Cavaletes eleitorais: atraso

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Crédito: Reprodução

Os maus políticos nunca representaram exceções em nossos meios sociais. Qualquer cidadão que pretenda reagir contra a esculhambação geral, dificilmente encontrará amparo para tanto, exceto, entre seus concidadãos.

Pesa, sob todas as considerações, a opção estúpida, atrasada e inútil na especificação dos cavaletes eleitorais como estratégia de disseminação das ideias de um candidato.

É um retrocesso e oportunismo, numa aventura marqueteira com destino que aponta o óbvio, em termos de resultados práticos: nenhum. Excesso a raiva de quem ama esta bela cidade arborizada e Patrimônio Cultural da Humanidade.

Alguém minimamente alfabetizado, por favor, atualize os organizadores dessas campanhas, por exemplo, informando-os que a energia elétrica é uma realidade e a internet se encontra plenamente funcional.

Cabe aqui uma pergunta: qual a melhor forma de se defender suas ideias, que não seja disseminando poluição visual e heranças malditas? No mais, “cavalete” significa “pequeno cavalo” e, num páreo, qualquer apostador de meia-tigela sabe que para se entrar numa pista, jericos e demais asininos ficam no pasto.

Artur Benevides – Conselho Comunitário da Asa  Sul

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Israel Carvalho

Diretor-Presidente do portal Gama Cidadão, Jornalista nº. DRT 10370/DF, Multimídia e Internet Marketing.

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