O 5º Sarau Banca de Poetas transcorreu sem surpresas, embora o assunto fosse de grande densidade foi tratado como muito leveza que é a característica desse programa onde tudo é dito pelo tom literário. A música de abertura foi “Dizem que sou louco”, dos Mutantes, e “Maluco Beleza”, de Raul Seixas. A música de encerramento foi “Bicho de sete cabeças”, de Geraldo Azevedo e Zé Ramalho. Tivemos a presença do Diretor de Saúde Mental, Dr. Ricardo Lins, do psicólogo Toti (que também é arte educador) e do paciente José Alves. Todos garantindo a presença oficial da secretaria de saúde mental. Tivemos a participação de jovens poetas de várias regiões do DF, o que marcou a alegria e a diversidade temática do programa apresentado por José Gomes Garcia e por Luis Felipe Vitelli dentro do programa Revista Brasil coordenado por Valter Lima.

O próximo programa, previsto para 5 de janeiro, será um tributo a um dos artistas mais emblemáticos de Brasília: Renato Matos

 


Taty Nascimento y Água


AnnilÁ


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Israel e Diogo da banda Cenário Red

Na última sexta-feira (25), aconteceu a abertura do Circuito Cultural de Dança Afro-Brasileira na cidade do Gama. O evento que percorre várias satélites é fruto de duas emendas parlamentares ao orçamento de 2016, propostas pelo Senador Hélio José (nº 37910012) e pelo Deputado Roney Nemer (nº 37550016). Tal ação conta com o apoio da Fundação Cultural Palmares, que é vinculada ao Ministério da Cultura e o Governo do Distrito Federal.

O Zumba, ritmo que combina danças latinas e ginásticas fitness, fez os gamenses dançarem e se divertirem aos comandos dos instrutores. Essa dança foi um dos destaques do evento. Outro grupo que vem chamando a atenção dos jovens são os rappers gospel, que trazem suas composições com letras marcantes, inspiradas em passagens bíblicas. Por meio da música sempre deixam seus conselhos.

As bandas de rappers que abriram as apresentações foram: ”Canário Red e Conexão Fatal”. O rap gospel vem ganhando força na periferia e tem conquistado mais adeptos a cada dia.

O rapper Marcus Vinicius, da Banda Relato Verbal, fez a galera vibrar aos sons das músicas de sua autoria. São elas: ‘’Combate às drogas‘’ e ‘’A Palavra do Meu Pai‘’. As músicas falam sobre o cotidiano desses jovens e o descaso do sistema, urbanização e a criminalidade. As músicas sempre trazem aconselhamentos apontando para Jesus Cristo o caminho, a verdade e a vida.

Além das apresentações, a programação contou ainda com oficinas de danças, apoio jurídico da OAB do Gama, Administração Regional e associações locais.


Rapper, Marcus Vinicius, da Banda Relato Verbal

 
André e França da banda Conexão fatal

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A 4ª edição do Sarau Nacional Banca de Poetas, chamou a atenção do técnico José Lins que se emociona com o Sarau. Lins, que acompanha Valter Lima desde sempre, é responsavél pela parte técnica, sem ele não há programa.

O grande trunfo da 4ª edição do Sarau Nacional Banca de Poetas em parceria com a Rádio Nacional dentro do programa Revista Brasil, com apresentação do radialista Valer Lima, tem sido a descontração que é um perfil do picadeiro da Banca de Poetas agora no Rádio. Essa edição, como das outras vezes, foi feita totalmente dentro da espontaneidade,  ou seja, a capacidade de improvisação dos vários estilos garantiu o formato do programa. Sergio Duboc do grupo Liga tripa trouxe a irreverência que tem levado aos palcos e rodas por onde se apresenta há mais de três décadas. Vicente Sá, que é parceiro de Duboc em varias canções, também deu o ar da graça e recitou poemas de sua autoria. Os dois parceiros que acabam de retornar de viagem a Cuba, para onde foram em caravana com diversos artista que receberam o patrocínio do  FAC, falaram sobre a experiência. Vicente comenta da importância do Fundo de apoio à cultura em eventos como este mas deixa uma ressalva: o cachê só deu para comer uma vez, disse em tom de brincadeira.

