Seg07282014

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

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A matéria publicada no blog do Arretadinho, no dia 19 de julho, com o título "Audiência pública esclarece população sobre o BRT", cita a deputada Celina Leão de maneira irresponsável.
 
Esclarecemos, ao blogueiro Joaquim Dantas, que a parlamentar acompanha de perto o Transporte Público do Distrito Federal, desde o lançamento do edital de licitação para as empresas que, hoje, operam o transporte no DF. A deputada Celina Leão tem Ações Populares que tramitam na Justiça questionando a lisura da licitação, que na avaliação dela foi uma fraude. Portanto, sua presença no debate sobre o BRT é algo natural, suas afirmações partiram do conhecimento de causa que tem, aliadas às inúmeras reclamações e denúncias que recebe em seu gabinete. 
 
iimg"A fala de quem rebate uma parlamentar que participa de todos os debates sobre transporte público no DF e em outros Estados é que me soa como oportunista, sem qualquer conhecimento do que fala" afirma a deputada.
 
Celina Leão destaca, que 16 linhas que rodavam no Gama foram desmontadas e algumas nem existem mais. "Disse durante o debate do BRT e volto a afirmar, que as pessoas levam até 1h nas paradas de ônibus dentro do Gama para chegarem até o BRT e não 1h esperando o BRT como afirma a matéria", esclarece a parlamentar.
 
A deputada lembra, que sua fala foi consenso entre os presentes no debate e não apenas aplaudida por 15 pessoas, como afima o blog. Segundo Celina, o único orador ostilizado foi o que defendeu o transporte no DF, defesa que foi na contramão das reclamações apresentadas pela maioria. "Foi vaiado porque tentou defender algo que não tem defesa, a verdade é que a a licitação do Transporte no DF diminuiu consideravelmente a frota de ônibus  e a população está sentindo isso na pele", considera Celina.
 
Irene Cavalcante
Assessora de imprensa da deputada Celina Leão - 28/07/2014
 
Assista os vídeos gravado na Audiência Pública:
 

 
 

 
 

 
 

 

Gama: Solidariedade do jiu-jítsu

A garotada tem aulas duas vezes por semana e não perde a oportunidade de treinar com os mestres: inspiração.

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Professores de luta criam associação com o objetivo de treinar crianças carentes do Gama e formar futuros campeões. Para participar das aulas gratuitas, além de fazer bonito no tatame, meninos e meninas precisam manter bom desempenho na escola. ...

As noites de terças e quintas-feiras no Centro Comunitário do Gama Leste são diferentes. Nesses dias, o espaço ganha ares de academia. É lá que a Associação de Lutas Futuros Campeões, criada há dois anos pelo professor e advogados Bruno Souza Freitas, 38 anos, e pelo mestre de jiu-jítsu Eufrásio Santiago Nunes de Oliveira, 35, alimenta sonhos de muitas crianças.

Quando chegam ao local, meninos e meninas se apressam para cumprimentar os mestres e correm para o tatame para receber o treinamento. Há pouco mais de um ano, quando trocou as sapatatilhas de balé pelo quimono, Maira Carolina Aragão, 11 anos, se esforça para não faltar às aulas. “Comecei a fazer jiu-jítsu para aprender a me defender. Eu me sinto muito mais segura e me sinto acolhida aqui”, contou ao Correio, enquanto ajudava o irmão, um dos instrutores, a preparar a sala. Maira já é faixa cinza, a segunda na hierarquia da luta, e diz que pretende lutar até atingir a última graduação, “Vou fazer isso pelo resto da minha vida. Corro menos perigo se alguém tentar fazer alguma coisa comigo”, acredita.

O centro de lutas fica em uma das regiões mais perigosas da cidade, e a segurança é uma preocupação constante das famílias que vivem no local. Gabriel Alves Pereira, 12 anos, conta que, antes de começar a lutar, era encrenqueiro e se envolvia facilmente em conflitos. “Brigava muito na rua, tudo virava confusão. Hoje, estou mais tranquilo e, aos poucos, estou melhorando na escola”, afirma. A mãe do jovem, que quer ser lutador quando crescer, Tatiane Alves, 29, também vê avanços. “Ele aprendeu a ser mais companheiro, mais amigo. Recebe bons conselhos aqui e está mais calmo em casa”, afirma a secretária.

Assim como Tatiane, Gracilene Pereira, 33 anos, nota a melhora de comportamento dos filhos. A orientadora leva Matheus, 12, e Mariana Pereira, 9, ao centro desde o primeiro dia do projeto e acredita que a dupla está mais educada e disciplinada. “Eles não me respondem mais. Quando começam de malcriação, eu digo que vou contar para o professor e eles melhoram na hora”, conta, aos risos. Gracilene afirma que os filhos vão continuar nas aulas enquanto a iniciativa existir. “É uma bênção para essas crianças, elas têm um objetivo, saem das ruas”, completa.

Dois meninos que vão, em breve, participar de uma competição de lutas compartilham o nome e querem seguir carreiras que têm como principal objetivo proteger as pessoas. João Pedro Rodrigues e João Pedro Onorato Filho, os dois com 7 anos, pretendem ser policial e bombeiro, respectivamente. As crianças afirmam que a atividade preferida é lutar. “Eu aprendi que não posso brigar e xingar e preciso estudar todos os dias. Assim, posso continuar nas aulas”, afirma o aspirante a bombeiro. Tímida, a dupla esperava ansiosa o início das atividades na noite da última quinta-feira enquanto conversam com os amigos que fizeram nos treinos.

Atual campeão brasiliense de jiu-jitsu em sua faixa e categoria de peso, Danilo Isítio, 12 anos, começa a traçar uma trajetória nas competições. Em apenas um ano, conquistou o primeiro título e coloca a disciplina como um dos maiores ganhos do treinamento. Maduro, afirma que a educação é o valor mais importante na vida de qualquer criança. “Sem estudo, não dá para ser ninguém na vida. Precisa ter a cabeça boa, não entrar em brigas e, todo dia, pegar no caderno”, afirmou. 

O projeto

Idealizador do projeto Bruno Souza Freitas explica que a ideia surgiu do desejo dele e de alguns amigos de estender o acesso ao esporte. Eufrásio Santiago Nunes de Oliveira conta que, quando começou a lutar, recebeu uma bolsa de estudos e auxílio de um professor e sempre sonhou em devolver para a sociedade tudo o que conquistou com a luta. 

Foi assim que, em 2012, os dois criaram a associação para oferecer aulas gratuitas de jiu-jítsu para a meninada da comunidade. “É um esporte caro e, como sempre moramos aqui, vimos que essas crianças não tinham condições de praticar. O nosso foco é tirá-las da rua, afastá-las das drogas e do caminho errado”, afirma Bruno. O Gama foi escolhido também pela falta de opção de lazer. “Temos que ir onde é mais perigoso, aonde eles precisam. Sempre lutei aqui e queria ajudar essa cidade de alguma forma”, diz Santiago.

"É  um esporte caro e, como sempre moramos aqui, vimos que essas crianças não tinham condições de praticar. O nosso foco é tirá-las da rua”

Bruno Souza Freitas, professor de jiu-jítsu e advogado

Participe

Para mais informações sobre o projeto acesse http://alfc.com.br/ ou ligue para 8648-1846.

Fonte: Por AILIM CABRAL, Correio Braziliense - 26/07/2014 - - 22:40:40

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Eleições: IDH entra no meio do tiroteio eleitoral

Com o Brasil em 79º no ranking de desenvolvimento humano, oposição critica o ritmo lento de crescimento, enquanto o governo enaltece o avanço de uma posição no ranking mundial, apesar de contestar os dados utilizados.

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Novo Gama, uma das cidades mais pobres ao redor do DF: a desigualdade é o grande entrave do país.

O retrato brasileiro pintado ontem pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), ao lançar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2013, serviu de munição tanto para a oposição quanto para o governo. Enquanto o Palácio do Planalto escalou ministros para comemorar a subida do Brasil no ranking mundial e contestar os dados usados pela agência da Organização das Nações Unidas (ONU), os adversários da presidente Dilma Rousseff criticaram o ritmo lento do crescimento do IDH brasileiro, menos acelerado que o de países vizinhos na América Latina e dos Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul)...

O Pnud avaliou o cenário de 187 países, destacando três dimensões como critério: vida longa e saudável; educação; e padrão de vida decente. No ranking, o Brasil está em 79ª posição, uma acima do ano passado, o que o coloca entre os países considerados com alto IDH. Na escala de 0 a 1, em que quanto mais próximo do 1 maior o desenvolvimento, o país está com 0.744 — contra 0.742 em 2012. Ajustado à desigualdade social, no entanto, o IDH mostra que, embora esteja se tornando mais desenvolvido, o Brasil ainda é muito desigual. Sob essa ótica, o índice cai 27%, fechando em 0.542.

Adversário de Dilma nas urnas em outubro, o senador Aécio Neves (PSDB) disse que é necessário reconhecer o avanço do Brasil nas últimas décadas, mas também é preciso superar a desigualdade social. “(O IDH) revela a necessidade de políticas públicas que promovam o desenvolvimento regional, diminuindo a desigualdade entre as regiões do país. Hoje, poucos estados são responsáveis por elevar o IDH brasileiro. As diferenças precisam diminuir também entre cidades, bairros e famílias, pelas quais a ação governamental precisa começar.”

O IDH não mede o desenvolvimento por município no país. Mas o Atlas do Desenvolvimento Humano Brasil, divulgado pelo Pnud em 2013, mostra essas disparidades. O Distrito Federal, por exemplo, é apontado com um dos melhores índices de renda, longevidade e educação, recebendo a classificação de “muito alto” desenvolvimento. Mas, logo ao lado, no Entorno, em cidades como o Novo Gama, a realidade é outra. O desenvolvimento é “médio”. Enquanto Brasília ficou na 9ª posição no ranking, Novo Gama aparece em 2.332º.

Para o secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira, a desigualdade “reflete a leniência do governo com as políticas sociais”. “São insuficientes para melhorar. Há muita concentração de riqueza e políticas muito frágeis para avançar em áreas como saneamento. É importante reconhecer que houve avanço, mas ainda fizemos muito pouco em termos de políticas sociais.”

Já o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, critica a lentidão do crescimento. “Isso é claramente percebido pela população. A realidade é bem diferente da propaganda do PT. Mostra que o governo perdeu tempo. Foi negligente durante a última década. Tivemos muitas oportunidades de surfar na onda do crescimento mundial, mas o PT procurou o caminho mais fácil ao fazer apenas políticas de distribuição de renda, sem observar outros fatores importantes”, ataca. A desigualdade também diminui em ritmo lento. Em 2011, o IDH caiu 27,2% quando se ajustava ao item, ou seja, apenas 0,2 ponto percentual a mais que 2013.

O dado que reforça o ritmo lento de crescimento brasileiro é o de que, embora tenha subido no ranking de 2012 para 2013, o país perdeu quatro posições entre 2008 e 2013. O IDH do Brasil avançou de 0,731 em 2008 para 0,744 em 2013. Em outras palavras, outros países cresceram mais rápido que o Brasil no período.

Já o governo brasileiro comemorou o aumento do IDH. Os ministros do Desenvolvimento Social, Tereza Campello; da Saúde, Arthur Chioro; e da Educação, Henrique Paim, fizeram uma análise dos avanços em cada área, mas contestaram os dados usados pelo Pnud. “O governo avalia de maneira muito positiva. O país é citado quase 20 vezes pelo relatório, sempre destacando os avanços”, diz Tereza, acrescentando que “temos dados mais atualizados sobre a maioria dos itens usados para compor o IDH, mas o Pnud usa antigos”. 

O governo recalculou o índice usando dados atualizados. Para Tereza, o IDH brasileiro é de 0.764. Embora a ministra tenha dito que, com esse novo índice, o Brasil subiria para 67ª posição no ranking, não e possível fazer essa comparação, pois o governo não recalculou o IDH de outros países que compõem a lista do Pnud. Como uma das apostas para melhorar a posição do Brasil no próximo ranking, Chioro citou a adoção do Programa Mais Médicos, um dos carros-chefes da propaganda petista nas eleições deste ano.

