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2 de agosto de 2021

Taubaté cede empate


Lance da partida entre Taubaté e Gama (DF) pela Copa São Paulo. Foto: Rogério Marques

Depois de ficar em vantagem por duas vezes no Joaquinzão, Burro da Central fica no 2 a 2 contra o Gama, na primeira rodada do grupo O do torneio de base

Taubaté

 O Taubaté empatou por 2 a 2 com o Gama (DF) na abertura do quadrangular do Grupo O da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no início da tarde ontem, no Joaquinzão.
 Apoiados por aproximadamente 4000 torcedores, os garotos do Burro da Central estiveram duas vezes em vantagem no placar.
 “Eles têm uma jogada forte pelo alto. É um problema”, já previa o técnico Renê Hoffmann, referindo-se ao segundo gol dos brasilienses.
 Na outra partida, logo em seguida, o Botafogo venceu o Santo André, no fim e por 1 x 0.

O jogo. Com nove titulares do ano passado, o Taubaté explorou o seu entrosamento para buscar o ataque desde os primeiros movimentos. O Gama mostrou que tentaria tirar proveito da sua imposição física.
 Depois de descidas alternadas, o Taubaté abriu o placar, aos 29 minutos. O meia Gilson Neto, sobrinho do ídolo profissional Gilsinho, tentou surpreender o goleiro que estava adiantado. Depois de uma defesa parcial, a bola tocou no travessão e ficou livre para o artilheiro Renan mostrar o mesmo oportunismo de 2012.
 Atuando bem, o Taubaté justificou a vantagem levado para o intervalo, mas sentindo que o Gama voltaria mais ofensivo.
 O empate dos brasilienses surgiu aos 6, em um lance infeliz do zagueiro taubateano Sérgio. Em um cruzamento da esquerda, ele tentou afastar o perigo e acabou errando o chute e marcando contra.


Renan chuta para fazer o segundo gol. : Foto: Rogério Marques

Reação. Apesar do inesperado gol sofrido, o Taubaté reagiu positivamente e quatro minutos depois, ficou novamente em vantagem no placar e mais uma vez com atacante Renan.
 O meia Hércules puxou um contra-ataque pela meia esquerda e inverteu para o artilheiro mostrar frieza e categoria ao ficar de frente com o goleiro e chutar por baixo.
 O Gama teve a tranquilidade necessária para buscar um novo empate e sem ficar com a defesa exposta e vulnerável.
 Em uma falta levantada para a área taubateana, aos 28, o atacante Marlon acertou uma cabeçada forte e para baixo.
 Apesar do forte calor, os dois times continuaram correndo até o final, mas não conseguiram modificar o placar.

Segundo jogo. Na outra partida da chave, o Botafogo venceu o Santo André por 1 a 0.

Guará tem estreia em Atibaia
Guaratinguetá

 A estreia do Guaratinguetá na Copa São Paulo de Futebol Júnior está programada para hoje, às 16h, contra o Sport Recife (PE).
 Participando da nova Copa do Brasil Sub-20, o Guaratinguetá ganhou um convite para disputar a Copinha, mesmo sem o compromisso de bancar uma cidade sede da fase inicial.
 No Grupo T, de Atibaia, o Guará estreia hoje no segundo jogo da primeira rodada, com Atibaia e Red Bull de Campinas, na preliminar, às 14h.
 Dirigido pelo técnico William Sander, o Guará não conseguiu passar do primeiro mata-mata da Copa do Brasil, contra o Grêmio Barueri, mas não interrompeu o trabalho.
 Antes da Copa São Paulo, o time disputou quatro-jogos treinos e obteve duas vitórias e dois empates.

Projeto. O time sub 20 do Guará é acompanhado bem de perto pelo sócio-proprietário do clube, Sony Alberto Douer.
 Depois de passar alguns anos sem receber maiores investimentos, a equipe júnior já é encarada como uma fábrica de talentos para o time profissional e também para negociações com outros clubes.

São José quase é despejado de hotel
São José dos Campos

 O parceiro do São José na Copa São Paulo de Futebol Júnior, o Al Shabbab do Brasil, recebeu mais uma cobrança na manhã de ontem. Se não bastasse os R$ 30 mil que a Águia ainda espera pelo contrato assinado, o hotel Modena 2, que hospeda a delegação durante o torneio, já estava a ponto de um despejo, cobrando um valor parecido.
 “Recebi 30 pessoas na noite de quarta-feira e combinei com o Gaber (Arraji, presidente do Al Shabbab), R$ 26 mil antecipados. Depois, pedi pelo menos uma parte, por causa das despesas. Sem resposta, cheguei a avisar que todos já estavam despejados”, disse Joaquim Vicente, sócio-proprietário do hotel.
 Localizado por telefone, Gaber disse que já havia feito o depósito do dinheiro na conta do hotel, uma importância que Vicente não encontrou.
 O problema só foi resolvido quando o vice-presidente do São José, Celso Monteiro, se prontificou a apresentar uma garantia.
 “Ele (Celso) ficou de deixar um cheque de um outra pessoa da cidade, cobrindo todas as despesas”, disse Vicente.

Fonte: O Vale

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