Palocci sucumbiu. Foi como se mandasse uma coroa de flores para o mito petista com uma mensagem no cartão: “Descanse em paz”

Por Josias de Souza/Foto: Facebook - 07/09/2017 - 00:47:23

Os deuses do acaso foram caprichosos com Lula. No dia do encerramento da caravana nordestina do pajé do PT, Antonio Palocci prestou depoimento a Sergio Moro, em Curitiba. Lula gastou os últimos 20 dias fazendo pose de “guerreiro do povo brasileiro”. Em duas horas de depoimento, Palocci demoliu a fantasia. Acusou o líder máximo do petismo de guerrear pelos interesses da Odebrecht. Num “pacto de sangue” com a construtora, Lula amealhou propinas para bancar suas campanhas eleitorais e os seus confortos, dedurou o amigo.

Ao quebrar o silêncio, Palocci acrescentou uma novidade no processo de apodrecimento da reputação de Lula. Pela primeira vez, o ex-soberano enfrenta a autofagia companheira. Até aqui, Lula dedicou-se a desqualificar o juiz e os procuradores da Lava Jato. Se fizer o mesmo com Palocci será como xingar a própria imagem refletida no espelho. Palocci mantinha com Lula uma relação do tipo unha e cutícula.

Lula talvez não tenha se dado conta. Mas empurrou o companheiro para o colo dos investigadores. Num dos processos que responde na Lava Jato, Palocci é acusado de coletar verbas sujas em nome de Lula. Na contabilidade do Departamento de Propinas da Odebrecht, a verba destinada a Lula era lançada na rubrica “Amigo”. O ex-presidente petista respondeu à suspeita assim:

“Quem tiver contando mentiras, quem tiver inventando historinhas, quem tiver dizendo que criou uma conta pra mim, para um terceiro… Já faz sete anos que eu deixei a Presidência. Essa conta está onde? Esse terceiro está onde? Esse cara deve estar comendo, então, o dinheiro que era pra mim, porra!”

Preso em Curitiba, Palocci ficou imprensado. De um lado, a provedora Odebrecht. Do outro, o beneficiários dos mimos, que jura não ter recebido nada. Ou Palocci abria o bico ou seria condenado como um comedor solitário e egoísta de propinas —sem atenuantes. Faltando-lhe o histórico militante de José Dirceu, Palocci sucumbiu. Foi como se mandasse uma coroa de flores para o mito petista com uma mensagem no cartão: “Descanse em paz.”


O “Dia D Formação em Rede” contará com cerca de 400 educadores que serão sensibilizados para trabalhar o tema do combate à corrupção na comunidade escolar

O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) participa na próxima terça-feira, 12 de setembro, de treinamento para gestores de escolas públicas. Em parceria com a Secretaria de Educação do DF, a formação pretende abordar a formação para a prevenção à corrupção no ambiente escolar. A parceria reforça o papel da educação como caminho para entender os prejuízos causados pela corrupção e seu enfrentamento: preventivo, de controle e repressivo.

Segundo Elisa Pinheiro, diretora de Ensino Fundamental, o objetivo é que os participantes sejam multiplicadores do assunto. No dia 20, os gestores educacionais que receberam a formação vão ministrar esse treinamento para os servidores das suas respectivas escolas. “Os professores vão poder desenvolver vários projetos e ações diferentes com o tema, de acordo com o perfil dos alunos e da sua comunidade”, explica.

A promotora de Justiça Luciana Asper será uma das palestrantes do treinamento e acredita no impacto positivo de levar a temática da corrupção para as escolas: “Vivemos momento histórico único para dar um passo fundamental na agenda da corrupção, chamando toda a sociedade para a responsabilidade de perceber que todos nós podemos fazer algo para mudar o rumo que tomamos. O enfrentamento à corrupção há de ser uma ação coletiva. Este encontro viabilizará amplamente às escolas públicas do DF um despertar de estratégias simples que podem colaborar com a valorização da honestidade nos atos do dia a dia, formando cidadãos menos vulneráveis às práticas corruptas”.

Cidadão contra a Corrupção
O “Dia D Formação em Rede” contará com cerca de 400 educadores, sendo um de cada escola pública do DF. A atividade formativa acontece duas vezes por ano na rede pública de ensino, com assuntos diversos. Neste semestre, o tema escolhido foi “Cidadão contra a Corrupção” e terá a participação das promotoras de Justiça Luciana Asper e Fernanda Molyna.