Relatório 

O Pnud lançou ontem, em Tóquio, o Relatório do Desenvolvimento Humano 2014. Na nota técnica sobre o Brasil, a agência destaca os avanços do país. Para Jorge Chediek, coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil e representante-residente do Pnud no Brasil, o investimento em programas sociais —como o Bolsa Família, citado como exemplo de iniciativa barata e eficiente — foi um dos responsáveis pela subida do país no ranking. “Às vezes, a saída (da pobreza) é intergeracional. E, às vezes, a pessoa não tem como sair porque tem um capital social muito baixo. Por isso, as pessoas precisam ter uma proteção social.”, diz Chediek. 

O relatório traz ainda dois outros índices: Pobreza Multidimensional e Desenvolvimento de Gênero. O primeiro é uma tentativa de identificar a pobreza não apenas pela renda per capita, mas também por privações em áreas como saúde, educação e padrão de vida. No Brasil, 3,1% da população é multidimensionalmente pobre. Já o segundo é de 0.441 e, de acordo com Chediek, destaca que é necessário aumentar a presença feminina especialmente na política.

Palavra de especialista
É preciso investir

O Brasil teve uma redução muito grande da mortalidade infantil, aumento da esperança de vida e da escolarização. E o indicador de escolaridade pode mostrar que o futuro do país é bastante promissor. Todos reconhecemos que houve melhora de acesso a bens de consumo, qualidade de vida. A alimentação deixou de ser tão grave como no passado e a fome não é mais o grande problema. Mas ainda precisamos investir muito. O que nos coloca para trás é a desigualdade. Temos muitos estudos, bons técnicos, cientistas capacitados, estamos avançando em questão de tecnologias. Mas não me parece haver uma integração entre essas diversas correntes. É preciso trazer todas essas ideias e conhecimentos produzidos em prol da solução de problemas que a sociedade ainda enfrenta. O Bolsa Família, por exemplo, atinge uma faixa específica da população. Mas enquanto existirem jovens de periferia que não concluem a educação básica, eles não vão ter acesso a empregos que proporcionem qualidade de vida e acesso a bens e serviços que a sociedade brasileira têm produzido. O número de anos de estudo e a qualificação influem diretamente na desigualdade social.

Ana Maria Nogales é coordenadora do Laboratório de Populações em Desenvolvimento e professora do Departamento de Estatística da Universidade de Brasília (UnB)


A situação brasileira
Veja os componentes da posição alcançada pelo Brasil

0.744
é o IDH 2013 do país

79ª
É a posição do Brasil entre os 187 países avaliados

73,9 anos
Esperança de vida ao nascer

15,2 anos
Expectativa de escolaridade

7,2 anos
média de anos de estudo da população adulta

US$ 14.275
Renda Nacional Bruta per capita

0.542
É o IDH do Brasil recalculado pelo Pnud, quando a desigualdade é levada em conta

27%
É quanto cai o IDH brasileiro sob a ótica da desigualdade


Ranking mundial
Os cinco primeiros (muito alto índice de desenvolvimento)
1. Noruega 0.944
2. Austrália 0.933
3. Suíça 0.917
4. Holanda 0.915
5. Estados Unidos 0.914

Brasil e próximos (alto índice de desenvolvimento)
77. Jordânia 0.745
77. Sérvia 0.745
79. Brasil 0.744
79. Geórgia 0.744
79. Granada 0.744

Os cinco últimos (baixo índice de desenvolvimento)
183. Serra Leoa 0.374
184. Chad 0.372
185. África Central 0.341
186. Congo 0.338
187. Níger 0.337

Brics
57. Rússia 0.778
79. Brasil 0.744
91. China 0.719
118. África do Sul 0.658
135. Índia 0.586

Comparação com os vizinhos
41. Chile 0.822
49. Argentina 0.808
50. Uruguai 0.790
79. Brasil 0.744
111. Paraguai 0.676
113. Bolívia 0.667

Fonte: Por AMANDA ALMEIDA, ANA POMPEU e JULIA CHAIB - 25/07/2014 - - 13:47:50

Adensamento populacional ameaça projeto urbanístico do Gama

Fonte: Jornal do Síndico
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Cidade projetada no início de Brasília com forma de um alvéolo de uma  colméia pelos renomados arquitetos Paulo Hungria e Edson  da Rocha, agora encontra-se com suas áreas verdes ameaçadas pelo GDF através da lei 882 publicada no DODF de 3/6/2014  que pretende vender essas áreas nas pontas das quadras.

A cidade  satélite do Gama-DF  tem sido vítima da especulação imobiliária patrocinada pelo poder público que está na contramão de seus objetivos. Ao invés de proporcionar Qualidade de Vida à população e manter o Bem Comum, está  eliminando-os do cidadão contribuinte  no DF, oficializando atos  que favorecem à especulação imobiliária  para angariar dinheiro  para pagar, certamente  o estádio bilionário construído em Brasília e quem sabe para outros interesses que fogem à ética da administração pública. A mudança da destinação  dos lotes do setor de Indústrias dessa cidade  foi o primeiro passo, aonde grandes torres habitacionais  foram  e estão sendo construídas...Logo na entrada da cidade,  num terreno de uma construtora estão sendo finalizadas 7 torres que vão abrigar uma população de aproximadamente 5.000  pessoas. Pergunta-se aonde foi parar  o estudo de Impacto de Vizinhança  que autorizou a construção desses prédios? Com a resposta o MPDFT [Ministério Público do Distrito Federal e Territórios].

Nesse aspecto de  destruição do projeto original  do Gama, o Jornal do Síndico foi ouvir o arquiteto e urbanista e membro do IAB-Instituto dos Arquitetos do Brasil, Ariomar da Luz  Nogueira, morador dessa cidade, paladino  na defesa de seu projeto original, aonde executou várias obras arquitetônicas.

