analisou os anos de 2005 a 2012... Durante a auditoria, foram verificados os mecanismos para a concessão e manutenção de bolsas, além dos dados inseridos no Sistema Informatizado do ProUni (SisProUni)— que contém informações sobre instituições de ensino, bolsas e inscrições.

Os auditores verificaram que em cerca de 12% dos casos, os candidatos aptos a receber a bolsa deixaram de comprovar pelo menos um critério de elegibilidade como escolaridade, residência e renda do grupo familiar. Também foram encontrados beneficiários com duas bolsas ativas, além da seleção de candidatos para campus inativos.

A Controladoria afirma ainda que “houve problemas na alimentação dos dados do SisProUni pelas instituições de ensino, bolsistas com desempenho acadêmico inferior ao estipulado, inconsistência no que a instituição informava sobre bolsas do ProUni e as vagas efetivamente oferecidas no vestibular, entre outros.”

A CGU ofereceu recomendações ao Ministério da Educação, que afirmou realizar auditorias periódicas no sistema e a criação de lista de espera para diminuir o número de bolsas ociosas.

Fonte: O Globo - 25/05/2015 - - 17:41:35

Governo federal não repassa o dinheiro do Mais Educação para 15 estados do País e deixa milhares de estudantes sem aula

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Escola Monteiro Lobato, em Nova Iguaçu (RJ): sem verba, as atividades foram reduzidas drasticamente.

Colocado em prática em 2010, no primeiro ano de mandato da presidente Dilma Rousseff, como “estratégia do Ministério da Educação para induzir a ampliação da jornada escolar”, o programa Mais Educação foi uma das principais bandeiras da campanha da reeleição no ano passado. No entanto, levantamento feito por ISTOÉ verifica atraso na parcela referente ao segundo semestre de 2014 em secretarias de educação de 15 estados do País, o que está comprometendo a rotina escolar de milhares de alunos, obrigados a ficar fora das suas escolas...

Em Aracaju (SE), por exemplo, dos 34 colégios registrados no programa apenas 16 conseguem manter as atividades. Manobras no orçamento municipal também são utilizadas, como em Vitória (ES), onde as escolas têm administrado o projeto com recursos da prefeitura “até onde é permitido por lei”, como define a própria secretaria, por meio de sua assessoria. “A falta do investimento do governo federal certamente trará limitações ao desenvolvimento do programa.”

A secretaria estadual do Piauí informa que o pagamento costumava ser feito em uma única vez no ano, mas acrescenta. “2014 foi um ano atípico e o recurso foi dividido em duas parcelas.” A segunda parte, a ser recebida entre dezembro e janeiro, está atrasada. Prevenidos, alguns gestores conseguiram economizar e mantém o atendimento integral com o que sobrou do primeiro semestre do ano passado. Não são maioria, nem suportarão por muito tempo. Maria Antônia Goulart, coordenadora de políticas e qualidade da educação da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, com sede em Santiago, no Chile, destaca sua apreensão. “Temos uma preocupação no esvaziamento das políticas de educação integral.”

Depois de cinco meses de atraso, algumas poucas escolas começaram a receber a verba, mas a situação deve demorar a se normalizar. Principalmente onde não há previsão de regularização de pagamento. A escola Monteiro Lobato, em Nova Iguaçu, era, até o ano passado, centro de referência da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Ali, mais de mil estudantes tinham aulas em período integral. Escolas de esporte, cursos de línguas estrangeiras e música eram ministradas por 40 monitores contratados. Com o atraso, Vânia Gonçalves, responsável pela gestão do turno extra, não teve opção. As atividades foram reduzidas e permaneceram apenas aulas de informática e reforços de português e matemática. A equipe do contra-turno agora se resume a três estagiários vinculados ao município que não conseguem atender um décimo do número anterior de alunos. “Nós que estamos na linha de frente servimos de para-raios das reclamações, como se fosse nossa culpa”, afirma a diretora-adjunta. E não são apenas os responsáveis que a procuram. Desempregados, muitos dos monitores visitam constantemente o colégio na esperança de retorno à ativa.

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Experiências como essa se repetem por todo o País e emergem mesmo onde os gestores afirmam não haver problema. Na Bahia, a secretaria de educação diz em nota que “não consta registro de atraso de repasses para as escolas da rede estadual”. Mas o Comitê Territorial Baiano de Educação Integral Integrada conta outra história. Formado por secretários municipais, pedagogos e pais, o grupo publicou Carta Manifesto no dia 31 de março onde, em suas próprias palavras, expõe “inquietações frente ao silêncio e desarticulação do Ministério da Educação com relação aos encaminhamentos e fortalecimento do Programa Mais Educação”. A prefeitura de Salvador endossa. “Não houve repasse da verba por parte do Ministério da Educação. A última parcela de 2014 e a primeira de 2015 estão atrasadas.”

Nos poucos casos onde os alunos não sentem o impacto do atraso, o ensino integral já fazia parte da política local de educação, às vezes antes do Mais Educação. Em Belo Horizonte (MG), por exemplo, as aulas extras são ministradas por professores concursados, e não por monitores contratados, como é o padrão do programa. A secretaria municipal ainda aponta um segundo motivo para as crianças não serem tão afetadas. “O repasse das verbas federais representa apenas um décimo do montante de recursos investidos pela Prefeitura de Belo Horizonte (R$ 126 milhões por ano) em seu programa de Educação Integral”. Porto Alegre (RS) também tem política própria, mas a coordenadora do programa “Cidade Escola”, Maria Cristina Garavelo, se preocupa. “Os diretores ficam inseguros em aderir ao Mais Educação e depois ter que suspender as atividades.” Em resposta, o Ministério da Educação afirmou que “não há atraso em 2015, pois ainda não iniciou nenhuma das ações vinculadas ao programa”. Informou que foram liberados mais de R$ 24 milhões em março deste ano, “para regularizar o fluxo de 2014”. 

Foto: Luciano Belford/Eleven 

Fonte: Por Helena Borges, revista Istoé - 22/05/2015 - - 22:59:57