“Os educadores serão incentivados e instrumentalizados a multiplicar, dentro da comunidade escolar, campanhas pela importância da honestidade no cotidiano, experiências para a sedimentação de caráter resistente às práticas corruptas, bem como incentivar e despertar as crianças jovens e professores para o controle social”, destaca Luciana Ásper.

Durante a formação, representantes da Escola Parque Anísio Teixeira, de Ceilândia, e da Escola Classe Jataí, em São Sebastião, vão compartilhar a experiência de receber a campanha do Ministério Público, que tem o intuito de disseminar o valor da honestidade e da cidadania para estudantes de escolas públicas e privadas, por meio de palestras. Em 2017, já foram promovidas mais de 65 palestras. No ano passado, quando o MPDFT começou a parceria com as escolas, foram 163, com mais de 27 mil estudantes impactados.


Todos juntos contra a corrupção
No dia 12 de setembro também será realizado o lançamento da campanha “Todos juntos contra a corrupção”, às 10 horas, no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em Brasília. O evento contará com a presença do presidente da instituição, Rodrigo Janot, e do ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário.
A campanha é uma iniciativa da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), que reúne mais de 70 órgãos e entidades em funcionamento no País. Através da denominada Ação 6 de 2017, coordenada pelo CNMP, a rede busca consolidar propostas de prevenção à prática da corrupção, fomentando a integridade social e a educação para a cidadania.

 

Correio Braziliense -  

Ana Viriato

A Justiça suspendeu a votação do projeto que altera o sistema previdenciário, prevista para as 15h desta terça-feira (5/9). A decisão é do desembargador Waldir Leôncio Lopes Junior, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Mais cedo, os deputados distritais Ricardo Vale (PT) e Wasny de Roure (PT) entraram com um mandado de segurança pedindo a suspensão da sessão marcada para a apreciação do texto do Executivo.

“Os argumentos lançados pelos impetrantes estão a demonstrar, nesse juízo inicial, manifesta transgressão às normas que disciplinam o processo legislativo, suprimido, com isso, o debate e a reflexão dos parlamentares a respeito da matéria de extrema relevância para os milhares de servidores que integram o funcionalismo público local”, argumentou o magistrado. O descumprimento da liminar acarretará multa diária de R$ 100 mil.

“A complexidade de algumas proposições legislativas, como a ora examinada, não permite que sejam concluídas em prazo exíguo, com inobservância de disposições regimentais, ainda que em trâmite em regime de urgência”, acrescentou o desembargador Waldir Leôncio.

No mandado de segurança, os deputados alegaram que houve inobservância ao prazo de 10 dias para oferecimento de emenda e que o regime de urgência não suprime o direito de manifestação dos parlamentares. “A matéria de extrema importância não foi analisada adequadamente por comissões como a  CCJ, a CAS e a Ceof, uma vez que foi votada e aprovada quatro dias úteis após o protocolo na Casa”, alegou Wasny.

GDF alega que, sem a mudança, não poderá honrar pagamentos de servidores

Correio Braziliense - 05/09/2017 06:00


"Vai melhorar o ambiente para todo mundo, especialmente para o servidor", afirma Rodrigo Rollemberg

Dez dias após chegar à Câmara Legislativa, o projeto que altera o regime previdenciário do Distrito Federal deve ser aprovado, hoje, pelos distritais. O governo garante ter os votos necessários para emplacar a proposição que une os dois fundos que reúnem as contribuições de servidores e cria o regime complementar — prova disso é que a base aliada conseguiu, por oito votos a três, inseri-la em pauta durante a reunião de ontem do colégio de líderes. A votação está marcada para as 15h e deve se estender até a noite.

Nos corredores da Casa, a base governista alega ter 14 votos favoráveis ao projeto, cuja aprovação renderia uma economia de R$ 170 milhões por mês ao Executivo local. Mas alguns dos nomes previstos na lista preferem não se posicionar publicamente sobre o tema, como Bispo Renato Andrade (PR) e Liliane Roriz (PTB). Ambos estarão em plenário hoje e dizem que a proposta ainda está sob análise. Do lado contrário, há nove votos desfavoráveis à proposição. Amparada por atestado médico em razão da gravidez, Sandra Faraj (SD) não deve comparecer à sessão (veja Placar).

O Palácio do Buriti defende que a aprovação da proposta é a única alternativa para tirar os cofres do vermelho — as contas fechariam com a compensação entre os dois fundos que compõem a previdência da capital. O caixa financeiro garante os repasses aos aposentados que ingressaram no serviço público até o fim de 2006 e fechará o ano com um deficit de R$ 3,4 bilhões, segundo o GDF. O capitalizado, por sua vez, é formado por recursos para as aposentadorias dos funcionários concursados a partir de 2007 e chegará ao fim de 2017 com um patrimônio de R$ 5,4 bilhões.

A articulação em torno da aprovação é tocada pelo líder do governo na Câmara Legislativa, Agaciel Maia (PR). O parlamentar defende que, ao emplacar o projeto, o Palácio do Buriti conseguirá honrar integralmente a folha de pagamento de servidores ativos, além de realizar investimentos e quitar dívidas com fornecedores. “Ao parar de retirar dinheiro da receita para realizar os repasses aos aposentados, o Executivo local vai alcançar o equilíbrio nas contas e realizar benfeitorias”, resume.

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) classifica a matéria como “uma questão de justiça. “Teremos condições de pagar o adiantamento de férias dos professores na primeira semana de janeiro. Vai melhorar o ambiente para todo mundo, especialmente para o servidor”, disse.

A proposta também prevê a criação do regime complementar. Na prática, as aposentadorias de quem ingressar no funcionalismo público a partir da publicação da lei não poderão ultrapassar o teto do INSS, de R$ 5.531,31. Quem quiser receber mais, precisará aderir também ao fundo gerido pelo DF-Previcom. Entre as vantagens apontadas pelo Executivo local está a criação de um limite para gastos com aposentadorias e a diminuição, a médio prazo, do gasto com a contribuição patronal paga pelo GDF — para cada grupo de 10 mil servidores que ingressarem na previdência complementar, a estimativa do governo é de que haja uma economia de R$ 120 milhões.

Oposição

Distritais da oposição admitem que “o jogo está vencido pelo Palácio do Buriti”. Para eles, contudo, a proposição resolve apenas problemas a curto prazo. “A proposta vai, de fato, melhorar a situação delicada em que está o caixa. Mas não há garantias a médio e longo prazos. O governo não especificou como realizará os repasses no futuro”, pontua o líder da bancada petista, Ricardo Vale.

Contrário ao projeto, o presidente da Casa, Joe Valle (PDT), tentará, até o último minuto, barrar a aprovação do texto. O parlamentar vai apresentar um substitutivo que cria o Fundo Solidário de Compensação da Segregação de Massas. O caixa reuniria cerca de R$ 350 milhões provenientes de dívidas do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) com o Tesouro, em relação ao auxílio-doença, pago de 2010 a 2016.

O cofre também receberia 50% da contribuição patronal à previdência entre setembro e dezembro — cerca de R$ 15 milhões por mês. Com os dois montantes, acrescidos dos R$ 265 milhões que o governo recebeu da União, o Executivo local alcançaria os R$ 680 milhões necessários para fechar o ano com as contas em dia.

Pressão

Todas essas discussões serão acompanhadas de perto por sindicalistas que convocaram os representantes a comparecer à Casa. O Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta (Sindireta) confirmou que acompanhará a votação.

O Sindicato dos Professores do DF (Sinpro/DF), por sua vez, estará na Câmara Legislativa desde as 13h. Os representantes da categoria não ficaram convencidos da urgência do projeto, apesar dos dados fornecidos pelo governador Rodrigo Rollemberg em uma reunião na tarde de ontem. “Os números mostram uma situação delicada, mas não fornecem a segurança que os servidores necessitam”, resumiu a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.

Placar da votação

Veja como devem votar os distritais hoje

A favor:

Agaciel Maia (PR)

Chico Leite (Rede)

Cristiano Araújo (PSD)

Juarezão (PSB)

Júlio Cesar (PRB)

Lira (PHS)

Luzia de Paula (PSB)

Israel Batista (PV)

Rafael Prudente (PMDB)

Robério Negreiros (PSDB)

Rodrigo Delmasso (Podemos)

Telma Rufino (PROS)

Contra:

Celina Leão (PPS)

Chico Vigilante (PT)

Cláudio Abrantes (Rede)

Joe Valle (PDT)

Reginaldo Veras (PDT)

Raimundo Ribeiro (PPS)

Ricardo Vale (PT)

Wasny de Roure (PT)

Wellington Luiz (PMDB).

Não se posicionaram:

Liliane Roriz (PTB)

Bispo Renato Andrade (PR)

Atestado médico:

Sandra Faraj (SD)


Israel Carvalho e Valéria Leita (Psb) Local.

