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CPI da PANDEMIA: Uma vez coveiro, sempre coveiro!

O compromisso do Deputado Donizet com o sepultamento da CPI da PANDEMIA

Por Juan Ricthelly

No ano passado, o Deputado Daniel Donizet, autoproclamado representante do Gama na CLDF foi o protagonista do sepultamento da CPI da Pandemia, retirando a sua assinatura, inviabilizando assim que a mesma ocorresse, sob o argumento de que apoiaria a CPI da SAÚDE que seria mais ampla e investigaria irregularidades a partir de 2011, envolvendo outros governos.

Tal atitude lhe rendeu o apelido carinhoso de COVEIRO DE CPI, tendo em vista que em nome da manutenção de seu controle sobre a Administração Regional do Gama, se recusou a exercer um dos papeis primordiais da atuação parlamentar, que é fiscalizar os atos do Executivo.

A CPI da SAÚDE, que é apenas uma cortina de fumaça com o propósito de desviar o foco da CPI da PANDEMIA, até o momento não ocorreu como havia sido prometido, e possivelmente não ocorrerá.

E no dia de hoje 04/05, o Coveiro resolveu atacar mais uma vez, conseguindo aliados em tal empreitada, contando com os votos dos deputados José Gomes, Martins Machado e Hermeto e ausência da Deputada Jacqueline Silva, que comanda a Administração Regional de Santa Maria.

O Coveiro e seus aliados conseguiram derrubar um recurso do Deputado Leandro Grass, que questionava a inadmissibilidade do Requerimento n° 1612/2020, e cobrava a instalação da CPI da Pandemia no DF, sob o argumento de que não há motivos para a instalação de uma CPI.

Ignorando a realidade e prezando pela manutenção de seus conchavos políticos:

– A Prisão da Cúpula da Secretária de Saúde;

– Mais de 7 mil mortes de Covid-19 no DF;

– Centenas de pessoas mortas e outras aguardando leitos de UTI;

– Dividas milionárias ( mais de R$ 200 milhões) do IGES/DF

– Uso suspeito de cartões corporativos por dirigentes do IGES/DF;

– Demora na abertura dos hospitais de Campanha;

– Entrega de UCI’s no lugar de UTI’s

Não são motivos determinantes, pois o que determina suas ações como parlamentares, são a quantidade de cargos comissionados e indicações que possuem direito no governo.

2022 se aproxima, e é importante que não esqueçamos esses nomes e suas posturas, diante de um momento tão delicado, que exige seriedade e lisura no exercício de cargos públicos.

Por Juan Ricthelly
Da redação do Gama Cidadão – 04/05/2021

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