PCdoB - DF - 16/10/2017

O PCdoB a fim de cumprir uma tarefa nacional de estruturação, que necessariamente passa pela ampliação de seus quadros e o fortalecimento das ideias do partido, decide lançar pré-candidatos e pré-candidatas aos diversos níveis de disputa.

A direção do PCdoB-DF lançou três pré-candidatos ao governo do Distrito Federal, que já percorreram nesse período quase todo o DF, apresentando suas ideias e a cara do partido. Ontem (15) a Direção do PCdoB de Taguatinga lançou o camarada e professor Manoel Filho a pré-candidato ao Deputado Federal.

E hoje (16) foi a vez do PCdoB- Gama que lança o camarada e professor Jairo Mendonça a pré-candidato a Deputado Distrital. Suas principais bandeiras são a educação pública de qualidade, acesso à cultura, a emancipação das mulheres e as minorias.

Conheça mais de Jairo Mendonça

Jairo Mendonça é casado com a professora Rita de Kacia há 20 anos, pai de 05 filhos, Pedagogo, Especialista em Políticas Públicas e Gestão da Educação pela FE/UnB, professor da Secretaria de Educação do DF, músico, militante dos movimentos sociais, oriundo das Comunidades Eclesiais de Base do seu Tocantins e residente na cidade do Gama, desde 1990.

Atualmente compõe a diretoria colegiada do Sinpro/DF e representa a educação básica pública no Conselho de Educação do DF.

O deputado Wasny de Roure participou, como presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), nesta manhã de segunda-feira (16), de uma manifestação promovida pelo Conselho de Entidades de Promoção e Assistência Social do Distrito Federal (Cepas) e profissionais de 104 creches e instituições conveniadas ao GDF, para exigir mudanças no contrato.

A manifestação reuniu mais de mil pessoas em frente ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). São mais de 18 mil crianças e cerca de 10 mil funcionários que trabalham em creches no DF e estão sendo afetadas.

Depois de falar com os manifestantes, Wasny foi convidado a subir para dialogar com representante do MP e tentar ajudar no processo de diálogo para solucionar a questão. Os representantes das creches alegam que o GDF tem atrasado o repasse dos recursos, o que compromete o funcionamento delas. Há professores também com os vencimentos em atraso.

“Não podemos admitir que crianças e portadores de necessidades especiais sejam prejudicados. Essa intervenção talvez não fosse necessária se nossos governantes abrissem um canal de diálogo. Essa problemática se amplia quando constatamos a vulnerabilidade das nossas instituições, os convênios e os direitos dos trabalhadores que tem toda uma pauta”, destacou o parlamentar.

De acordo com a vice-presidente do Cepas, Roberta Fernandes, as instituições têm driblado o atraso nos repasses e o discurso de falta de dinheiro do GDF com doações de alimentos e outras colaborações. “Não há intenção de fazermos greve, mas sim de um alerta sobre a nossa situação”, garantiu Roberta. Ainda segundo ela, as creches têm feito empréstimos para não atrasarem salários e se comprometerem na prestação de contas junto ao Ministério Público.

Falta de creches

Nesta terça-feira (17), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) vai entregar um documento na Câmara Legislativa do DF (CLDF) para axigir o cumprimento das metas estipuladas no Plano Distrital de Educação (PDE). Atualmente, 11 mil crianças com idade entre zero e três anos aguardam vagas nas instituições.

A Secretaria de Educação tem 45 Centros de Educação da Primeira Infância (CEPIs) e 59 instituições conveniadas. São atendidas cerca de 6,1 mil crianças de zero a cinco anos por meio dos centros e cerca de 11,6 mil por meio das instituições parceiras, um total de 17 mil atendimentos. A Secretaria de Educação disse ainda que “o pagamento às creches aguarda o repasse do Tesouro, que será disponibilizado até o fim desta semana. Por mês, o valor destinado às creches é de aproximadamente R$ 16 milhões”.
 

Assessoria de Imprensa do deputado Wasny de Roure 

 
Almoço na casa de Izalci reúne várias lideranças.

Por Delmo Menezes

Em almoço realizado realizado nesta segunda-feira (9), na residência do deputado Izalci Lucas, presidente  do PSDB/DF, nada menos do que 13 partidos políticos de oposição ao governo Rollemberg marcaram presença.

 

De acordo com o anfitrião Izalci, “a reunião serviu para manter a unidade do grupo, e reforçar aquilo que estamos afirmando há muito tempo. O Distrito Federal necessita de uma gestão ousada, que pense nas reais necessidades da população”, disse.

O ex-deputado Jofran Frejat (PR), reafirmou as declarações feitas ao Agenda Capital neste sábado (7), que tem conversado com todas as lideranças do DF. Segundo Frejat, “os boatos fazem parte do processo político”, afirmou.

Participaram do almoço: Newton Lima (PSL), Paco (PTdoB), Gilvando Galdino (PHS), Silvana (PSDC), Adalberto Monteiro (PRP), Salvador Bispo (PSDB), Tadeu Filippelli (PMDB), Alberto Fraga (DEM), Alírio Neto (PTB), Izalci Lucas (PSDB) e o pastor Daniel de Castro (PSC). O PM e o PMB enviaram representantes.

A largada para as eleições majoritárias de 2018 já começou. Façam suas apostas. Com a palavra o eleitor!

Da Redação do Agenda Capital


Metrópoles - 05/10/2017 21:52 / ELZA FIÚZA/AGÊNCIA BRASIL

Decisão judicial na esfera criminal é em primeira instância. Ex-governador já havia se livrado de condenações no campo administrativo

O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda foi absolvido, em primeira instância, do processo criminal em que é acusado de ter cometido irregularidades na contratação da empresa responsável por promover o jogo Brasil x Portugal. A partida foi realizada em 2008, no estádio Bezerrão, no Gama.

No entendimento do juiz Osvaldo Tovani, da 8ª Vara Criminal de Justiça, não houve falhas no procedimento da escolha sem licitação da empresa Alianto Marketing. O amistoso vencido pela Seleção Brasileira por 6 x 2 custou cerca de R$ 9 milhões. O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), que ofereceu a denúncia, pode recorrer da decisão.

Para o advogado de Arruda, Paulo Emílio Catta Preta, a decisão do magistrado reforça que o governo, à época, seguiu todos os procedimentos legais na organização da partida. “Apresentamos argumentos fartos no curso da instrução, o que levou ao convencimento da Justiça de que os trâmites obedeceram a todos os ditames legais”, afirmou o defensor à reportagem.

Segunda vitória de Arruda
Em fevereiro de 2016, como noticiou o Metrópoles, Arruda já havia sido inocentado, em segunda instância, da ação de improbidade administrativa que o condenava por supostas irregularidades na contratação da partida.

Nesse caso, o ex-governador se livrou de ter os direitos políticos suspensos, pagar multa referente a 50 salários equivalentes ao que recebia à época e ser proibido de contratar com o poder público.

Millena Lopes do Jornal de Brasília - 04/010/2017

 
Foto: Manoel Lira

Embora eleições não sejam formalmente assunto da pauta do Palácio do Buriti, as articulações nos bastidores indicam que começou a se movimentar o governador Rodrigo Rollemberg. Aliados de antigamente – leia-se 2014 – já ensaiam a saída da aliança vitoriosa. PDT, que aproveitou o episódio da votação da previdência para manifestar insatisfação com o governo, estaria sendo paparicado pelo Executivo, enquanto o PSD espalha por aí que vai lançar candidatura própria.

No Buriti, a conversa oficial é de que “o PSD continuará caminhando junto no projeto político de tornar Brasilia uma cidade com maior e melhor qualidade de vida”. Na prática, ainda estão no governo o vice, Renato Santana, e o secretário de Justiça, Arthur Bernardes. E, na base, o distrital Cristiano Araújo (PSD). “O PSD tem contribuído bastante para que o Governo de Brasília alcance o equilíbrio econômico-financeiro do governo”, reforça o governo, no discurso oficial.
 

Renato Santana, do PSD, é ainda o número 2 do governo Rollemberg. Foto: Breno Esaki

 

Se sair da aliança, com quem Rollemberg poderá compor? Com o PDT, que já marcou data para um provável desembarque? Com o PSDB, que vive mais uma crise interna e uma queda de braço pelo comando? Com o PSD, cujo presidente Rogério Rosso, já disse que a sigla deve encarar uma candidatura própria no ano que vem?

Enquanto, oficialmente Rollemberg diz não pensar em campanha, uma reunião com o presidente do PDT nacional, Carlos Lupi, já teria selado o futuro para as eleições do ano que vem. A aliança nacional, com a candidatura de Ciro Gomes, se refletiria no DF. Com o mesmo mote, uma conversa já estaria adiantada também com o PSDB, do distrital Robério Negreiros e também do federal Izalci Lucas. “Desde o início do governo, estamos trabalhando para arrumar a casa. A eleição é assunto para o ano que vem, quando for a hora”, disse o governador em entrevista ao Jornal de Brasília, na semana passada.

Na Câmara, o presidente Joe Valle e o deputado distrital Reginaldo Veras estão postos como parlamentares independentes. Veras disse ontem, inclusive, que a chance de ele voltar à base é “zero”.

PDT marca data para definir o seu futuro

Em reunião na noite de ontem, o presidente do PDT, Carlos Lupi, o presidente da legenda no DF, Georges Michel, e os deputados distritais Joe Valle e Reginaldo Veras marcaram a data em que a executiva regional do PDT deve deliberar sobre a relação do partido com o governo Rollemberg.

Em nota, Veras confirmou que a decisão de permanecer ou não na base de sustentação do Governo do DF deve sair na semana que vem. Ele mesmo protocolou, na semana passada, um requerimento no partido pedindo a reunião da executiva para definir os rumos que o partido tomará. Ele é um dos que defende que a legenda se posicione com urgência sobre a questão.

No PSD, nem Rogério Rosso, nem Arthur Bernardes, nem Renato Santana, se pronunciaram sobre o assunto.

BRIGA INTERNA

  • Enquanto o deputado distrital Robério Negreiros está na base do governo, o deputado federal Izalci Lucas tenta, a todo custo, manter o comando do partido no DF. Ele não esconde a intenção – e já se comporta como – de se candidatar ao governo. Diz contar com apoio da executiva nacional e enfrenta uma briga com a outra ala do partido, com tendência a se aliar a Rollemberg.

  • Izalci sustenta que o partido precisa protagonizar uma candidatura para dar palanque a Geraldo Alckmin, que deve ser o candidato tucano ao Palácio do Planalto. Ele defende o protagonismo da sigla na capital federal. Negreiros, por outro lado, que diz não se interessar pelo comando, argumenta que Lucas já virou piada e, se não consegue unidade nem no partido, como poderá aglutinar apoios para se candidatar ao governo.

Assessoria de Comunicação Social do deputado Wasny - 28/09/2017


O deputado Wasny de Roure vai mover ação judicial para questionar a inconstitucionalidade do substitutivo ao PLC nº 122/2017, aprovado na CLDF e que muda a previdência dos servidores do DF. Bem como, apresentar uma série de representações para discutir as demais irregularidades.  O parlamentar deve protocolar as ações assim que for publicada a lei no Diário Oficial.
“É uma afronta a Lei de Responsabilidade Fiscal e a legislação federal em matéria previdenciária e uma afronta a Lei de Orgânica do DF. Isso tudo é um desrespeito ao servidor público que acumulou ao longo dos anos o seu recurso para aposentar com dignidade”, frisou o deputado.
O Projeto que trata das mudanças do Iprev (Instituto de Previdência dos Servidores do DF) foi aprovado com o voto contrário de Wasny, por 14 distritais. Wasny fez questão de ler seu voto em separado, contendo 28 páginas, onde aponta uma série de irregularidades jurídicas consistentes que inviabilizam as mudanças.
Durante a votação que durou mais de 10 horas, Wasny criticou duramente o item que tratava da utilização dos recursos existentes atualmente que serão incorporados pelo Fundo Garantidor.    Wasny classificou a proposta do governo como “enganação”. Segundo o parlamentar, “já era previsto que haveria surpresas”, mas não era esperado que o governo lançasse mão dos recursos principais do fundo. Joe Valle fez um apelo aos colegas para que a emenda de sua autoria fosse acatada na votação de segundo turno. “Vamos voltar a apresentá-la, não podemos permitir saques de recursos que formam a base do fundo”, afirmou.
O texto aprovado traz duas principais novidades em relação às versões anteriores. Uma é a retomada de um ponto da matéria original elaborada pelo GDF: a unificação dos fundos do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev). A segunda mudança, que viabilizou a aprovação, foi a criação do chamado Fundo Solidário Garantidor, que tem o objetivo de captar recursos para o Iprev

Projeto que permite governo usar dinheiro do Iprev para pagar salários e reduz contribuição do GDF ao fundo é aprovado por 23 votos

Metrópoles - 29/09/2015 9:41

A terça-feira (29) foi amarga para os servidores e contribuintes brasilienses. Os deputados distritais aprovaram um projeto substitutivo que permite ao GDF retirar 75% do superávit de R$ 1,7 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) para pagar salários está na pauta da Câmara Legislativa. Além de usar dinheiro previsto para a aposentadoria dos servidores, o projeto reduz a alíquota da contribuição do GDF para o fundo de 22% para 16,55%, ameaçando a sua liquidez a longo prazo.

Uma das condições impostas pelos deputados é que o governo dê como garantia para o pagamento do empréstimo terrenos com liquidez e que devolva o dinheiro até 2018. Mesmo assim, em reunião realizada no Palácio do Buriti durante a tarde, Rodrigo Rollemberg (PSB), garantiu repor os recursos em 180 dias. O projeto do Iprev teve sua admissibilidade aprovada pelas comissões de Orçamento e Finanças (Ceof) e de Constituição e Justiça (CCJ) na manhã desta terça.

Os distritais ficaram numa sinuca de bico. Ao mesmo tempo que temiam pela impopularidade de uma proposta que sequestra parte do dinheiro das aposentadorias dos servidores, não queriam ser culpados caso o GDF não pague os salários dos servidores no próximo quinto dia útil de outubro. Sem o dinheiro do Iprev, destinado a pagar aposentadorias futuras dos servidores, o governo alega não ter recursos em caixa para honrar os compromissos.

Confira aqui no Metrópoles a cobertura das votações desta terça na Câmara Legislativa.

18h00 – Todos os projetos são aprovados em segundo turno. A sessão é suspensa por cinco minutos. As pessoas na galeria gritam : “Casa sem vergonha”.

17h56 – O deputado Chico Vigilante (PT) se revoltou ao ser chamado de “ladrão e traidor” pelos servidores. “Aceito ser vaiado, mas não ser chamado de ladrão”, disse.

17h52 – “É importante mostrar que esse projeto garante o salário de vocês. Se não aprovássemos, vocês não o teriam”, diz Rodrigo Delmasso diante da reação dos servidores na galeria.

17h48 – Aprovado o projeto do Iprev em primeiro turno. Foram 23 votos a favor e um contra de Wasny de Roure.

17h40 – Luzia de Paula (Rede) mandou beijo para os servidores enquanto eles vaiavam. “Votou contra o povo, na urna vai ter troco”, responderam os sindicalistas na galeria.
 

17h32 – Wasny de Roure (PT) votou contra as mudanças no Iprev.

17h29 – Começa a votação do Projeto de Lei Complementar nº 30/2015, que autoriza o governo a usar recursos do Iprev para pagar os salários de servidores.

17h28 – Mudanças na compra de produtos eletrônicos aprovadas. Todas as votações são em primeiro turno.  

17h26 – Começa a votação sobre o aumento do ICMS para compra de produtos eletrônicos pela internet.

17h25 –  O aumento do ICMS para bebidas e cigarro pode aumentar em R$ 280 milhões a arrecadação do GDF.

17h21 – Deputados aprovam o PL 651, que regulamenta o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.

17h14 – Os parlamentares aprovaram o aumento do ICMS para bebidas e cigarro por unanimidade.

17h13 – Dos 24 deputados, 21 estão em plenário. 

17h09 – Os deputados começam a votar o aumento de ICMS para bebidas e cigarro. A Ceof aprovou, na manhã desta terça, projeto de autoria do Bispo Renato (PR), que aumenta a alíquota de 27% para 31%. O projeto do Executivo que prevê o aumento não foi analisado.

17h07 – Servidores gritam: “Não mexe no Iprev, se não vai ter greve”.

16h59 – Apitos, gritaria, assovios e vaias marcam a presença dos servidores no plenário.

16h50 – Servidores gritam em plenário: “Não é mole não. Não aumenta o salário, mas aumenta o busão”.

16h42 – Primeiro item da pauta: o nome do secretário de Ciência e Tecnologia, Paulo Salles, é aprovado para a presidência da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa).

16h38 – Luzia de Paula se pronuncia em plenário. Ela fala sobre a saída do PEN para a Rede.

16h35 – Os servidores que estão no plenário gritam: “O povo não é bobo, Rollemberg é mentiroso”.

16h34 –  Os deputados marcaram, durante a reunião de líderes, um encontro na quinta-feira (1º/10). Eles querem a presença do governador do DF, Rodrigo Rollemberg, e dos representantes de sindicatos. A intenção é que o governo apresente um cronograma para o pagamento dos reajustes aprovados na gestão de Agnelo Queiroz (PT) para 32 categorias.

16h33 – “Não vamos desistir dos reajustes aprovados nesta Casa”, diz a presidente da Câmara, Celina Leão.

16h32 – Na galeria do plenário, as pessoas pedem auditoria nas contas do GDF.

16h24 – Depois das vaias, Delmasso afirma que o prometido tem de ser pago e é aplaudido.

16h23 – Rodrigo Delmasso (PTN) chega ao plenário e é vaiado ao subir no palanque.

16h18 – Está aberta a sessão. Somente seis deputados estão em plenário: Agaciel Maia (PTC), Reginaldo Veras (PDT), Ricardo Vale (PT), Wasny de Roure (PT), Luzia de Paula (Rede) e Lira (PHS).

16h06 – A reunião de líderes está quase no fim. Em breve, os deputados descerão para o plenário.

16h01- Servidores do SindSaúde ensaiam o grito de guerra para entoar no momento em que os deputados entrarem em plenário: “Queremos o que é nosso de qualquer jeito. Eu vim aqui para defender os meus direitos”.

15h57 – “Colocar a mão em dinheiro de previdência é uma coisa muito delicada, muito perigosa. Porém, no momento, precisamos ser homens e mulheres de muita coragem para fazer esse negócio acontecer e ter garantias reais de que o servidor será ressarcido. Isso é importante. Acima de tudo, não se pode deixar o servidor sem salário. Não foi uma opção que tivemos, foi a única saída”, afirmou a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

15h40 – Rollemberg promete ainda iniciar uma conversa com as categorias sobre a possibilidade de elaborar um cronograma para pagar os reajustes salariais que foram suspensos no pacote do arrocho. Com essas medidas, o governador tenta acalmar os servidores.

15h39 – A medida foi uma forma de o governo tranquilizar os servidores e facilitar a aprovação do projeto pelos distritais.  Na mesma reunião, Rollemberg disse aos servidores que estudará a possibilidade de retirar da Câmara Legislativa a proposta que transforma a licença-prêmio em licença-capacitação.

15h38 – Enquanto a votação não começa na Câmara, o governador Rodrigo Rollemberg trabalha para garantir a aprovação do projeto. Em reunião com sindicalistas no Palácio do Buriti, ele acaba de se comprometer a devolver o dinheiro retirado do Iprev em 180 dias.

15h36 – O projeto do Iprev será votado em primeiro e segundo turnos ainda nesta terça. Logo depois, o documento chega às mãos de Rodrigo Rollemberg (PSB) para ser sancionado. A decisão será publicada em uma edição extra do Diário Oficial do DF.

15h27 – A Polícia Militar estima que o número de pessoas que tentam entrar na Câmara aumentou de 400 para 800.

15h25 – Representantes do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro) conseguem entrar. Os manifestantes reclamavam que somente servidores da saúde tinham acesso à Câmara.

 

15h12 – Mais de 400 pessoas, segundo a Polícia Militar, tentam entrar na Câmara para acompanhar a votação. Os servidores reclamam de não terem acesso à Casa.

15h04 – Servidores e seguranças entram em conflito na porta da Câmara Legislativa. A Polícia Militar precisou intervir.

 

15h03 – Na sala da liderança, deputados e representantes dos sindicatos fazem um debate acalorado sobre a proposta.
 

15h00 – Tumulto na porta da Câmara Legislativa. Servidores querem entrar para acompanhar a votação do projeto do Iprev.

14h13 – Com três votos favoráveis, CCJ aprova a admissibilidade do projeto do Iprev. Agora o projeto vai ao plenário.

14h09 – Integrantes da CCJ começam a debater o projeto do Iprev. Deputados Sandra Faraj, Cristiano Araújo (PTB) e Robério Negreiros apresentam um substitutivo. Eles querem garantias de que o dinheiro será devolvido até 2018 e que os recursos sejam liberados exclusivamente para pagamento de salários.

13h48 – Fumantes, os distritais Raimundo Ribeiro e Chico Leite brincam que, com o aumento do ICMS do cigarro, vão fumar menos.

13h47 – Deputado Chico Leite (Rede) passa a integrar a mesa. Ele explicou que estava ausente porque participava de um debate com servidores e integrantes do governo sobre pacote de arrocho de Rollemberg.

13h45 – Depois de um recesso, distritais da CCJ retornam à votação e aprovam projeto que aumenta ICMS de bebidas e cigarros, de autoria do deputado Bispo Renato.