Para Ariomar as cidades devem ser compactas e não fragmentadas como está acontecendo no Gama. Reforça que a fragmentação urbanística traz danosas consequências  e que o planejamento urbano deve ser feito por um órgão específico composto por  arquitetos e urbanistas e não uma secretaria de Estado que prioriza interesses políticos e financeiros. E completa que qualquer estudo que implica mudanças nesse setor tem que ser feito por arquitetos e urbanistas.” Qualquer adensamento populacional tem que ser muito bem preparado para resistir como adensamento. O PPCUB [Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília] como está sendo conduzido está indo  mais para o adensamento que arrumar Brasília. O Gama há muito tempo tem  sido uma cidade desgovernada, principalmente nessa área urbanística. Cada governo ou deputado que entra quer pegar uma parte da cidade para seus interesses políticos.

 

LUOS

Acentua Arionar que atualmente um dos maiores problemas  do Gama é a Lei do Uso e Ocupação do Solo que para ele não se sabe se veio para regulamentar, eliminar ou regularizar a questão do PDL  [Plano Diretor Local] que veio em 2006   não como medidas de governo mas política e favorecimento da questão imobiliária como aconteceu com mudança da destinação dos lotes do Setor de Indústria do Gama  e ocupação da área de preservação de manancial com indústrias e prédios públicos, localizada na entrada da cidade. Além disso, cita Ariomar que as 2 vias principais  que são a dos Bombeiros e dos Pioneiros foram invadidas pela ciclovia, dificultando alguns moradores de retirar os veículos das garagens e mostra um projeto seu para  essas  avenidas com ciclovia que não tem relação atrópica e criminosa como  foi feito e  que não proporciona segurança aos  transeuntes e moradores.

“O que existe  hoje de definitivo  em Brasília é uma grande bagunça com relação à LUOS. Eu que sou arquiteto e urbanista de ofício e já vou para a 5ª década   nesse trabalho não estou entendendo o que é de fato a LUOS, porque que ela existe,  essa  Lei de  Uso e Ocupação de Solo. Uso  e  Ocupação de Solo é uma coisa, agora lei determinante eu não entendo. Se ele veio depois do PDL  para regularizá-lo ou se é uma lei que faça com que o uso do solo não seja somente dentro dos lotes ou fazendo manchas urbanísticas nocivas à cidade. LUOS  em qualquer lugar é para definir parâmetros dentro dos lotes e não em áreas verdes e públicas que são  originárias e projetos urbanos específicos permanentes. Mas isso não vem ocorrendo no DF, principalmente no Gama, onde a LUOS tem interferido em áreas públicas como aconteceu na quadra 42 do Setor Leste,  aonde  construíram um estacionamento para beneficiar uma igreja”, destaca  Ariomar enfatizando que por  trás disso tudo está a Terracap que visa mais interesse financeiro e político  que beneficiar à população, leiloando áreas públicas para fazer caixa.

Ariomar   alerta para  o congestionamento  viário do Gama que além  de receber os veículos da cidade, está virando um corredor de passagem de veículos das cidades do Entorno Sul que demandam ao Plano Piloto e outras cidades satélites.

Para o arquiteto e urbanista os governantes de Brasília visam mais interesses políticos que populares  e tudo indica que passam em cima da Justiça como acontece com a ocupação dos becos do Gama por militares e o mesmo pode acontecer com as pontas de quadras.

Ariomar é  também autor de diversas esculturas artísticas expostas em áreas públicas, uma dela é  o famoso Periquito que representa  o principal time da cidade mantido pela Sociedade Esportiva do Gama, exposto no balão de acesso ao Plano Piloto e Taguatinga e à rodovia BR-040. E agora a sua principal luta é tornar o monumento  mais visível uma que vez que  as obras do BRT  reduziram a sua visibilidade. Para ser visto o Periquito tem que ter 4,20m de altura da soleira e a visibilidade de 1,80 a 1,90 metros aonde está no viaduto. Uma campanha está sendo feita nesse sentido.



Pontas de quadras ajardinadas podem dar lugar para imóveis.

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Ariomar em foto antiga na frente de uma das suas esculturas: o  Periquito que agora encontra-se escondido

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Cadê o estudo de Impacto de Vizinhança que autorizou a construção de prédios residenciais no Setor de Indústria? 

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Jornal do Síndico - Quarta, 23 de junho de 2014

Família maior

Arruda

O ex-governador José Roberto Arruda (PR) deu uma pausa na agenda política na última sexta-feira para acompanhar o nascimento da filha Maria Clara. É o sexto herdeiro de Arruda. A bebê é a segunda com a atual mulher, Flávia Arruda. A irmãzinha Maria Luísa também comemorou o nascimento da caçula.

Blog Eixo Capital - 20 de julho de 2014 15:21

Ônibus sucateados continuam rodando no Gama

Enquanto isso, os ônibus continuam quebrando a toda hora. Uma das principais reclamações é o atraso nos horários das linhas e quebra dos ônibus.

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Nesta segunda feira dia 21, às 21h recebemos no WhatsApp do Gama Cidadão, fotos de outro ônibus quebrou na volta para o Gama, linha 217.2 Gama Leste. A surpresa dos passageiros foi à rapidez que o guincho chegou logo após a quebra, parece que já sabiam do problema e seguiam o ônibus.

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No fim das contas quem sofre é o passageiro que foram mais uma vez vítimas do transporte público. Os moradores estão com sentimento que foram enganados, a cidade do Gama é a única que roda com os “CACARECOS.

Da Redação do Gama Cidadão

 

Toma Lá Dá Cá VOTOS!

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R$ 65 milhões: GDF vai doar 104 mil tablets para alunos e professores

Regra não determina se aluno e professor terão de devolver equipamentos. No ano passado, governo já havia comprado 3 mil tablets por R$ 840 mil.

A Secretaria de Educação abriu licitação para comprar, por R$ 65 milhões, 104 mil tablets para doar para alunos e professores do ensino médio da rede pública do Distrito Federal. O objetivo, segundo o edital, é "engajar os alunos em sala de aula, reduzir a evasão escolar e desenvolver nos estudantes o domínio das habilidades do século 21". O aviso de licitação foi publicado no Diário Oficial do DF no último dia 11. ...

