Delegado Lucena se revolta e diz: “Máfia continua mentindo”

O delegado Miguel Lucena , acaba de publicar no seu Facebook,  recado para os jornalistas com “diploma Walita”  refutando matéria que saiu hoje em alguns blogs da cidade acusando-o de ser o autor das gravações cladestinas nos gabinetes do Buriti, e que agitou a política brasiliense meses atrás. O delegado que é também jornalista, não escondeu sua revolta e caprichou no recado.

Leia:

 
“A matéria mal apurada do Radar Condomínios, reproduzida por Donny Silva, comete dois erros: 

1) Eu fui acusado de gravar os deputados com o governador;
2) Hélio Doyle deixou o governo por causa das gravações.
Eu não fui acusado de nada. Levantaram suspeitas contra várias pessoas, o que não constitui acusação. Um assessor de comunicação da Câmara Legislativa chegou a confidenciar ao jornalista Mino Pedrosa que ele havia sido o primeiro a divulgar os áudios.
Quando os áudios vieram à tona, divulgados em primeira mão pelo jornalista Celson Bianchi, Hélio Doyle já não era mais integrante do Governo do Distrito Federal.
A minha exoneração foi publicada ontem no Diário Oficial do DF, mas desde o último dia 23 eu vinha anunciando pelas redes sociais que em poucos dias estaria de volta à Polícia Civil do Distrito Federal, instituição na qual exerço a carreira de Delegado, classe especial.
Antes de aceitar o convite de Hélio Doyle para trabalhar na Casa Civil, eu exercia o cargo de delegado-chefe da 10ª DP (Lago Sul). Não estava infiltrado em nada. Sou servidor público de carreira, tenho ficha limpa. Também sou jornalista há 31 anos. Estudei em boas universidades, passei entre os seis primeiros colocados no concurso para delegado da PCDF. Nunca precisei de liminar nem de diploma Walita, obtido em faculdades de amigos, como alguns que mantêm blog condominial para atacar desafetos e destilar os venenos das frustrações. 
A Polícia Civil está apurando a autoria das gravações. A sociedade terá conhecimento dos interesses que estão por trás de toda a campanha de desgaste político que foi realizada contra o jornalista Hélio Doyle: terras, medicamentos, intermediações financeiras e lixo, disfarçados em cachoeiras de pai-nossos e salve-rainhas”.

Brasília/DF, 29 de julho de 2015.
MIGUEL LUCENA FILHO
Delegado da PCDF e Jornalista.

Fonte: Câmara em Pauta – Postado por Simone de Moraes 12:08:00 29/07/2015