Andando pelas ruas, avenidas, estradas e demais vias de Gama uma cena se mostra comum. Independentemente do local, animais de pequeno porte, em especial cães e gatos, circulam livremente sem nenhum cuidado ou atenção.

Sem donos, eles vagam dia e noite pela cidade à procura de água, comida ou, simplesmente, de alguém que lhes dê um pouco de atenção. Esse cenário, além de doloroso para os bichinhos, representa um grave problema de saúde pública para a cidade e ao meio ambiente.

Atualmente não há uma estimativa do número de cães e gatos de rua que a cidade “abriga”. Os riscos são grandes para a população e envolvem as zoonoses, acidentes, tanto envolvendo veículos e motocicletas, quanto os acidentes causados diretamente pelos animais, mordeduras e demais agravos.

Já os animais sofrem com a fome, a sede e maus tratos. Para citar um exemplo, no centro da cidade, bem na porta do Hospital Regional do Gama (HRG) cachorros ficam zanzando por ali em meio as pessoas. Além da sujeira, são possíveis portadores de doenças, parasitas, pulgas e carrapatos. Não fosse só isso há denúncias de que alguns animais são agressivos e andaram atacando pessoas que passam pelo local. Fora as brigas que ocorrem entre eles mesmos, principalmente quando tem fêmea no cio.

Em março desse ano o Gama Cidadão publicou uma denúncia sobre estes cachorros que causam transtornos na porta do Hospital do Gama. Porém até hoje nada de efetivo foi feito.

Leia a matéria aqui.

Moradores do Gama reclamaram da falta de controle desses animais por parte do poder público e da Administração Regional. As queixas são por toda a cidade.
 

ONG na cidade tenta ajudar na solução do problema

O abrigo Fauna e Flora é uma instituição que acolhe e cuida de animais de rua. A entidade, que vive de doações, foi recentemente visitada pelo apresentador de TV Luciano Huck, e teve uma participação em um dos quadros do programa Caldeirão do Hulk. Essa ajuda do Luciano com a aparição na TV aberta fez com que a entidade ganhasse muita visibilidade.

A reportagem do Gama Cidadão esteve visitando a ONG. A voluntária, Orcileni Arruda, nos mostrou todo o trabalho por eles realizados e contou que a instituição acolhe centenas de cães e gatos em situação de risco, vítimas de abandono e maus-tratos. No local, os animais recebem cuidados e, posteriormente, são encaminhados à adoção.
 

Um pedido de ajuda

Orcileni Arruda, entrou em contado com a nossa redação pedindo que gravássemos outro vídeo com o propósito de relatar que o abrigo está sem condições de receber novos animais. Após repercussão da reportagem na TV mais animais passaram a chegar na ONG, que atualmente ja abriga, 600 animais e não tem condições de receber novos bichos.

Feira de Adoção

A ONG realiza todo os sábados na quadra 108 Sul, rua da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, uma feira de adoção. A feira acontece na área comercial da quadra. Os visitantes podem escolher o animal preferido e levar para casa.

Toda ajuda é bem-vinda

O abrigo é mantido com ajuda de voluntários. O interessado em colaborar pode fazer de várias formas, ajudando na limpeza e manutenção do local ou doando ração e medicamentos. Quem deseja ajudar na manutenção, é realizado todo último domingo de cada mês uma ação dentro da entidade. Os ajudantes participam da limpeza e higienização de todo o ambiente, bem como canis e pátio.

Quer ajudar? Acesse o site da ONG, clique aqui.
 

Assistam o vídeo da visita do portal Gama Cidadão ao abrigo Fauna e Flora:

Veja nossa galeria de fotos, clique aqui!


Reportagem do Caldeirão do Huck. Leia mais: http://bit.ly/2kxB7iM

 

Por: Lucas Lieggio
Da redação do Gama Cidadão.

Escritora best-seller amada pelos jovens brasileiros apresenta 4ª temporada de Minha vida fora de série

Por Camila Muguruza/Divulgação - 18/10/2017 - 19:29:07

Os fãs da escritora Paula Pimenta podem se preparar para um encontro especial na próxima sexta-feira, 20/10. A autora com mais de um milhão e meio de exemplares vendidos no Brasil e também com livros publicados em Portugal, na Espanha, na Itália e em toda a América Latina, estará no JK Shopping para conversar com o público sobre o quarto volume de Minha vida fora de série. O evento, que começa a partir das 18h na praça central do Centro Comercial, é uma parceria com a Livraria Leitura.

Quem quiser acompanhar de perto deve apresentar o livro “Minha vida fora de série - 4ª temporada”, publicado pela Editora Gutenberg, a partir das 16h, na Livraria Leitura e pegar a pulseira que dará acesso ao bate-papo. Serão distribuídas 300 pulseiras e quem participar também pode garantir seu autógrafo.