Aconteceu na manhã do ultimo domingo (20) de agosto de 2017, no auditório do Centro de Ensino Médio- CEM 1 do Gama, mais um congresso zonal do PSB. O congresso teve como objetivo principal a troca do comando da Zonal do PSB – GAMA, onde assumiu o posto, Israel Carvalho, líder comunitário, ativista cultural e comunicador.

Na solenidade, foi servido um delicioso café da manhã para todos os que estiveram presentes. Durante o evento foram eleitas as Coordenações e os respectivos secretários zonais, com assento nas Executivas do PSB local. Além de terem sido eleitos os delegados junto ao congresso distrital. Todos extremamente comprometidos com as teses políticas do partido.

Este evento envolve os Segmentos Sociais, que atuam e desenvolvem as políticas do PSB no Movimento sindical, de juventude, mulheres, negritude, LGBT e o MPS (Movimento Popular Socialista).

Propostas estão sendo discutidas, também e algumas das que já foram aprovadas, que revolucionam o PSB, é a paridade de gênero com a divisão meio a meio na ocupação de cargos de direção entre homens e mulheres. Isso, mesmo que lei garanta apenas trinta por cento. Dentre diversas outras teses apresentadas pela própria militância.

Também foram eleitos os delegados junto ao Congresso Distrital do MPS\PSB que por sua vez elegerão a Coordenação Executiva para o DF e os delegados junto ao Congresso Nacional do MPS que se realizará em outubro próximo. Cada zonal elegeu conforme o número de participantes, sendo no mínimo três delegados por zonal eleitoral.

O Congresso da Zonal do PSB – Gama começou com o Hino Nacional Brasileiro. A ex-presidente Valeria Nilda da Fonseca Leite, presídio a abertura e cumprimentou a todos, agradeceu a presença e, constatando a existência de quórum legal, declarou aberto o Congresso. O início aos trabalhos começou com um resumo dos temas a serem tratados e em seguida foi feita a leitura da Resolução 003/2017, Regimento Interno dos congressos zonais. Em seguida foi aberta a palavra aos presentes para possíveis questionamentos e dúvidas. Feitos alguns questionamentos e esclarecidas algumas dúvidas, os congressistas aprovaram o Regimento Interno, concordando, assim, com os temas a serem abordados naquele Congresso. Após explanações do primeiro secretário do PSB, foi aberto aos congressistas a palavra para uma avaliação da conjuntura da política atual. O jornalista, convidado, Lucas Lieggio abordou um pouco da realidade política nacional e regional na atualidade.

Após a palestra foi realizado o momento de posse da única chapa inscrita. Os congressistas aprovaram, por aclamação, e a Mesa Diretora declarou-a eleita e automaticamente empossada.

No mesmo congresso foram eleitos os delegados e seus suplentes ao congresso nacional do PSB. A Coordenadora do Movimento de Mulheres Socialistas da PSB da Zonal de eleita foi a Luana Cristina Ferreira Maia, seguida das colaboradoras:

  • Valéria Nilda da Fonseca Leite

  • Priscila Ribeiro da Cunha

  • Vanessa Carvalho de Lima Gonçalves

  • Heloísa Fernandes Bandeira

  • Sueli Hernandes dos Santos Correia

Como delegadas para o Congresso Distrital de Mulheres foram eleitas as seguintes representantes:

  • Luana Cristina Ferreira Maia

  • Valéria Nilda da Fonseca Leite

  • Priscila Ribeiro da Cunha

  • Vanessa Carvalho de Lima Gonçalves

  • Heloísa Fernandes Bandeira

  • Sueli Hernandes dos Santos Correia

Em seguida foi encerrado o Congresso do Movimento de Mulheres Socialistas do PSB-DF da Zonal, nada mais havendo a discutir, eu Geralda Lopes de Resende, lavroua ATA, que após lida e aprovada foi assinada pelas pessoas presentes.

Após realizado todo o cronograma, opresidente perguntou aos delegados se teriam mais algum assunto a ser tratado. Não havendo mais nada a ser discutido, ele agradeceu a presença de todos e convocou os membros titulares do Diretório da 4ª e 17ª Zona Eleitoral eleito para uma reunião. A mesma aconteceu ao termino do Congresso e teve como finalidade eleger a nova Comissão Executiva do Partido. Nada mais havendo a tratar, encerrou-se a reunião determinando que fosse lavrada uma ata, que depois foi lida e aprovada. A mesma foi assinada pelo Secretário e pelo Presidente do congresso.