De acordo com a pasta, 98.745 tablets de sete polegadas serão doados aos estudantes e 5.954 de nove polegadas, aos professores. Caso o resultado do projeto seja positivo, o objetivo da pasta é fazer a aquisição anualmente.

Segundo o subsecretário de Modernização e Tecnologia, Danilo César Ribeiro, o projeto ainda está sendo estudado, mas não há, por ora, nenhuma regra que obrigue os estudantes a devolverem os equipamentos caso abandonem a escola ou se formem. O subsecretário também não soube informar se os alunos ficarão impedidos de doar ou vender os aparelhos.

No ano passado, o GDF comprou 3 mil tablets por R$ 840 mil para entregar para professores das escolas públicas. Segundo a pasta, outros 1.085 aparelhos ainda serão entregues para professores da Escola Técnica de Brasília, da Escola de Música e aos Centros de Educação Profissional de Planaltina e de Ceilândia. Outros 189 foram devolvidos por defeito ou espontaneamente pelos professores.

Pela aquisição feita no ano passado, cada tablet custou, em média, R$ 280. Se os aparelhos, que já incluíam conteúdo pedagógico, fossem adquiridos pelo mesmo preço, o valor total do contrato seria R$ 29,1 milhões – menos da metade do valor do novo contrato de R$ 65 milhões.

A secretaria afirmou que os professores que receberam os tablets no ano passado poderão substituí-los pelos novos aparelhos e que os antigos serão recolhidos, reconfigurados e redistribuídos. A pasta informou ainda que o equipamento estava vinculado ao CPF de cada profissional e foi apenas emprestado, mas que busca uma forma legal de doar os tablets. Professores afastados não receberão o material.

À época da doação, o então secretário de Educação, Denilson Bento, disse que todas as escolas teriam acesso a rede de banda larga até o final de 2013, o que não chegou a ser realizado. A secretaria afirma que espera concluir o processo licitatório até novembro.

Apesar do Censo da secretaria apontar que o ensino médio tem 98.745 alunos, o edital incluiu no registro de preços 9.874 tablets a mais. De acordo com a secretaria, os 10% a mais de equipamentos são uma "reserva técnica". O mesmo se aplica para os professores - são 5.954 docentes, mas 595 aparelhos a mais foram incluídos no edital.

A pasta afirma que não haverá aquisição acima do número de alunos ou estocagem dos tablets e que o equipamento será adquirido apenas conforme a necessidade.

Apesar da exigência para o tablet funcionar inteiramente off-line, o edital previa inicialmente a aquisição de modems para instalação de internet sem fio em todas as escolas de ensino médio. A proposta, no entanto, foi retirada da licitaçao já depois da abertura do edital. Segundo a pasta, o projeto foi incluído em outro processo para simplificar a aquisição dos tablets.

Para a diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, Rosilene Correa, apesar de muitas escolas terem problemas estruturais, o aparelho é uma ferramenta positiva para os alunos. "O importante é saber se tem uma proposta pedagógica de fato que também está sendo apresentada para utilização desse tablet. Não adianta botar tablet se não tiver construído ou trabalhado com os professores uma proposta pedagógica, e isso é que tem que ser garantido", disse.

O problema é - estamos preparados para usar essa tecnologia? Muitos alunos ultrapassam os professores em conhecimento tecnológico. Tem professor que não sabe nem mexer na agenda do próprio celular."

A secretaria afirmou que antes de iniciar o uso dos aparelhos, uma área técnica da secretaria vai treinar um grupo de professores da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (Eape) para treinar os demais professores, que deverão repassar as informações aos alunos em sala de aula. Não haverá custo para o treinamento.

Conteúdo

A empresa vencedora da licitação deverá, além de fornecer os aparelhos, desenvolver o aplicativo didático a ser usado pelos estudantes e fornecer ainda capas de proteção. Os aparelhos deverão ter 8 GB de capacidade de armazenamento interno e 512 MB de memória RAM e câmera. Além disso, a empresa fica responsável pelo suporte técnico via help desk, garantia de 36 meses e prazo de 30 dias para reparos ou troca de equipamento.

Tanto os tablets dos professores quanto dos alunos terão o uso limitado a aplicativos aprovados pela secretaria e deverão incluir os livros didáticos do currículo escolar, compatíveis com o currículo cobrado pelo Enem. Os livros serão digitalizados em formato de e-book nas disciplinas de língua portuguesa, matemática, biologia, química, física, geografia e história. O uso da internet, segundo o subsecretário, é livre.

A abertura das propostas deve ser aberta nesta segunda. A previsão da entrega é para 60 dias a partir do contrato firmado. Segundo o subsecretário, os tablets devem ser entregues até o fim deste ano.

Fonte: Por ISABELLA FORMIGA, Portal G1 DF - 21/07/2014 - - 08:56:27

Das flanelas à Universidade de Brasília

Vigia de carros insiste até conseguir bolsa de estudos em cursinho e consegue a tão sonhada aprovação no vestibular

imgAos 52 anos, José Mario Silva dos Santos teve a emoção de ver seu nome na lista dos 3.961 aprovados no vestibular da Universidade de Brasília (UnB) na última segunda-feira (14/7). Ele poderia ser apenas mais um estudante, não fosse a história de superação e persistência. Natural de São Luís (MA), morador de Planaltina, José Mario foi pedreiro, lavador de carros e flanelinha, função que ocupa atualmente. Depois de concluir o ensino médio no Maranhão, ele passou mais de 28 anos longe dos estudos, mesmo assim, conquistou uma vaga para o bacharelado em gestão ambiental no câmpus Planaltina.

Uma mãozinha

“Passar não é um bicho de sete cabeças como as pessoas dizem. Não é tudo isso: basta ter dedicação, insistir, ter perseverança. É chegar em casa e estudar mesmo”, indica. Um dos seus lemas vêm da Canção do Tamoio, de Antônio Gonçalves Dias, que diz que viver é lutar: “A vida é combate, que os fracos abate, que os fortes, os bravo só pode exaltar.”

