Qual é o trabalho do ministro?

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A falta de interlocução com as centrais sindicais e a incapacidade de unificar o PDT e pôr fim à indústria dos sindicatos tornam insustentável a permanência de Brizola Neto no governo

Na quarta-feira 6, a presidenta Dilma Rousseff recebeu no Palácio do Planalto os líderes das seis principais centrais sindicais do País, após uma marcha que reuniu cerca de 40 mil trabalhadores em Brasília. Mais do que a tentativa de reconciliação entre o governo federal e as entidades, o encontro escancarou a todos os participantes o que no governo e no PDT já se comentava intramuros: o completo isolamento do ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto.

Durante a conversa que se estendeu por uma hora e 40 minutos, o ministro nem sequer pediu a palavra. Entrou na reunião mudo e saiu calado. Coube ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, mediar o diálogo de Dilma com os sindicalistas. “Foi constrangedor. Ele parecia alheio à discussão das pautas de reivindicações”, contou à ISTOÉ o dirigente de uma das centrais. Esse comportamento apático adotado pelo ministro, nos últimos meses, tem sido alvo de críticas do governo. … Leia mais


Pedro Marcondes de Moura

Fonte: Revista ISTOÉ – N° Edição: 2260 – 09/03/2013

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