12h36 – CCJ aprova admissibilidade de projeto que altera regras para concessão de alvarás. Prazo para emissão dos documentos cai para até dez dias úteis. Proposta passou com quatro votos favoráveis, já que o deputado Bispo Renato chegou.

12h33 – Secretários de Fazenda, Pedro Meneguetti, e de Relações Institucionais, Marcos Dantas, acompanham reunião da CCJ.

12h03 – Dos cinco integrantes da CCJ, dois ainda não chegaram. O deputado Chico Leite (Rede) estaria reunido com integrantes do GDF. Já o deputado Bispo Renato (PR) acompanhou a votação do projeto dele na Ceof, mas ainda não compareceu à CCJ. Estão na mesa a presidente Sandra Faraj (SD), Raimundo Ribeiro (PSDB) e Robério Negreiros (PMDB).

11h53 – Começa reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Projeto do Iprev na pauta da reunião.

11h50 – Ceof aprova projeto de autoria do Bispo Renato (PR), que aumenta alíquota de ICMS para bebidas e cigarro de 27% para 31%. O projeto do Executivo que prevê o aumento não foi analisado.

11h42 – Comissão aprova redução de 20% nos salários de governadores, secretários e administradores regionais. Todos os integrantes da Ceof aprovaram (são cinco distritais). “A economia é pouca. É um pingo d´água no oceano, mas vamos votar pelo simbolismo”, justificou Agaciel Maia.

11h39 – Agora, integrantes da Ceof analisam projeto que reduz salários do governador e secretários.

11h28 – Distritais Júlio Cesar (PRB), Israel Batista (PV) e Agaciel Maciel (PTC) aprovaram a admissibilidade do projeto do Iprev na Ceou. Deputado Wasny (PT) votou contra. Rafael Prudente (PMDB) se absteve. Proposta agora vai para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).


Integrantes da Ceof aprovaram admissibilidade do projeto que retira dinheiro do IprevKelly Almeida 

11h21 – Presidente da Ceof, Agaciel Maia (PTC) concorda com Wasny, mas diz que as condições não são normais. “Os deputados estão entre a cruz e a espada”, pois os servidores precisam receber salários. Segundo o parlamentar, se a Câmara não autorizar a retirada do dinheiro do Iprev, R$ 1,1 bilhão vão deixar de circular no DF, prejudicando toda a economia.

11h16 – Ceof começa a analisar projeto do Iprev. Deputado Wasny de Roure (PT) pede mais tempo. Acredita que haverá questionamentos no Supremo sobre legalidade da proposta. “Essa Casa pode cometer um erro gravíssimo”, disse.

11h03 – Ceof aprova projeto que altera a cobrança de ICMS de microempresas que adquirem produtos em outras unidades da Federação.

10h52 – A comissão aprovou outra medida prevista do pacote de arrocho de Rolemberg, que prevê alterações na cobrança de ICMS nas compras via comércio eletrônico.

10h37 – A reunião da Ceof começa mesmo sem a presença de todos o integrantes da comissão. O deputado Wasny de Roure (PT) pediu logo no início da reunião para que o projeto do Iprev fosse retirado de pauta, o que foi negado pelo presidente, Agaciel Maia (PTC).

10h25 – Para garantir que tudo ocorra como quer o GDF, os secretários de Fazenda, Pedro Meneguetti, e o de Relações Institucionais, Marcos Dantas, acompanham neste momento as votações nas comissões. “Acredito sim, que vai passar”, antecipou Meneghetti sobre o projeto que permite ao GDF retirar R$ 1,7 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) para pagar salários.

10h15 – Em nota publicada nesta terça, o Fórum em Defesa do Serviço Público no DF e o Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público do DF repudiam as ações do governador Rodrigo Rollemberg de “avançar sobre os recursos financeiros do Iprev para subtrair o dinheiro que irá pagar futuras aposentadorias dos servidores públicos”. Os servidores alegam que uma eventual aprovação do projeto causará “problemas para as futuras aposentadorias, porque irá descapitalizar o fundo e criar problemas administrativos imediatos para o GDF, dentre eles o impedimento de adquirir empréstimos”.

10h02 – A presidente da CCJ, deputada Sandra Faraj (SD), disse que não há acordo ainda para os projetos que impliquem aumento de impostos, caso do IPTU, TLP e ICMS de bebidas e cigarros. Mas, com relação ao projeto do Iprev, a expectativa é que seja aprovado: “Acredito num embate grande, porque é melindroso, mas é a única maneira de os servidores terem os salários pagos em dia”, explicou.