O que ajudou na aprovação também foi o hábito de buscar conhecimento. “Se eu via livros e cadernos jogados por aí, eu pegava e lia. Tentava resolver os exercícios. Nunca me deixei enferrujar e também já trazia um embasamento do meu passado”, analisa. Desde os tempos de escola, José Mario, ou Maranhão como é conhecido na rua, tem facilidade e gosto por geografia, história, química, física e matemática.

“Eu gosto muito dessa área que o curso envolve. Também tem a ver com a natureza”, esclarece. A maior dificuldade foi na redação, em que obteve nota 5 no vestibular. “Em São Luís, aprendi o sistema de redação narrativo, mas, nas provas, é cobrado o texto dissertativo. Tive que aprender a dissertar e a ter coerência e coesão”, lembra.
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Uma bolsa concedida pelo cursinho pré-vestibular MFE, de Planaltina, foi importante para superar esse obstáculo. “Eu cheguei lá e pedi para estudar porque queria passar na UnB. Eles não me levaram a sério, mas, depois de insistir, toparam me dar um mês e meio de bolsa”, lembra. O diretor do cursinho, Fernando Gonçalves, foi vencido pelo cansaço. “Ele ia ao cursinho incessantemente pedindo para estudar. Nós tínhamos medo pelo preconceito que outros alunos poderiam ter pelo fato de o José ser flanelinha, mesmo assim, decidimos dar uma oportunidade a ele em agosto do ano passado”, conta Fernando.

A chance oferecida logo deu resultados e, em dezembro de 2013, José Mario apareceu entre os aprovados para o curso de geografia no vestibular da Universidade Estadual de Goiás (UEG). “Fui aprovado, mas não classificado, mas foi por pouco. Meu déficit em português fez com que meu desempenho em redação não fosse bom”, lembra. “Quando os professores do cursinho viram que eu estava levando a sério, resolveram me dar bolsa por mais tempo. Estudei, então, até o vestibular”, disse.

A professora de geografia Aracelly Castro foi uma das grandes incentivadoras de José Mario. “No início, ele estava mais inseguro, achava que não ia passar e pensou em desistir. Muita gente o estimulou a ficar. Ele é um aluno muito participativo e não volta para casa com dúvidas”, afirma a professora.

Para as colegas de cursinho Flávia Magalhães, 24 anos, e Marilda Rodrigues, 20, o vigia de carros é uma inspiração. “Ele é um guerreiro e uma motivação para os outros alunos”, afirma Flávia. “Ele é um exemplo e mostra que é possível conciliar trabalho e estudos. Ele não tem vergonha de errar e vai atrás do que quer”, finaliza Marilda.

Sonho de integração
Para Maranhão, a aprovação no vestibular significa um novo começo. “Eu queria me reintegrar à sociedade ou por meio do vestibular ou por meio de um concurso público. Não estou cheio de glamour, mas estou satisfeito. Tenho a sensação de dever cumprido”, comemora. “Fui a uma igreja evangélica uma vez, e o pastor disse que Deus estava preparando uma universidade para mim. Eu acreditei naquilo piamente. Acreditei, estudei e passei”, conta.

Segundo Maranhão, chegar ao ensino superior é algo que ele deveria ter feito há mais tempo. “Minha irmã, tias, todo mundo da minha família tem nível superior. O meu problema foi que, muito cedo, eu arrumei mulher e filha e fui trabalhar para sustentar a família. Assim, deixei os estudos para trás”.

Pai de quatro filhas com quem não têm contato há anos, veio tentar a vida em Brasília, há nove anos, depois de terminar um casamento que durou 13 anos. “Minha irmã mora no DF, mas não me queria na casa dela. Fui para a rua. Depois, fui trabalhando e melhorando, até conseguir morar de aluguel. Agora, estou morando na casa de uma tia. Isso me deu tranquilidade - e menos despesas - para estudar para o vestibular”, disse.

Segundo José Mario, o faturamento como flanelinha era maior antes de ter de conciliar estudo e trabalho. “Depois que passei a estudar no cursinho, passei a tirar de R$ 800 a R$ mil por mês. Até as pessoas reclamavam que não me achavam mais porque eu estava estudando.” Como aluno da UnB, José Mario pretende deixar de vigiar carros. “Conversei com o diretor do câmpus da UnB Planaltina para saber dos benefícios que eu poderia ter. Posso ter auxílio-alimentação, auxílio-moradia… Vou ir atrás de tudo isso para não ter que vigiar nem lavar carro. UnB é casamento: tenho que me dedicar a ela por inteiro”, brinca.

Entre os planos do calouro para o período de curso está abrir uma roda de capoeira na UnB. “Sempre gostei muito e sou mestre de capoeira. No câmpus Darcy Ribeiro já tem um grupo, mas em Planaltina não. Quero passar a dar aulas lá e tirar algum dinheiro para viver”, planeja. Outra meta é continuar estudando, agora, para outro vestibular. “Vou fazer o curso de gestão ambiental e ficar estudando para passar, pelo Enem, para comunicação social ou direito”.

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Correio Braziliense - 16/07/2014 20:37

Procura-se "Babi"

Babi

PROCURA-SE "BABI"

Lizuelia moradora da Qd 13 do Setor Sul do Gama está desolada, perdeu sua cachorrinha tem um mês. De acordo com a Gessyka, sua filha, as pessoas não tem como entrar em contato se não for com ajudar dos internauta. "Ela sumiu de casa no mês passado no dia 06/06, como estava sem identificação na cólera, ficou complicado para pessoa que achou entrar em contato", disse.

Gessyka, contactou nossa redação pelo Facebook, e pediu ajuda de todos amigos do Gama Cidadão para ajudar na ação mútua “PROCURA-SE "BABI"

Ela é da raça “Pinscher” e atende pelo nome de ‘Babi’.

Quem tiver informações pode ligar para o número: 61 92572215 / 61 92756920 / 61 34847087 / 61 32023947 / 61 91707712 / 61 9385-6306.