Minha vida fora de série: 4ª temporada

Nesta temporada, continuaremos a acompanhar a história de Rodrigo e Priscila. Após um traumático término de namoro, os dois seguem seus caminhos separadamente. Enquanto ela parte rumo à Nova York para tentar uma nova vida, Rodrigo quer esquecer tudo que passou e viaja para o Canadá, onde encontra os irmãos.

Citações de diversas séries de TV aclamadas pelos jovens, como Once Upon a Time, Supernatural, Castle, Dexter e House, dão ritmo à narrativa, que traz, pela primeira vez, a história contada exclusivamente pelo olhar do protagonista Rodrigo. Entre memórias do passado, novos desafios, experiências únicas e novos amores, o jovem terá que lidar com algumas questões decisivas para seu amadurecimento.

Saiba mais sobre a autora

Paula Pimenta nasceu em Belo Horizonte (MG), se formou em Publicidade pela PUC Minas, estudou música na UEMG e Escrita Criativa em Londres. Além de escritora em tempo integral, é compositora e já deu aulas de violão e técnica vocal. Paula ficou conhecida pelo público em 2008, ao lançar o primeiro livro da série Fazendo meu filme, que possui três sequências, mais de 600 mil exemplares vendidos e três volumes de uma versão em quadrinhos. Em 2011, lançou o primeiro volume de Minha vida fora de série, que agora conta com quatro volumes lançados. Seus livros já foram publicados na Espanha, em Portugal, na Itália e em toda a América Latina. Paula foi escolhida pela revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes em 2012 e, em 2014, foi a autora que mais vendeu livros no Brasil, segundo o ranking da PublishNews. O número de vendas de suas obras ultrapassou a marca de um milhão de exemplares em 2016.

Serviço – Bate-papo e sessão de autógrafos com Paula Pimenta

Data: 20 de outubro (Sexta-feira)

Hora: 16h – entrega das pulseiras na Livraria Leitura 18h – Início do bate-papo na Praça Central

Local: Praça Central do JK Shopping

Minha vida fora de série - 4ª temporada-Paula Pimenta

Cachorrada de Brasília toda de rosa para lembrar da importância da prevenção.

Por Paloma Oliveto-Blog Mais Bichos/Renata Rezende/Divulgação - 06/10/2017 - 19:07:59


Cadelas e gatas também podem ter câncer de mama, doença que está aumentando entre os pets. Prevenção e detecção precoce são a chave do sucesso do tratamento. Em Águas Claras, clínica de faculdade veterinária oferece tratamento de baixo custo.

Os humanos não são as únicas vítimas de câncer de mama. Os animais também podem sofrer da doença que, inclusive, está crescendo entre eles, devido ao aumento da expectativa de vida. “Assim como acontece com os humanos, é importante que o diagnóstico seja precoce, pois o tratamento se inicia imediatamente e as chances de sucesso aumentam”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da Petz.

Uma das causas da doença é a suscetibilidade das fêmeas às alterações hormonais. O Conselho Federal de Medicina Veterinária estima incidência de 45% de câncer de mama em cadelas e de 30% em gatas. Os machos podem ser afetados, mas em escala muito menor. “Embora a castração não acabe completamente com os riscos de que o problema se desenvolva, o procedimento é a melhor forma de prevenção, já que diminui consideravelmente as chances desta e de muitas outras complicações ao longo da vida dos pets”, explica a médica.

Outra medida importante de prevenção é a visita semestral ao veterinário. “O check-up pode ajudar no diagnóstico precoce da doença, o que possibilita o melhor resultado do tratamento, maior chance de cura e recuperação”, orienta a veterinária. Ao notar qualquer carocinho ou nódulo, é fundamental encaminhar o pet ao veterinário.

Caso seja encontrado um tumor maligno, é possível tratá-lo. “Dependendo do tipo do câncer, o tratamento pode ser realizado com cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou eletroquimioterapia. Mas a cirurgia e a quimioterapia são os meios de tratamento mais utilizados”, explica a médica veterinária. Apesar de a quimioterapia ter efeitos colaterais nos animais (como náusea, apatia e perda de peso, entre outros), eles são menos intensos do que os sofridos por humanos que passam por esse tratamento.

Atendimento de baixo custo

Pensando no cuidado de prevenção, que a Clínica Veterinária da Faculdade Icesp, em Águas Claras, está realizando o Outubro Rosa Pet. Durante todo o mês, haverá campanhas de conscientização. A médica veterinária Aline Daudt, responsável pela clínica, explica como serão os atendimentos:“Vamos atender os animais na rotina e enfatizaremos a avaliação das mamas. Caso sejam detectadas tumorações, indicaremos o tratamento necessário”, conta. Todos os serviços prestados são de baixo custo.