A força da mulher no cenário político local "seguimento de mulheres Gama e Santa Maria - PSB"

 

Chapa eleita e nova composição do diretório 4ª e 17ª Zona (Gama e Santa Maria):

Membros Diretório Zonal (Titulares)

1.  Israel Gonçalves Ribeiro Carvalho (Presidente)

2.  André Luiz Correa da Silva (Vice-presidente)

3.  Vanessa Carvalho de Lima Gonçalves (Secretário-geral)

4.  Rodrigo Carvalho de Oliveira (Primeiro Secretário)

5.  Jeanice Alves Santos (Segundo Secretário)

6.  Moises da Silva Santos (Primeiro Secretário de Finanças) 

7.  Luciete Rodrigues da Silva (Segundo Secretário de Finanças)

8.  Luana Cristina Ferreira Maia

9.  Gabriel Gonçalves Pereira

10. Marcos Talles Rodrigues da Silva

11. Sueli Hernandes dos Santos Correa

Membros Diretório Zonal (Suplentes)

1. Weslei Gomes Vieira 

2. Ligia Oliveira Silva

3. Joanildes Henrique Silva Linhares

4. Valdirene Nunes Barbosa - (Suplente)

Conselho de Ética Zonal (Titulares)

1. Jean Rodrigo Rocha Meira do Santos

2. Mayanne Cardoso Bezerra

3. Heloisa Fernandes Bandeira

Conselho de Ética Zonal (Suplentes)

1. Letícia Barbara Carvalho Feres

2. Wagner Vicente de Souza

3. Eva Helena Gomes Nogueira Teles

Conselho Fiscal Zonal (Titulares)

1. Francisco Onildo de Aquino Júnior

2. Daniel Henrique Linhares

3. Antônio Carlos do Nascimento

Conselho Fiscal Zonal (Suplentes)

1. Luana Isabelly de Oliveira

2. Aretusa Simone de Oliveira

3. Dimas Souza e Silva

Delegados ao Congresso Regional (Titulares)

1. Weslei Gomes Vieira

2. Letícia Carvalho

3. Ligia Oliveira Silva

4. Israel Gonçalves Ribeiro Carvalho

5. Aretusa Simone de Oliveira

Delegados ao Congresso Regional (Suplentes)

1. Jeanice Alves Santos

2. Marcos Talles Rodrigues da Silva

 

 

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Da redação do Gama Cidadão

Relator do processo na Comissão de Ética, Agaciel Maia (PR), afirmou que não pode julgar um deputado a partir de matérias jornalísticas

Por Manoela Alcântara/Michael Melo/Metrópoles - 21/08/2017 - 16:34:53


A Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa arquivou o processo de cassação contra a deputada Sandra Faraj (SD). Por unanimidade, os integrantes do colegiado decidiram que o processo de investigação pelo uso irregular da verba indenizatória não vai sequer a plenário.

O relator do caso, deputado Agaciel Maia (PR), leu o relatório na tarde desta segunda-feira (21/8) e considerou “incabível a manifestação da comissão sobre um processo penal que ainda está acontecendo”.

O pedido de cassação contra a deputada foi uma iniciativa da ONG Adote um Distrital, após denúncia de uso indevido de verba indenizatória. A entidade alegou a falta de comprovação de pagamentos à empresa de publicidade Netpub. Segundo os proprietários da agência, que cuidava do site da parlamentar, ela recolhia os recibos, fazia o pedido de ressarcimento à Casa, mas não repassava o pagamento à empresa.

Em 23 de maio, a Comissão de Ética aceitou o andamento do processo por unanimidade. Na ocasião, foi eleito como relator o deputado Agaciel Maia, hoje líder do governo na Câmara. Após o prazo regimental de 90 dias ele afirmou na comissão que “os argumentos eram fundados em matéria jornalística e que a comissão não pode basear suas decisões em matéria midiática”.

Sobre a oitiva das testemunhas pelo corregedor, Maia argumentou que não houve garantia do direito de presença das partes, o que ofende a Lei Penal vigente. O relator entendeu que são nulos os depoimentos. “A Comissão de Ética não pode tirar o mandato de um parlamentar pela existência de processos judiciais que ainda estão em andamento. O processo não transitou em julgado”, disse.

Para o arquivamento, Agaciel precisava de pelo menos três votos da comissão, mas conseguiu unanimidade. Wellington Luiz (PMDB) foi o primeiro a concordar com o relator. Raimundo Ribeiro (PPS) também acompanhou o voto ao afirmar: “Notícia de jornal, hoje, vale mais que decreto sentencial”. Telma Rufino (PROS) e o presidente da comissão Ricardo Vale (PT) também votaram a favor do arquivamento.

Quando falamos de geopolítica, não devemos restringir a análise aos movimentos globais, intercontinentais

Por José Seabra - Notibras.com - 14/08/2017 - 14:31:25

A relação entre a geografia e a política é mais profunda do que imaginam os eleitores em regimes autenticamente democráticos. Quando falamos de geopolítica, não devemos restringir a análise aos movimentos globais, intercontinentais. Ela acontece na esquina de casa. Diariamente.

Quando reduzimos a observação ao patamar daquilo que nos interessa, no nosso bairro, na nossa cidade e Estado, então estamos no caminho correto. É para isso que existem as assembleias municipais e estaduais.

No caso do Distrito Federal, é a Câmara Legislativa, onde estão os 24 representantes da população. São eles que têm obrigação de conhecer nossos problemas e necessidades. Teoricamente, esse conhecimento deverá ser utilizado para encontrar soluções. Seja por meio de leis, seja por meio da governança.

E é aí que entra a questão maior: para ter o poder de determinar e executar projetos, os 24 deputados dependem daquele que comanda o Palácio do Buriti. Ou o governador concorda com a execução das soluções, ou o deputado distrital senta na cadeira dele e cumpre sua missão. Por esse ângulo, é natural que o sucessor de Rodrigo Rollemberg deixe a CLDF e vá para o outro lado da praça.

Só existe uma forma de conquistar isso que é pelo voto. Mais uma vez, teoricamente, temos 24 nomes aptos a comandar o Buriti em 2019. Na prática, quem deveria governar nossas soluções seria um deles. Mas quem vai revelar esse nome é o eleitor.

Outros oito parlamentares podem ser somados aos deputados distritais. Na Câmara Federal, o Distrito Federal também dispõe de políticos que estão de olho no Palácio do Buriti. A soma, assim, chega a 32. Mas as atribuições dos federais estão mais distantes da população. Por mais que eles se esforcem em marcar presença dominical nas feiras e igrejas, são os distritais que vivem o dia a dia do cidadão brasiliense, que pisa nos gabinetes da Câmara Legislativa e que raramente vai ao Congresso Nacional expor suas mazelas.

Para chegar à soma de 35 naturais candidatos, somamos mais três senadores, cujas funções estão ainda mais distantes do varejo diário de problemas dos candangos. Especialmente nesse mandato em que o Distrito Federal não pode contar com nenhum dos senadores. São todos inoperantes.

O leque é grande! Rollemberg é candidato natural a uma reeleição improvável. Chegamos, então, a 36 candidatos. Por fora, digamos, correm outros franco-atiradores que pretendem resolver os problemas do DF. São cerca de meia dúzia. É muito candidato ao Buriti, mais de quarenta!

Como a lógica política não é essa, melhor praticarmos a geopolítica. Isso significa que se filtrarmos todos os nomes, quem conhece mesmo as nossas cidades são os deputados distritais e o próprio governador.

O que vai fazer diferença é a capacidade de encontrar soluções, executar projetos, cumprir compromissos, ter ótima relação com a Câmara Legislativa. O governador, segundo sua atuação, embora conheça a cidade, não encontra soluções, não executa projetos nem tem uma boa relação com a CLDF.

Dos quarenta possíveis candidatos, espremendo atributos, voltamos a reduzir aos 24 distritais a possibilidade de um deles ocupar o Palácio do Buriti. Se teoricamente essa tese tem fundamento, na prática saberemos até o fim do ano quem serão nossos deputados distritais candidatos ao Governo do Distrito Federal. Esses sim, que conhecem as mais de quarenta regiões do Distrito Federal na palma da mão e seus moradores pelos nomes.

O eleitor receberá uma ajuda importante de quem pode eliminar alguns pretendentes: o Ministério Público ou o Tribunal de Contas, com o auxílio da Polícia Federal. Assim será mais fácil. É só fazer uma lista com 24 nomes e riscar um a um, em caso de impedimento, até chegar ao futuro governador.

Ainda que o pobre eleitor não saiba, ele estará participando da geopolítica.