De Samambaia vieram as meninas Kimberley e Waleska do grupo Poetas de Sofá foi outra presença certeira.  Convidadas desde a feira do livro que ocorreu em julho no centro de convenções só agora nessa puderam comparecer. É que a agenda das meninas é concorridíssima. Também pudera... com um alcance de um milhão e meio de pessoas semanalmente na sua página no Facebook, não era para menos. Mas de agora em diante está  firmado definitivamente a parceria Banca de Poetas e Poetas de Sofá para o próximo programa e para outras atividades em comum. O cantor, compositor, poeta e violonista Juan Ricthelli, veio do Gama e pôde também apresentar sua arte nessa edição.

Do Recanto veio Cris Reis, poetisa, professora e ativista do setorial do livro e da leitura foi outra que ficou surpresa com o sarau, em formato de Rádio. Cris veio acompanhada do multimídia Marcelo Café que já havia estado no programa em outra edição, dessa vez veio como violonista acompanhando sua amiga. Cris agora já faz parte da equipe de produção.

Da Ceilândia veio Rêgo Junior que é amigo das antigas da Banca de Poeta, é poeta ator e contador de estórias veio ao programa lançar e divulgar seu livro “Rigoto da palavra” que vem fazendo sucesso em suas andanças. José Soter, do plano pliloto, é poeta e ativista cultural com programas radiofônicos divulgando a poesia, veio compartilhar da alegria de estar entre os participantes deste marco da poesia.

A cantora Venezuelana Dameris Castilo chegou bem no finalzinho do programa e sentiu o gostinho de quero mais, sua presença para o próximo programa ficou confirmada. Marcos Linhares, Presidente do sindicato dos escritores, também chegou para uma visita corrida. Ele também confirmou presença no próximo programa que será  no dia  3 de dezembro.

Valter Lima o grande ícone do Rádio Brasiliense era só alegria. Luiz Felipe Vitelli  que é articulador e apresentador do programa juntamente com José Garcia Caianno também não escondiam a satisfação de estarem ali.

A cobertura do Portal de Noticias Gama Cidadão garante  a visibilidade e divulgação do programa  e seus confrades da rede colaborativa que se forma em torno desse Sarau voltado para a Rádio Nacional.

José Soter lança o seu mas novo título, o Agrestina, sobre o olhar atento de Vlter Lima e das meninas do grupo Poetas de Sofá

Damelis Castillo, de cachecol alaranjado, um canto latino no Sarau Nacional. Marcos Linhares brinca com a fé e agradece por estar no programa.

 

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Violinista e diretor artístico da Orquestra Filarmônica de Brasília, Thiago Francis; violinista Jefferson Lopes; violista e presidente da associação orquestra Cordas do Gama, Roberto Farias; violoncelista Jonathan Baião; contrabaixista Luiz Rezende. 

O Quinteto de cordas da Orquestra Cordas do Gama se apresentou na noite da ultima quinta-feira (20/10), no Terraço shopping. Com o propósito de tornar cada vez mais acessível a música clássica ao público do Distrito Federal, o Sesc Sinfonia Intermezzo desloca artistas eruditos das cidades satélites para os palcos das praças centrais do Terraço Shopping (Octogonal) e do Gama Shopping.

"O projeto do Sesc Sinfonia propõe formar cada vez mais plateias e o surgimento de novos admiradores de música erudita. O grupo Orquestra Cordas do Gama formado por músicos do entorno Sul, Gama e região, tem por objetivo, também a propagação da música clássica ao público das cidades satélite, como a descentralização da cultura no DF ", disse o violista presidente da associação que mantém o grupo Roberto Farias.