A campanha tem como objetivo o incentivo do diagnóstico precoce para que o tratamento do câncer seja satisfatório. “Há pessoas que procuram o veterinário apenas quando percebem tumores feridos nas mamas das cadelas e gatas. O ideal é sempre fazer exames de prevenção nos animais”, alerta Aline.

Natália Kosse tem uma poodle de 12 anos, e sempre leva a cadela para exames na clínica. Nega foi diagnosticada com o câncer de mama e começou, então, o tratamento. “Nós tivemos que retirar a mama dela, mas hoje ela está bem, se recuperando, mesmo tendo que tratar uma outra doença endócrina, que baixa a imunidade do animal. É uma cadela alegre, forte e sempre brincalhona”, conta a tutora.

Fique atento aos seguintes sintomas:

1 – Caroço na região das mamas

2 – Inchaço

3 – Dor

4 – Secreção

5 – Odor desagradável

6 – Feridas

7 – Falta de apetite

 8 – Vômito

9 – Apatia

Serviço

Local: Clínica Veterinária da Faculdade Icesp de Brasília – Águas Claras (QS 05 Rua 300)

A clínica atende de segunda a sexta, das 8h às 13h e de 14h as 20h.

Orcileni Arruda de Carvalho fez da própria casa um espaço que cuida de 600 bichinhos

GShow - 07/10/2017 18h28 - Atualizado em 07/10/2017 19h05 com adaptações 


Você já parou para imaginar a quantidade de cães e gatos que são abandonados todos os dias? Ainda bem que existe gente que faz de tudo para mudar essa realidade. Como a Orcileni Arruda de Carvalho, que mora em Brasília e há 12 anos fundou a ONG Associação Protetora dos Animais Flora e Fauna.

Na mistura do Caldeirão deste sábado, 7/10, Luciano Huck foi conferir de pertinho o espaço que ela montou para abrigar 400 cães e 200 gatos. Para dar conta de tantos bichinhos, ela transformou sua própria casa no gatil, garantindo que nenhum peludo voltasse para as ruas. O canil ficava do lado de fora.

Gente do bem e que dá o exemplo é a matéria prima da nossa mistura, né? O espaço precisava urgentemente de uma grande reforma. Por isso nossa heroína participou do quadro “Um Por Todos e Todos Por Um”, do Caldeirão do Huck. Dá só uma olhada!

Assista à reportagem completa. Clique aqui! 

Além de todo o suporte com a doação de cerca de 10 toneladas de produtos, entre PEDIGREE® e WHISKAS®, a PEDIGREE® abriu as portas de sua fábrica para mostrar a Orcilene e todo o Brasil a qualidade por trás dos produtos. Orcilene conheceu as etapas de produção de sachê e conferiu pessoalmente como PEDIGREE® é cuidadosamente produzido e desenvolvido especialmente para promover uma alimentação deliciosamente nutritiva para os cães.
 

Pedigree doa 10 toneladas de ração para abrigo (Foto: Reprodução TV Globo)

 

Tá vendo só? Não é só a Orcileni que sonha com um mundo melhor para os nossos bichinhos. A PEDIGREE® também acredita nessa causa e possui o Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom, que tem nove anos de existência no Brasil, tem como objetivo mudar a realidade dos cães abandonados por meio da sensibilização, conscientização e mobilização da população para a causa; do apoio aos abrigos que resgatam e promovem a adoção consciente e da educação da população sobre a posse responsável. E a Associação Protetora dos Animais Flora e Fauna agora faz parte do programa e terá todo o suporte para promover a adoção responsável e bem-estar animal daqui para frente.

Você também pode ajudar os bichinhos a encontrarem um lar! Parte das vendas de Pedigree são revertidas para doações do programa. Ajude a Fauna e Flora e outras ONGs do Brasil comprando produtos PEDIGREE® para o seu amigo peludo.
 

E como tudo o que está bom ainda pode melhorar, todas as portas e janelas do novo espaço vieram de uma parceria com a Sasazaki, que é líder nacional no segmento de esquadrias de aço e alumínio.

Que sucesso, hein? A marca é reconhecida pela tradição de sempre oferecer produtos de qualidade. As portas de abrir vêm com sistema de regulagem, para evitar trepidação e barulho com o vento. Ou seja: os bichinhos vão ficar na mais absoluta paz! Além disso, as dobradiças são seguras e garantem durabilidade.

