Fair play, gols e emoção marcaram as decisões das categorias de base na Taça Cidade do Gama 2017

Philipe Moreira
Da Redação do Viver Sports - Especial 

Domingo (9), o campo sintético do parque urbano norte (cruzeirinho), no Gama, recebeu os confrontos decisivos da competição organizada pela Fundação Criança Gama de Futebol (FCGF).  Após quatro duelos disputadíssimos, sendo dois definidos nas penalidades, as equipes do 50 Leste (Pré-mirim e Infantil), PVM (Mirim) e Estrelinha (Juvenil) levantaram o caneco.

A primeira partida do dia foi a decisão da categoria Pré-mirim. Os meninos do 50 Leste foram superiores ao Gaminha e venceram por 3 x 0. Roberto Gabriel (50 Leste) foi o goleiro menos vazado, sofrendo apenas 5 gols. O artilheiro foi o companheiro de equipe Igor Pereira, autor de 13 gols.

Após o duelo da Pré-mirim, foi a vez de 50 Leste e Penharol disputarem o título da Infantil. Em jogo bastante equilibrado, a partida ficou no 0 x 0 e o 50 Leste sagrou-se campeão após decisão nas penalidades máximas.

Na categoria, João Vitor (Penharol) marcou 11 gols e ficou com o troféu de artilheiro. O goleiro menos vazado foi  o atleta João Vitor (50 Leste), que sofreu nove gols em 12 jogos.

Pelo Mirim, a equipe do PVM teve total comando diante do Gama e goleou o alviverde por 4 x 0. Destaques da categoria foram os atletas Caio Felipe (Gama), artilheiro com 16 gols, e o goleiro Cauã (Rio Verde), com apenas sete gols sofridos.

Para fechar as decisões, o confronto entre Estrelinha x Gaminha foi o mais disputado do dia. Após diversas chances para as duas equipes durante o tempo normal, o jogo terminou em 0 x 0 e a decisão foi para os pênaltis. Melhor para o Estrelinha que teve melhor aproveitamento nas cobranças e levantou a taça de campeão da Juvenil.

O goleiro menos vazado foi Fabrício (Gaminha), com nove gols sofridos; e o artilheiro foi o Guilherme Alves, do Rio Verde, com nove gols marcados.

A equipe de arbitragem das finais Taça Cidade do Gama 2017 foi composta por Willis Batista, Edson Moraes, Cleiton Ribeiro, Eduardo Oliveira, Flávio Andrade, Edvandro Silvestre e Erizone Alves.

Momento Marcante
Após o término da final da categoria Juvenil, o técnico Luis Carlos (Estrelinha) seus jogadores para abraçar e cumprimentar os atletas do Gaminha. Com isso, atletas e comissão técnica das duas equipes deram as mãos e abriram um grande circulo no centro do campo.

A cena emocionou todos os presentes com os discursos dos técnicos das equipes do Estrelinha e do Gaminha. Luis Carlos falou para todos que a união entre todos supera as conquistas materiais e exaltou positivamente o técnico Michael Alves (Gaminha). “O que vale pra mim aqui nesse momento não é o título, mas sim essa imagem de todos nós, de mãos dadas. Estou muito feliz por essa final, principalmente por ter tido a honra de jogar contra o Michael, que foi o meu aluno nos campos de futebol há muitos anos. Isso é muito gratificante para mim”, disse o treinador do Estrelinha.

Em resposta, Michael Alves se dirigiu ao centro do círculo, agradeceu Luis Carlos e se emocionou. “Quero pedir desculpas pelos erros que cometi aqui a qualquer um. Agradeço as palavras do Luis e foi um prazer imenso fazer a final contra ele. Por último, quero falar a quem está aqui nesse momento que eu amo todas as crianças do mundo”, concluiu Michael bastante emocionado.

Depois dos depoimentos, todos, incluindo atletas, comissão técnica e pais dos atletas fizeram uma oração deixando marcado como o momento mais bonito das finais da Taça Cidade do Gama 2017.

A competição foi organizada pela Fundação Criança Gama de Futebol (FCGF) representada por Joanildes Henrique Linhares, com o apoio da Secretaria das Cidades e também da Administração Regional do Gama.

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A Sociedade Esportiva Estrelinha do Sul, surgiu no ano de 2001, com o intuito de fazer um trabalho social, e se possível profissional. Desde o começo conduzido pelos professores:  Luiz Carlos e Alexandre, onde atendia meninos e meninas de 7 e 16 anos. Portanto, já se mostrava um projeto que iria contribuir na vida dos jovens, formando cidadãos e atletas.

No ritmo forte de trabalho, o clube foi fazendo história no futebol de base da cidade do Gama, ganhando títulos, e formando homens e mulheres de bem, e ao mesmo tempo, transformando-os em atletas.

Por falta de condições financeiras, infelizmente, o trabalho foi interrompido, por um tempo, porém, naquele momento não era possível manter o clube sem apoio.

A Sociedade Esportiva Estrelinha,  retornou com o projeto em 2016, objetivando a formação de atletas e cidadãos.

Portanto, o clube voltou focado para fazer um excelente trabalho junto as crianças, o qual foi aprovado pela população, além da prática do futebol, ensinava união e disciplina às crianças.  

Compartilhando um pouco da história,  o clube Estrelinha quer contar com o seu apoio, e precisa dos itens abaixo:

Entrar em contato com o Professor Luiz Carlos,  Tel: (061) 98448-3872

1-3 (três) jogos de uniformes completos (camisas, calções e meiões) no valor de R$ 1.600,00, cada jogo com 20 kits.

2-10 (dez) bolas oficiais de futebol de campo;

3-10 (dez) bolas de futsal;

4-30 (trinta)coletes multicores, cada jogo com 10, no valor de R$ 200,00;

5-05-(cinco), cones para desenvolver treinamentos físicos, técnicos, táticos e recreativos.