O Sesc Sinfonia Intermezzo foi criado em 2006 com o objetivo de oferecer música clássica ao público. Já passaram pelos palcos do projeto a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, os solistas Marcello Vannucci e Licio Bruno, e a orquestra francesa Les Musiciens du Louvre-Grenoble. O Sesc Sinfonia já realizou eventos expressivos como a Ópera Carmem, para mais de 30 mil pessoas; o concerto Tributo a Pavarotti; e ainda a ópera A Flauta Mágica, de Mozart.

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Projeto “embarque com a música” surpreende passageiros no Aeroporto do Brasília.

A Banca de Poetas mantém o hábito de incentivar a leitura e de preservar o meio ambiente.Tem sido assim há 17 anos, isso para falar apenas no trabalho de rua. Hoje, durante o Sarau Nacional Banca de Poetas que chegou à 3ª Edição em parceria com a Rádio Nacional, não foi diferente. O Sarau, que vem buscando um formato para o Rádio, visa difundir a arte literária e prioriza manter informações sobre o meio ambiente.

Para o programa de hoje, 1º outubro, sábado, primeiro dia do mês da criança, fomos brindados com a presença de um autor que cumpre as duas premissas. Eugênio Giovenardi, autor de 16 títulos, aceitou nosso convite e concedeu uma bela participação no programa. O lançamento de seu novo livro, cujo título é "Uma obra em verde", será dia 21 de outubro, no Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, às 19 horas. Será um tributo à natureza.


Poeta e produtor cultural Luiz Felipe Vitelli


Poetas José Garcia e Carlos Araújo



Cantor e Compositor Marcelo Fernandes Rocha (Marcelo Café) 



Poetas Nanda Fer Pimenta, Zeca Oreba e Carlos Araújo



3ª Edição do Sarau Banca de Poetas na Rádio Nacional
 

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José Garcia Caianno

Foto: Zeca Oreba e Israel Carvalho

Da Redação do portal Gama Cidadão 

Leia mais:  Missão Sarau Nacional Banca de Poetas

 

Missão foi o título dado ao segundo sarau Nacional Banca de Poetas que foi ao ar neste sábado, dia 03 de setembro, no programa Revista Brasil da Rádio Nacional AM (980Khz) sob a apresentação de Valter Lima. A proposta deste Sarau, que visa difundir a obra literária dos artistas da cidade, surge como desdobramento do Festival Banca de Poetas que circulou por 6 cidades Satélites durante o mês de julho e que foi patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal - Governo de Brasília.

No cronograma de divulgação, conforme previsto na fixa técnica, a Rádio Nacional abriu espaço para a divulgação do Festival e foi nessa ocasião que a direção do programa teve a oportunidade de conhecer o formato e a proposta da Banca de Poeta no tocante à questão da valorização do livro e do incentivo à leitura. A proposta da troca de saberes por meio do livro não há participação de custo financeiro uma vez que na Banca de Poetas a troca é que sustenta as relações. Para que um livro seja trocado por outro, há de estar nas mesmas condições físicas do outro, logo, partindo desse princípio, se estabelece o primeiro ponto de uma relação sustentável: quando o acervo é mantido, a base de troca não há baixa, nem redução de qualidade.

Esse foi o aspecto que chamou a atenção de Valter Lima e da direção da Rádio. Assim foi feito o primeiro Sarau Nacional Banca de Poetas em 6 de agosto sob o comando de José Garcia Caianno e Luiz Felipe Vitelli e Chico Nogueira como convidados especiais. Os outros parceiros são representantes de grupos que realizam saraus por todo o DF e pessoas voltadas para a cultura, porém, todos com participações históricas com a Banca de Poetas que já acumula por volta de 17 anos de estrada.