Portas com sistema de regulagem, para evitar trepidação e barulho com o vento (Foto: Reprodução TV Globo)

Já as portas de correr trazem soleiras de aço inox e fechadura com uma super segurança para impedir abertura forçada. Os cachorrinhos e gatos só vão para a rua se forem adotados! Os produtos da marca também trazem beleza e luminosidade ao ambiente, resistência e durabilidade, robustez, estanqueidade à água e permeabilidade ao ar. Essa turma merece, né gente?
 

As portas de correr trazem soleiras de aço inox e fechadura (Foto: Reprodução TV Globo)

 

As portas têm fechadura com uma super segurança para impedir abertura forçada (Foto: Reprodução TV Globo)

Quer trazer essa segurança e modernidade para dentro da sua casa? Então entra no site da Sasazaki!

Contatos:
www.sasazaki.com.br
(14) 3402 9922
Facebook: SasazakiOficial
Instagram: SasazakiOficial

Você pode ajudar a ONG de várias formas: Acesse o site da ONG. Clique aqui! 

Com a palavra, a comunidade

Frequentadores do Parque da Cidade serão ouvidos sobre a proposta de lei aprovada na Câmara que restringe o passeio de cães em espaços públicos do Distrito Federal. O Jardim Botânico e o Olhos D'Água já vetam a circulação de pets, mas por abrigarem reservas ambientais

Afonso, com a mulher, Sílvia, a filha Thalita e as Yorkshires Gibi e Cindy no Parque da Cidade: %u201CElas são muito calmas e obedientes. Não se afastam nem dão bola para quem passa%u201D
 (Antonio Cunha/CB/D.A Press


)  
Afonso, com a mulher, Sílvia, a filha Thalita e as Yorkshires Gibi e Cindy no Parque da Cidade: "Elas são muito calmas e obedientes. Não se afastam nem dão bola para quem passa"


A restrição para cachorros em parques públicos, prevista em um projeto de lei aprovado pela Câmara Legislativa, já vigora em alguns espaços, como o Jardim Botânico e o Parque Olhos D’Água, por se tratarem de reservas ecológicas. Mas, em outros pontos, como o Parque da Cidade, que recebe 140 mil pessoas somente aos fins de semana, a proibição não se justifica de acordo com a opinião de muitos frequentadores. O próprio administrador do espaço, Paulo Debois, disse que quer saber o que a comunidade pensa sobre o assunto.

O consultor de tecnologia da informação Afonso Melo, 57 anos, tem o costume de levar a mulher, a dona de casa Sílvia de Melo, 47 anos, a filha, a enfermeira Thalita de Melo, 23, e as duas Yorkshires da família, Gibi, 6 anos, e Cindy, 10, para passear no Parque da Cidade. Pelo porte pequeno e o temperamento das cadelas, eles não veem problema em deixá-las soltas pelo espaço em que estendem toalhas e jogam cartas. “Elas são muito calmas e obedientes. Não se afastam nem dão bola para as pessoas que passam”, conta Afonso.

Ele explica que as pessoas levam os animais aos parques com o intuito de se divertir e que, quando existem cães mais agressivos, os donos tendem a usar coleira e focinheira, pois “têm certa consciência”. “O mais importante é que as pessoas conheçam seus cães e os eduquem. A responsabilidade é do dono. Assim como existem cachorros que sujam o parque e avançam, têm pessoas mal-educadas que não sabem se comportar, jogam lixo no chão e desrespeitam os outros”, opina Afonso.

Sílvia concorda com o marido e defende o bom senso da população e o respeito ao próximo. “Quando o dono sabe que o cachorro pode ser agressivo, deve tomar certos cuidados, mas isso não é motivo para impor focinheira a todos (os animais)”, ressalta. Pelas regras aprovadas na Câmara Legislativa na última semana, os animais poderão frequentar parques, desde que sejam colocados em espaços específicos, com coleiras e focinheiras (leia Entenda o caso).

As regras são polêmicas e provocaram manifestações nas redes sociais. No próximo dia 26, a ideia é fazer uma “cãominhada” no Parque da Cidade. Até ontem, 1,4 mil pessoas tinham confirmado presença na página criada na internet. O evento é organizado pela própria sociedade civil. Além disso, há uma petição on-line contra o projeto, que recebeu 2.015 assinaturas — a meta é 3 mil.

O administrador do Parque da Cidade, Paulo Debois, acredita que o melhor é ouvir o que a comunidade tem a dizer sobre o assunto. “Queremos promover um debate, uma consulta pública”, reforça. Ele acrescenta que, pela observação que tem feito, as solicitações e reclamações que tem recebido, a maioria absoluta dos usuários do espaço é contra a proposta aprovada pelos distritais. Debois diz ainda que o ideal é uma readequação ao projeto, que possa garantir a segurança dos frequentadores e os direitos dos proprietários de cães e dos próprios animais.