Marcos Junior, formado nas divisões de base do Estrelinha, jogador profissional do Fluminense.

Sem dúvidas, o jogador Marcos Júnior, é um dos maiores orgulhos da história do Estrelinha, o jogador ainda criança mostrava muita  aptidão para a prática do futebol. Portanto, com muito trabalho e direcionamento, foi treinado pelos professores,  Luiz Carlos e Alexandre. No entanto, foi compor as divisões de base do Fluminense, era considerado acima da média, e no curto período de tempo, Marcos Júnior, se tornou jogador profissional do Fluminense.

Em fim, a Sociedade Esportiva Estrelinha, é um dos clubes mais tradicionais do futebol da Cidade do Gama. É um clube exemplo na formação de atletas e cidadãos.

Parabéns aos professores Luiz Carlos e Alexandre e toda Comissão Técnica, pelo trabalho desenvolvido.






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Da Redação do Gama dos por Futebol - 14/04/2017

O Projeto Bom de Bola, que atende crianças em área de vulnerabilidade social foi reativado no sábado (9), na Vila Roriz no Setor Oeste da cidade. Hoje, cerca de 80 meninos voltaram a frequentar as aulas e agradecem.

O trabalho social e comunitário idealizado e executado pelo Sargento Coelho do 9º Batalhão de Polícia do Gama, teve inicio em 2013, e ficou parado por um tempo, por conta da quadra poliesportiva que estava em condições precária para as atividades, foi um tempo difícil para as crianças assistidas pelo projeto.

Além das aulas gratuitas, também acontece um minitorneio com premiações de troféu e medalhas para as crianças e adolescentes que participam do projeto.

“A reforma da quadra poliesportiva, que aconteceu graças à doação de materiais de construção e pintura por comerciantes locais, que abraçaram a causa e se juntaram com alguns Polícias Militares da unidade que também fizeram doações com recursos próprios para reforma a quadra poliesportiva", explica o comandante do 9ºBPM Coronel Moreno.

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Serviço

Interessados em conhecer ou contribuir com o projeto Bom de Bola podem entrar em contato com o Sargento Coelho pelos telefones: 9106-2131/3910-1093.

As aulas são gratuitas, e funciona todos os sábados, das 9h às 12h, na Vila Roriz, no Gama.

Para que haja uma grande partida há que haver duas equipes, é claro, uma jogando para cada lado, é claro. Serão necessários 22 homens correndo atrás de uma bola e um treinador e um auxiliar técnicos, é claro um para cada lado. Um juiz, que de preferência não entre roubando, é claro. Mas também é importante uma grande arquibancada, uma torcida entusiasmada para empurrar o jogo, é claro. É que em cada torcedor tem um técnico potencial para xingar o juiz, isso todo mundo sabe, é claro. Hoje eu fiz parte dessa massa e já tenho a minha escalação para a próxima temporada. Embora o que mais ouvi dos dois técnicos no vestiário, é que o fator equipe é o mais importante, o conjunto é que faz a diferença. O portal vai escalar a equipe de um homem só, é o camisa 9 do estrelinha do sul, José Henrique de 13 anos, o homem esta 2 anos abaixo da faixa etária dos outros jogadores, mas joga por todos os 22 homens das duas equipes. Por isso foi eleito pelo Gama Cidadão o homem futebol base 2016.

Parabéns para as duas equipes os dois treinadores e os dois auxiliares, o Juiz e a arquibancada.

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Por: José Garcia (Dedé), Da Redão do portal Gama Cidadão 
Jornalismo comunitário

5ª Copa Brasília de Futebol Base 2016

Neste sábado (9), às 8h30, no campo sintético da quadra 50 do Setor Leste da cidade, teve inicio a 5ª Copa Brasília de Futebol Base 2016. A competição que já é tradição no calendário esportivo de Brasília, reforça a importância dessa modalidade, os técnicos que ao longo dos anos vem construindo esse trabalho são homens abnegados que dedicam suas vidas ao futebol de base. O evento é promovido pelo Centro de Treinamento de Futebol do Paraná, e será de 09 a 16 de janeiro, com a participação de 45 equipes de vários estados do Brasil.

 


Gerente de esporte e cultura da RAII, Fernando Santos, Gerência de articulação da RAII, Terezinha Maria, coord do projeto, Joanildes Linhares - PSB, administradora regional, Maria Antônia - SD e Acácio, ex-goleiro do Time do Gama.  

A coordenadora do projeto Joanildes Linhares e a administradora do Gama, abriram oficialmente o evento, com o jogo entre Pvm x Águas Claras, que deu inicio a competição na cidade.

Em entrevista ao portal Gama Cidadão, o técnico Luiz Carlos, conta parte da sua história, quando começou como atleta profissional, e teve sua revelação em um clube de Taguatinga, de lá seguiu para Tocantins e hoje esta de volta. O professor Luiz, com é chamado pelas crianças, é morador da quadra 13 do Setor Sul, tem o respeito da comunidade dessa região pelo trabalho que faz. Hoje como treinador do Estrelinha do Sul é responsável pela revelação de talentos como José Henrique de 13 anos que é uma grande promessa que também passou pelo Cose Sul, e esta com dificuldades de lugar para treinar, mesmo sendo uma revelação. 

O treinador desabafa quanto sua passagem pelo Cose Sul, "a instituição subordinada à antiga Sedest, deveria ser aberta para o futebol, porem choques de interesses de gestores do mesmo governo, dificulta o acesso dos profissionais esportista”, disse o técnico. 


José Henrique de 13 anos, e seu professor Luiz Carlos. Foto: Israel Carvalho 
     

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Da Redação do portal Gama Cidadão