No segundo programa Missão Sarau Nacional Banca de Poetas, como parte da programação da Revista Brasília da Rádio Nacional AM (980Khz) do dia  03 de setembro, o poeta José Garcia teve como convidados especiais o escritor e embaixador brasileiro Raul de Taunay e a presidente da Casa Agostinho da Silva, Dra. Lúcia Helena de Sá e o músico, compositor, Jairo Mozart Pereira;  como também os convidados do poetas Luiz Felipe Vitelli, os escritores Olivia Maria, Wélcio de Toledo, Sid Francisco Cruz; Jorge Amancio, e o representante da Geladeira do Livro, Lucas Rafael; e da Casa de Cultura Carlos Marighella, além do Valter Lima, e a cobertura do Portal de Notícias Gama Cidadão.

O 3º Sarau Nacional Banca de Poetas já vem navegando nas ondas do desdobramento do 1º Festival de Cinema e Poesia realizado na cidade do Varjão, um grupo de pessoas ligado ao Festival Banca de Poetas que passa por aquela Satélite decidiu por realizar o ato em prol da Biblioteca Maria de Ariston que funciona em âmbito doméstico. Ariston convidou o Diplomata, poeta e humanista Raul de Taunay, que nos próximos dias embarca para o continente Africano em missão diplomática, para ser patrono daquele empreendimento cultural, e ajuda a fortalecer mais um ponto de leitura.

A missão de escrever se assemelha ao fazer da diplomacia que transita entre todos os povos. O termo foi repetido várias vezes por participantes do Sarau. O Sarau Nacional Banca de Poetas em parceria com a Rádio Nacional já viaja nas ondas do 3º terceiro programa sempre no primeiro sábado de cada mês.

O próximo encontro previsto para o mês da criança vai homenagear Eugênio Giovenardi, ecossociólogo e escritor com vasta obra sobre o tema ambiental.

No momento de encerramento do programa, José Garcia anuncia a mais nova conquista advinda do Festival Banca de Poetas. Trata-se da parceria com a Fundação Brasileira de Teatro  Dulcina de Morais. 

Rádio Nacional de Brasília

Coordenação da emissora: Alisson Machado
Gerência: Miguelzinho Martins

Programa Revista Brasil
Apresentação: Valter Lima
Produção: Andréa Quintiere, Kátia Oliveira, Fabiana Pelles, Adriana Shimoda


Missão Sarau Nacional Banca de Poetas
 


Luiz Felipe Vitelli e Valter Lima


Embaixador brasileiro Raul de Taunay e o músico, compositor, Jairo Mozar Pereira

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Da Redação do portal Gama Cidadão 

 

"Sarau Nacional Banca de Poetas"

Na manhã de sábado, 6 de agosto, os ouvintes da Radio Nacional AM (980Khz) tiveram uma programação diferente, recheada de muita cultura popular. Poesia, música e causos, assim foi o Sarau Nacional Banca de Poetas. O programa Revista Brasília desse sábado, além do Walter Lima, teve sob o comando de um dos microfones o Poeta Garcia Caianno, junto com artistas locais por ele convidados.

O projeto desse Poeta que foi apresentado nos Estúdios da Rádio Nacional, nasceu em 2001, dentro do projeto iniciado e mantido por Dedé (como é mais comumente conhecido), idealizador da Banca de Poetas. A Banca de Poetas, de lá pra cá, já percorreu várias regiões do Distrito Federal, percorrendo cidades satélites, participando de todas as bienais e todas as feiras de livros desde então. Segundo disse o próprio Dedé, fôssemos como convidados ou como invasores, ocupadores de espaço público, algo que, segundo ele, é a vocação e características da Banca de Poetas, sempre estaremos em livre picadeiro para libertar a poesia.

Na Rádio Nacional, a chegada foi exatamente a divulgação do Festival Banca de Poetas. Um projeto selecionado no Edital nº 5 de 2014 da Secretária de Cultura, quando a Banca assumiu o compromisso de levar o projeto de incentivo à Leitura e à Educação Ambiental por seis cidades satélites. Assim, dentro do processo de divulgação, a Banca de Poetas chega à Rádio Nacional com essa proposta e a equipe caiu no agrado da produção do programa do Walter Lima. O projeto segue adiante a buscar novas tendências para sua transmissão não só pelo rádio como também ao vivo pela internet.

