Esclarecimento da torcida Ira Jovem ao artigo do Jornal de Brasília


A torcida Ira Jovem Gama pediu o espaço para a publicação de um esclarecimento a um artigo publicado hoje (07/03/2013) no Jornal de Brasília.

Clique aqui e leia a coluna “Sem Papas na Língua” na edição de hoje e o que ela tem a ver com a torcida organizada gamense.

Prezado Petronilo Oliveira,

Primeiramente gostaríamos de parabenizá-lo pelo belo trabalho à frente da coluna que só tem a engrandecer o futebol local. Sabemos que o Jornal de Brasília é um dos meios de comunicação que nunca deixou de acompanhar o esporte local e reconhecemos este feito.

Esclarecemos que em hora alguma fomos ao Centro de Treinamento do Gama agredir ou desrespeitar qualquer pessoa e muito menos interferir em decisões que cabem tão somente aos diretores alviverdes. Por termos uma boa relação com a maioria dos diretores do Gama, na segunda-feira passada (04/03) estivemos lá para tentar conversar com os dirigentes antes da reunião que definiria o futuro de Vitor Hugo e Vilson de Sá, queríamos expor nossa opinião sobre a situação que se deu internamente no Gama.

Não forçamos a entrada ou empurramos funcionários ou diretores do Gama. Respeitamos todos aqueles que estão fazendo seu trabalho dignamente. Entramos naturalmente com o portão aberto e esperamos ao lado do porteiro até o momento em que o CT estivesse mais vazio e pudéssemos conversar com os cartolas sem nenhuma interferência. Antes de conseguirmos ao menos falar o que pensávamos, o diretor de patrimônio se dirigiu a nós de forma desrespeitosa e agressiva, mas tudo foi tranquilizado pelos outros vice-presidentes que estavam na roda.

Este mesmo “vice-presidente” do Gama já afirmou que o time do Gama não precisa de torcida. Ainda nas próximas semanas sentaremos com a diretoria do Gama para resolver este mal entendido. Torcida e time tem que andar de mãos dadas para que possamos tirar o nosso amado clube dessa fila de espera que já se prolongou por dez anos.

Ressaltamos que já identificamos a pessoa que falou este ABSURDO ao repórter Marcus Eduardo, e ele nunca foi cadastrado nem ao menos reconhecido como membro da Torcida Organizada Ira Jovem Gama. Conversaremos com o tal sujeito e a situação será resolvida internamente entre nós, torcedores do Gama, na maior civilidade possível. Afirmamos veementemente que nossa torcida não é formada por vagabundos e sim por estudantes, trabalhadores, pais e mães de famílias que são apaixonados torcedores do maior time do DF.

Trabalhamos às claras e sabemos que não somos perfeitos mas aos poucos estamos nos estabelecendo. Em 2012 conseguimos o registro para sermos reconhecidos como torcida organizada, obedecemos a um estatuto interno e o conselho da Torcida Ira Jovem Gama (IJG) trabalha para diminuir a violência nos estádios. A Ira Jovem está cada vez mais próxima dos torcedores comuns e das famílias que frequentam os jogos do Gama. Somos os responsáveis por ritmar e empolgar a maior torcida do DF, a massa gamense. Portanto, gostaríamos de sermos tratados com mais respeito não somente por parte do citado torcedor gamense que vaga pelo CT Ninho do Periquito, sem função ou dever algum, mas também por vocês, este respeitado jornal impresso.

Aproveitamos a oportunidade para convidá-los a conhecer mais sobre nossa estrutura, e, na próxima ação de projeto social da torcida tenham certeza que o Jornal de Brasília será o primeiro a ser convidado a participar.

Atenciosamente,

Conselho da Torcida Organizada Ira Jovem Gama.

Fonte: BloGama Net