Greve nas escolas do DF adiada após carta

FotoUma carta enviada, hoje, pelo GDF durante a assembléia dos professores, na Praça do Buriti, levou  a categoria a  não aprovar a greve nas escolas públicas. O ato reuniu cerca de cinco mil profissionais que querem reajuste salarial e reestruturação do plano de carreira. Apesar disso, a proposta do governo, ainda não contempla as reivindicações dos  professores, mas  a orientação do Sindicato dos Professores (Sinpro) é esperar pelo encontro da próxima segunda-feira que contará com a presença de Agnelo Queiroz. A proposta se mantém, com uma recomposição da inflação, que está projetada em 25,08%. De acordo com o sindicato, isso representaria um ganho real equivalente a 1,46%. A proposta tem duas tabelas, uma de 20 horas e outra de 40 horas, e a incorporação da gratificação de exclusividade, o que equivale a um aumento de 16%.

O GDF indicou também que os professores começariam a sentir parte do impacto financeiro em maio deste ano.  A assembleia de hoje terminou por volta das 12h e a deliberação sobre uma possível greve será feita em conjunto na próxima assembleia marcada para o dia 4 de abril.

Na segunda-feira – “Está previsto para a próxima segunda-feira uma reunião com o governador. E se ele não cumprir a proposta e colocar empecilhos para nossas reivindicações. há possibilidades de aderirmos a greve nas escolas. Ainda não temos nada definido”, afirmou a diretora de Imprensa da entidade, Rosiene Corrêa.

Fonte: Jornal Coletivo

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