No Ar ao vivo e a cores

Hoje, no âmbito da comunicação, temos a “Onlainização” do processo de produção. Por exemplo, a comunicação radiofônica já não é mais a mesma. Além do tradicional, as transmissões radiofônicas passam a atuar no sentido de ter imagem, apresentada no sistema online, por meio desse novo processo que tomou conta da produção nos meios de comunicação.

É pensando dentro desse novo processo que a Banca de Poetas aceitou o convite do programa que foi ao ar neste sábado 6 de agosto. Convidaram os parceiros da Banca de Poetas para que o programa pudesse, além de ser irradiado, fosse transmitido ao vivo e a cores. E assim tudo transcorreu com muita alegria junto com os parceiros que participaram nesse desfecho, onde a Rádio Nacional reiterou a intenção de implementar ainda mais a participação da Banca de Poetas. Convidando-os, inicialmente, para fazer o programa todo primeiro sábado do mês. Dando sequência, há intenção da Rádio de que o programa vá ao ar todos os sábados. Mas essa proposta está sendo analisada, o que ficou marcado para uma conversa administrativa com o grupo, não só da Rádio, mas também, com os parceiros da Banca de Poetas. O cerne da conversa é ver a possibilidade desse desdobramento.

Isso é algo que vem alegrando muito o poeta Dedé (José Garcia Caianno), pois o trabalho da Banca de Poetas vem sendo aceito por aquela casa que é tão importante para a comunicação, que está espalhada e distribuindo a noticia para o mundo inteiro, assim a Banca de Poetas tem agora um novo e grande parceiro.

É necessário lembrar que esta relação profissional é decorrente das ações desenvolvidas pelo Festival Banca de Poetas/FAC cujo proponente é José Gomes Garcia, evidenciando que ultrapassou expectativas e cumpriu premissas editoriais, inclusive, indo além das prerrogativas, deixando um legado importante e rico para as gestões públicas. Fomento para arte é para arte.

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Paulim Diolinda e Luiz Felipe Vitelli

 

Poeta José Garcia Caianno

Jairo Mendonça, Jairo Mozart e Cumpadi Ancelmo

Manoel Pretto e Cumpadi Ancelmo

Sarau Nacional Banca de Poetas

A apresentação é de Valter Lima

Em sua 5ª edição, o Festineco promove 13 dias de espetáculos com 21 grupos do Brasil e do mundo. As apresentações são gratuitas e acontecem até o dia 5 de junho

Da Redação do portal Metrópoles - 25/05 15:35

Uma das maneiras mais tradicionais de se contar histórias é por meio do teatro de bonecos, atividade que se concentrará entre os dias 24 de maio e 5 de junho na região administrativa do Gama. O projeto Festineco, realizado pelo Grupo Voar, chega à sua 5ª edição com uma vasta programação.

Com apresentações gratuitas, mais de 21 grupos do Brasil e do mundo trazem suas empanadas para colorir com cultura tradicional escolas e espaços culturais da capital.

Criado em 2009, o Festineco oferece ao público a oportunidade de entrar em contato com a cultura difundida por vários países e na própria região. Apenas no Gama, são seis grupos de teatro de bonecos, sendo o mais antigo deles a Cia. Bagagem, com mais de 30 anos de existência. Nesta edição cinco grupos internacionais foram convidados, sendo eles o Red Cloud, de Portugual; Guiñoleros, do México; Teatro de Títeres Harapo, da Argentina; El Baúl de la Fantasia, da Colombia (foto no alto) e a Cia. Sombras Chinas de Valeria Guglietti, da Espanha.  

Teatro Dom Roberto, uma das formas de teatro de fantoches português

Alem destes, estão na programação mais cinco estados brasileiros, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco. Muitas vezes as histórias contadas pelo teatro de bonecos são automaticamente relacionadas com espetáculos infantis, mas os adultos também se divertem com roteiros intensos e técnicas bem elaboradas. As narrativas trazem referências do folclore de cada região, além da literatura de aventura, como “Dom Quixote”. Os personagens relacionam-se com as pessoas ambientando o espectador no mundo fantástico cheio de humor.