Facebook da Lizuelia

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Da Redação do Gama Cidadão

Brasil cai quatro posições após vexame e Alemanha lidera ranking da Fifa

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A Fifa divulgou nesta quinta-feira a primeira atualização do ranking oficial da entidade após a Copa do Mundo. A Alemanha, que conquistou o tetracampeonato no Brasil, é a nova líder, enquanto o Brasil, que passou pelo vexame de ser eliminado pelos alemães após uma goleada por 7 a 1 na semifinal do Mundial, caiu quatro posições e agora é o sétimo colocado.

O desempenho da seleção brasileira fez com que até o Uruguai, que acabou eliminado ainda nas oitavas de final após perder para a Colômbia, ficasse à frente do time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari até o último sábado.

A maior ascensão entre os primeiros do ranking foi da Holanda, terceira colocada na Copa do Mundo. O time, que venceu o Brasil na disputa pelo 3° lugar por 3 a 0 e deixou o Mundial sem perder nenhum jogo, subiu 12 posições e agora é terceiro também no ranking da Fifa.

A Argentina, vice-campeã mundial, subiu três posições e agora ocupa o segundo lugar no ranking, que reproduz o pódio da Copa do Mundo.

A Bélgica, que fez uma boa campanha e chegou às quartas de final, sendo eliminada pela Argentina, subiu seis posições e agora é a quinta colocada, mas ficou atrás de uma das surpresas do Mundial, a Colômbia, que ganhou quatro posições e está em quarto lugar.

A queda mais notável foi a da Espanha. Líder do ranking antes da Copa, o time chegou com status de atual campeão ao Brasil, mas acabou eliminado já na segunda rodada da fase de grupos da competição, após perder para Holanda e Chile. Com isso, desabou sete posições e agora é oitavo colocado no ranking mundial da Fifa.

Fecham o top 10 do ranking de julho a Suíça, que parou nas oitavas de final da Copa do Mundo ao ser eliminada pela Argentina na prorrogação e acabou perdendo três posições no ranking, e a França, que pulou do 17° para a décima colocação.

A Costa Rica, maior surpresa da Copa do Mundo ao se classificar como líder do "grupo da morte" formado por Inglaterra, Itália e Uruguai, e chegar às quartas de final sendo eliminada apenas nos pênaltis pela Holanda, subiu 12 posições e agora está em 16° lugar, à frente dos ingleses, que despencaram dez  posições e agora estão em 20°.

Confira os primeiros colocados do ranking pós-Copa

1 - Alemanha: 1724 pontos (+1)
2 - Argentina: 1606 pontos (+3)
3 - Holanda: 1496 pontos (+12)
4 - Colômbia: 1492 pontos (+4)
5 - Bélgica: 1401 pontos (+6)
6 - Uruguai: 1330 pontos (+1)
7 - Brasil: 1241 pontos (-4)
Portal UOL - 17/07/2014 06h45

Fonte: Fifa

DF: Cooperativa de ônibus diz que serviço será normalizado nesta quinta

Cootarde afirma que pagou salários atrasados na noite desta quarta.

cootarde

A Cooperativa de Transportes do Distrito Federal (Cootarde) informou que pagou os funcionários da empresa na noite desta quarta-feira (16) e que os trabalhadores devem voltar ao serviço nesta quinta (17).

Segundo o diretor Davino Cavalcante, o GDF fez o repasse do passe livre de estudantes, idosos e portadores de necessidades especiais, o que possibilitou o pagamento dos funcionários...

O G1 procurou o GDF e o Sindicato dos Rodoviários, mas não conseguiu contato até a publicação desta reportagem.

A Cootarde atende passageiros de Santa Maria. Trabalhadores da cooperativa e da Riacho Grande foram os primeiros a cruzar os braços, na manhã desta segunda (14), reivindicando pagamento de salário.

Paralisação

Nesta quarta-feira, funcionários das empresas Marechal, Pioneira e São José também aderiram à paralisação. Os rodoviários reivindicam o depósito dos 20% de reajuste salarial acertado entre empresários e o GDF antes da Copa do Mundo. Eles dizem que o combinado era de que o pagamento fosse feito até esta terça. A greve atinge 20 regiões administrativas, incluindo Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá.

As empresas Marechal, Pioneira e São José informaram que iriam se reunir com o GDF para tentar resolver a situação ainda nesta quarta. Até as 22h, o problema não havia sido resolvido.

A assessoria das empresas disse ao G1 que foi acordado que o valor a mais só seria pago 24 horas após a homologação da tarifa técnica – o que ainda não aconteceu. De acordo com o DFTrans, 320 mil pessoas foram atingidas com o ato.

Segundo o diretor de imprensa do Sindicato dos Rodoviários, João Jesus, mais de 1,6 mil ônibus pararam. O reajuste deveria beneficiar cerca de 11 mil rodoviários, que  teriam aumento de 20% no salário, 20% no tíquete-alimentação e 40% na cesta básica.

De acordo com o sindicato, o salário incial de um motorista, que é de R$ 1,6 mil, vai pra R$ 1,9 mil com o reajuste. Já o tíquete-alimentação vai subir de R$ 347 para R$ 416, e a cesta básica, de R$ 140 para R$ 196.

Bacias de transporte público

O sistema de transporte público do DF foi dividido em cinco bacias. A primeira delas é de responsabilidade da Viação Piracicabana e atende o Plano Piloto, Sobradinho, Planaltina, Cruzeiro, Sobradinho II, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal.

A bacia 2 conta com 640 ônibus e atende Gama, Paranoá, Santa Maria, São Sebastião, Candangolândia, Lago Sul, Jardim Botânico, Itapoã e parte do Park Way. A bacia 3 tem uma frota de 483 ônibus e atende Núcleo Bandeirante, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e Riacho Fundo II.

A  bacia 4 conta com 464 veículos, que atendem parte de Taguatinga, Ceilândia, Guará, Águas Claras e parte do Park Way. A bacia 5 é responsável por Brazlândia, Ceilândia, SIA, SCIA, Vicente Pires e parte de Taguatinga e terá 576 coletivos.

PortalG1 DF - 16/07/2014 - - 23:19:26

Cootarde afirma que pagou salários atrasados na noite desta quarta.

