Eleições: Que o Jornal alternativo vai falar de Agnelo se ele deve a todos e não paga?

O Governo Agnelo deve aos jornais alternativos desde o mês de março e não se posiciona quanto ao pagamento.

Por CSM

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As mídias dos meses de março, campanha MARÇO-MULHER divulgada em 11 de março de 2014, acompanhada da mídia de abril, campanha  ASSÉDIO SEXUAL NOS ÔNIBUS, fazem parte do orçamento de vários Jornais Alternativos para o pagamento de aluguéis, colaboradores, e outros gastos, porém, até o presente momento, a secretaria de publicidade vai tapeando os profissionais com a desculpa de que estão esperando o repasse ser feito pela Secretaria de Fazenda.

                Sem ter para quem apelar e, com as contas vencidas acumuladas, os proprietários desses veículos chegaram a conclusão de que não vão cruzar os braços, porém, nada falar sobre Agnelo e seu desgoverno, enquanto as dívidas não forem quitadas. Para se ter uma idéia, o desmando na Secretaria de Publicidade é tão absurdo que, os jornais que publicaram matérias de que o STJ manteve a absolvição de Arruda e a matéria de que Durval teria editado os vídeos atendendo a outros interesses, foi o estopim para o corte das mídias a esses veículos, como foi o caso do Jornal Correio de santa Maria. Como começou o desmando e a trapaça na verba publicitária.

                André Duda, resolveu redirecionar grande parte da verba publicitária do Palácio do Buriti. De um volume estimado em 300 milhões de reais, cerca de 40% (algo em torno de R$ 120 milhões) vão trilhar um novo caminho.

                A prioridade será para a mídia publicitária exterior (out door e bus door). Trata-se de uma mina de ouro, segundo avaliação do mercado. Um dos donos da chave da porta pertence a Bruno Filippelli, filho do vice-governador Tadeu Filippelli.

                Veículos tradicionais, em particular jornais e emissoras de televisão, manifestaram descontentamento com a medida.  O temor é o de que Filippelli, direta ou indiretamente, tenha a imagem fortalecida nas ruas, beneficiando o PMDB.

   A decisão de André Duda foi antecedida de uma série de encontros reservados com Léo Valverde, Marcelo Cabrera e o próprio Bruno Felipelli. Nesse trio estão prepostos e parentes diretos do vice-governador.

                Procurados, os empresários que atuam com mídia exterior não retornaram as ligações. O secretário de Publicidade também manteve silêncio.

                Na época, informações do Palácio do Buriti indicaram que  André Duda estava em viagem ao exterior e so deveria voltar no final do mês de março (para se “explicar”.

                Até que André Duda se manifeste, algumas perguntas ficarão no ar:

    1. Qual o valor real dos recursos aplicados pelo GDF em mídia exterior?

    2. Quais as empresas e que veículos foram contratados para veicular mídia exterior?

    3. Que ligações o secretário teria com Léo Valverde, Bruno Filippelli e Marcelo Cabrera?

    4. Quais, dentre as agências que atendem ao GDF, contrataram as empresas que atuam com mídia exterior?

    5- Quem vai meter a mão no próprio bolso para divulgar o desgoverno de  Agnelo Queiroz?

Jornal Correio de Santa Maria – Junho de 2014


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