O público também poderá visitar uma exposição dos bonecos das companhias brasileiras que participam do festival. A mostra acontece diariamente, no Espaço Semente, das 14h às 18h.  Além disto, haverá a oficina de teatro de bonecos para vídeos, destinada a profissionais da área e demais artistas. Gratuita, a oficina acontece do dia 25/5 ao dia 28/5 e terá carga horária de 20h, com certificação.

 

Personagens Rosinha e Bastinhão, do grupo Mamulengo Sem Fronteira, de Taguatinga. O grupo se apresenta nesta terça (25/5)

Os espetáculos terão entrada franca, acontecendo em diversos pontos do Gama, como a Rodoviária, Espaço Cultural Galpãozinho (Praça 2, Setor Central), Tetro Sesc Paulo Gracindo (QI 1, Lote 620, Setor Leste), Feira permanente (Área Especial 1, Setor Norte), Parque Infantil do Setor Leste (Praça 1, Setor Leste), e as escolas a CEM 03 (EQ 5/11, Setor Sul), CEM 01 (EQ 18/21, Praça 2, Setor Leste) e Classe 28 (Quadra A, Lote B, Setor Oeste, Vila Roriz).

Período também é de protesto
Além de proporcionar lazer e cultura à comunidade, os artistas pedem a revitalização do Centro Cultural Itapuã. O local, com capacidade para 500 pessoas, é o segundo espaço cultural mais antigo de Brasília, só perdendo para o Cine Brasília. Em fevereiro, o governador Rodrigo Rollemberg sancionou a lei que o declara como patrimônio cultural do Distrito Federal.No entanto, o espaço sofre há mais de 10 anos com o abandono.

Segundo Marco Augusto, fundador do Grupo Voar de Teatro de Bonecos, é fundamental que a região tenha um local com infraestrutura para receber projetos grandes como o Festineco. “A gente improvisa os espaços, como os auditórios das escolas ou o Espaço Galpãozinho. Ali é um galpão de aço, imagina neste clima como fica”, relata o artista. Para ele a falta de local adequado limita o evento em questões técnicas como iluminação e som, além de deixar a desejar na recepção dos próprios artistas. “A população tem carência de mais atrações e a gente não tem condições de oferecer”, desabafa o artista.


Confira a programação do Festineco:

Palhaços de várias partes do Brasil e do mundo estiveram no Distrito Federal para a 14ª edição do Sesc Festclown. O evento que começou na quarta-feira (11) terminou neste domingo (15) com apresentações na Funarte, na unidade do Sesc no Gama, no Parque da Cidade, na Praça do Relógio (Taguatinga) e na Feira do Produtor (Ceilândia). Passaram pelo festival 32 companhias circenses que somaram 55 espetáculos. A estimativa é que mais de 80 mil pessoas tenham prestigiado o festival durante os cinco dias.

 

 

Fotos: Cristiano Costa.

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Informou Sesc DF

O deputado Wasny de Roure, comemora com a comunidade do Gama, a sanção, pelo governador, da Lei 5.616, de 26 de fevereiro de 2016, que declara o Centro Cultural do Itapuã, como Patrimônio Cultural e Material do DF. A iniciativa foi do deputado Wasny, que em outubro do ano passado, realizou uma audiência pública para pedir a revitalização do Cinema que faz parte da vida da cidade e de todo o DF. 

Com essa nova lei, o governo passa a ter obrigação de cuidar do espaço. É uma maneira de preservar a história da cidade, já que no Gama, só o Cine Itapuã e o Corpo de Bombeiros existem desde a década de 60. De acordo com o ARTIGO 248, da Lei Orgânica, o poder público terá como prioridade a implantação de políticas articuladas com a educação e a comunidade, que garantam o desenvolvimento cultural do DF. Deve haver estímulo, por meio de incentivos fiscais, a empreendimentos privados que se voltem para a produção cultural e artística, preservação, e restauração do patrimônio cultural do DF. 
O Cine Itapuã, foi o segundo cinema inaugurado no Distrito Federal, na década de 60. Na década de 80, o local era ponto de encontro de moradores e artistas. Parabenizamos toda a comunidade do Gama e reiteramos nosso compromisso com a cultura da cidade.

