Pista de cooper vira point, também, de reclamações

0

imgOs frequentadores da pista de cooper do Gama reclamam que o local tem diversos problemas desde que foi iniciada a obra do Veículo Leve Sobre Pneus (VLP) próxima à região. A pista é um dos lugares mais frequentados da cidade e fica sempre cheia. Além dos buracos deixados pelas obras e da sujeira, a população reclama da falta de iluminação à noite, o que prejudica quem pratica atividades físicas nesse horário. 

Os principais problemas segundo os praticantes de atividade física são: detritos das obras do VLP, pista mal iluminada e estreita, falta do recuo para automóveis e até um poste no meio do caminho. A pista tinha cinco quilômetros de extensão, mas, com as obras, foi diminuída para quatro quilômetros. O nome dela, Euzébio Pires de Araújo, foi dado em homenagem a um ex-administrador da cidade. 


“O problema é que apesar da ótima obra do VLP, não tivemos o planejamento para o ciclista do Gama. Quem anda de carro não irá trocá-lo pra ir de VLP”, acredita o ciclista Fabiano Monteiro. Grasielle Carapiá, 27 anos, caminha todos os dias no lugar e se preocupa com a segurança: “Eu ando sozinha e fico preocupada com a falta de luz, ainda mais com esse mato alto ao lado. Os carros jogam poeira na gente, prejudicando a nossa saúde.”

Coordenador do grupo Pedala Gama, Cláudio Pinheiro diz que os problemas inibem novos praticantes. “Pessoas deixam de praticar caminhada, ou pedalar ao final da tarde, devido à insegurança, dificuldade em visualizar o percurso, buracos  e postes desligados. Nos deparamos com pessoas que não se arriscam a pedalar no escuro”, lamenta. 

Trechos

A Administração Regional do Gama informou que não se pronunciaria porque a obra seria de responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF). Engenheiro do DER-DF, Samuel Dias afirma que o órgão já refez trechos da pista de cooper e que não há conhecimento de novas áreas danificadas. Segundo ele, se há problemas em outros pontos, após a finalização da obra do VLP no trecho, a pista será ajustada. “Pode haver locais que não passaram por reforma em razão de obras a serem feitas. Era inviável operar naquele momento”, esclarece. (Colaborou Isa Stacciarini)

Fonte: Jornal de Brasília

 

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA