A arma mais poderosa

E ressurgem as propostas de “regulação” da mídia — na verdade, de regulação do pensamento. “Livre pensar, é só pensar”, dizia Millôr Fernandes. A síntese é perfeita porque remete a proposição à sua essência.

O ato de pensar é bastante em si, dispensa adjetivação, e contém, ínsito a ele, o traço individual e único do seu agente. A liberdade está no ato, desobrigado, de pensar. Ou de não pensar. Leia mais

Fonte: Blog do Noblat – 09/02/2013