 
 
 
 

Apesar de ser a sexta maior cidade do Distrito Federal, os moradores sofrem com a centralização cultural

Por: Luanna Couto, Da redação do portal IESB

 Foto: Luanna Couto

O Skate Park é a única opção para os jovens gamenses

Jovens gamenses reclamam da falta de investimento em cultura e lazer. Com 136 mil habitantes, segundo a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o Gama possui cerca de 30 mil jovens. Mesmo assim, há poucos recursos, muitos pontos desativados e extremo descuido das áreas disponíveis.

O Gama, hoje, conta com o Skate Parque e praças, como a do Sandubas e da Administração Regional. Pontos de encontro que se tornaram referência em todo o Distrito Federal nos anos 1980, como o Parque da Prainha, está desativado há 13 anos e o Cine Itapuã, fechado há uma década.

Thálisson Silva, de 20 anos, mora na cidade desde pequeno e reclama da falta de investimento em lazer e cultura.  “Somos esquecidos culturalmente, mesmo quando há projetos para algo novo na cidade, o governo demora anos para executar e nos deixa jogados às traças”.

Algumas iniciativas nunca saíram do papel, como o Parque Vivencial Urbano Norte, no setor norte da cidade, que em  área ambiental de 592 mil metros quadrados. O parque foi criado em 1998 mas houve problemas na licitação,  e passados 16 anos, moradores ainda reclamam do abandono da área, que é frequentemente utilizada por traficantes e usuários de drogas.

Sem transporte

Outro problema é a locomoção dos jovens para o Plano Piloto, onde está grande parte das atividades de lazer do Distrito Federal. Amanda Oliveira, estudante de 21 anos, reclama da centralização cultural em Brasília. “Tenho que ir ao Plano Piloto todos os finais de semana, não há nenhum centro cultural público e nem particular aqui”, finaliza.

Cine Itapuã

Considerado a vanguarda do cinema de Brasília, o Cine Itapuã já teve seus dias de glória. Inaugurado em 1961, já foi o segundo maior do Distrito Federal. Na praça, já tocaram bandas e artistas renomados, como Legião Urbana, Oswaldo Montenegro e Belchior.

Cinema da cidade esta desativado ha 10 anos

O espaço foi doado por comerciantes ao Governo do Distrito Federal há 29 anos mas está desativado desde 2005 . Já foram feitas diversas audiências públicas para discutir a restauração do local, mas nada foi feito ainda. Segundo a administradora do Gama, Maria Antônia Magalhães, “restaurar o Cine Itapuã é uma prioridade”.

Raimundo Nonato frequentava o cine e a praça em frente e relembra os tempos de infância.  “Na época, tínhamos grupos de teatro e nos apresentávamos no cinema. A cultura que proporcionava aos jovens os tiravam das ruas e os traziam para arte”, lembra.

Parque Prainha

O Parque Recreativo do Gama, conhecido como Prainha, é uma reserva ecológica que conta com três nascentes e vegetação típica do cerrado. Nos anos 1980, era frequentado por moradores da região. Foi desativado em 2002 e desde então, apenas usuários de drogas frequentam o local.

Ponto de encontro dos moradores nos anos 1980, a prainha hoje esta abandonada

A assessoria de comunicação da Administração Regional do Gama limitou-se a dizer que “a administração entende a urgência em revitalizar as áreas para melhor atender a população”. Um pacote de obras lançado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), orçadas em R$ 3,5 milhões, para a revitalização das piscinas, vestiários e lanchonete, mas ainda não há previsão para o início. 

Foto: Luanna Couto