A Cooperativa de Transportes do Distrito Federal (Cootarde) informou que pagou os funcionários da empresa na noite desta quarta-feira (16) e que os trabalhadores devem voltar ao serviço nesta quinta (17).

 

Segundo o diretor Davino Cavalcante, o GDF fez o repasse do passe livre de estudantes, idosos e portadores de necessidades especiais, o que possibilitou o pagamento dos funcionários...

 

O G1 procurou o GDF e o Sindicato dos Rodoviários, mas não conseguiu contato até a publicação desta reportagem.

 

A Cootarde atende passageiros de Santa Maria. Trabalhadores da cooperativa e da Riacho Grande foram os primeiros a cruzar os braços, na manhã desta segunda (14), reivindicando pagamento de salário.

 

Paralisação

Nesta quarta-feira, funcionários das empresas Marechal, Pioneira e São José também aderiram à paralisação. Os rodoviários reivindicam o depósito dos 20% de reajuste salarial acertado entre empresários e o GDF antes da Copa do Mundo. Eles dizem que o combinado era de que o pagamento fosse feito até esta terça. A greve atinge 20 regiões administrativas, incluindo Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá.

 

As empresas Marechal, Pioneira e São José informaram que iriam se reunir com o GDF para tentar resolver a situação ainda nesta quarta. Até as 22h, o problema não havia sido resolvido.

 

A assessoria das empresas disse ao G1 que foi acordado que o valor a mais só seria pago 24 horas após a homologação da tarifa técnica – o que ainda não aconteceu. De acordo com o DFTrans, 320 mil pessoas foram atingidas com o ato.

 

Segundo o diretor de imprensa do Sindicato dos Rodoviários, João Jesus, mais de 1,6 mil ônibus pararam. O reajuste deveria beneficiar cerca de 11 mil rodoviários, que  teriam aumento de 20% no salário, 20% no tíquete-alimentação e 40% na cesta básica.

 

De acordo com o sindicato, o salário incial de um motorista, que é de R$ 1,6 mil, vai pra R$ 1,9 mil com o reajuste. Já o tíquete-alimentação vai subir de R$ 347 para R$ 416, e a cesta básica, de R$ 140 para R$ 196.

 

Bacias de transporte público

O sistema de transporte público do DF foi dividido em cinco bacias. A primeira delas é de responsabilidade da Viação Piracicabana e atende o Plano Piloto, Sobradinho, Planaltina, Cruzeiro, Sobradinho II, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal.

A bacia 2 conta com 640 ônibus e atende Gama, Paranoá, Santa Maria, São Sebastião, Candangolândia, Lago Sul, Jardim Botânico, Itapoã e parte do Park Way. A bacia 3 tem uma frota de 483 ônibus e atende Núcleo Bandeirante, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e Riacho Fundo II.

 

A  bacia 4 conta com 464 veículos, que atendem parte de Taguatinga, Ceilândia, Guará, Águas Claras e parte do Park Way. A bacia 5 é responsável por Brazlândia, Ceilândia, SIA, SCIA, Vicente Pires e parte de Taguatinga e terá 576 coletivos.

Fonte: PortalG1 DF - 16/07/2014 - - 23:19:26

Opinião: Menos políticos, mais comunidade

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Criadas com o objetivo de modernizar e dar maior agilidade na resolução dos problemas que atingem diretamente os moradores de cada   localidade do Distrito Federal, as Administrações Regionais vem sofrendo, nos últimos anos com um processo de esvaziamento contínuo de suas funções originais.   Todos sabem que a modernização dos serviços públicos implica não só na descentralização das tarefas de gestão, enxugamento e racionalização dos processos de atendimento à população,   mas principalmente na operacionalidade de cada órgão envolvido. 

Pensadas para servir de ponte entre o cidadão morador e o GDF, as Administrações Regionais como grande parte de outros órgãos do governo local, acabaram reduzidos à áreas de influência exclusiva de políticos da base de sustentação do governo, que utilizam desses serviços para demarcar seus territórios de atuação e de   influência em cada comunidade. ...

Muitos moradores vêm denunciando, inclusive, que o melhor atendimento nas Administrações fica “facilitado” caso   o político, influente na área, dê sua benção ao pleito. O aparelhamento político desses importantes braços da administração, além de prejudicial e oneroso para o cidadão, constitui-se em crime de flagrante desvirtuamento desses órgãos comunitários. As administrações regionais, como todo e qualquer órgão da administração pública, financiados com o dinheiro dos impostos, deveriam ser blindadas à atuação e influências políticas de toda a ordem. 

O que a população espera desses serviços públicos é que operem em benefício do bairro e dos moradores.   Enquanto as eleições diretas e livres da influência partidária para administradores não chegam, o melhor seria a adoção, como já foi tentado na administração do Lago Norte, da assessoria comunitária, formada por cidadãos atuantes na localidade. A preocupação aqui é deixar a força política de lado e valorizar o   conhecimento de causa. Essa é uma maneira de funcionamento produtivo e desinteressado da instância deliberativa final para assuntos de interesses em comum.

Foto mardopacifico.blogspot.com

Blog do ARI CUNHA - 17/07/2014 - - 06:46:19

Moradores fecham principais vias de saída do Gama em protesto contra a falta de ônibus

Rodoviários anunciaram paralisação nesta quarta e passageiros sofrem com a falta de transporte

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Dez viaturas da Polícia Militar estão no local para tentar negociar com os manifestantes TV Record/Divulgação

 

paralisação dos rodoviários das empresas de ônibus Urbi, Pioneira, Marechal, São José, Cootarde e Riacho Grande anunciada na manhã desta quarta-feira (16) está causando um caos no transporte público do Distrito Federal. As paradas ficaram cheias e muitas pessoas não conseguiram pegar o transporte para chegar ao trabalho. No Gama, manifestantes fecharam as principais vias de saída da região administrativa por causa da falta de ônibus.   

Os moradores colocaram pedaços de meio fio interrompendo a saída dos motoristas. Dez viaturas do PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) estão no local para tentar negociar com os manifestantes.  

R7 DF - 16/7/2014 às 09h04