Rede internacional de advogados aponta crime contra a humanidade no que chamam de “Escândalo Corona”
Desde julho de 2020, um grupo independente de cientistas alemães, reunido no chamado Comitê Investigativo Corona, tem colhido depoimentos de médicos e especialistas de diversas partes do mundo. A investigação conduzida pelo comitê conclui que uma série de crimes está sendo cometida por governos contra suas próprias populações, sob o pretexto de combate à pandemia. Diante das evidências coletadas, os pesquisadores propõem que a crise do coronavírus seja rebatizada como o “Escândalo Corona”.
Segundo o comitê, a pandemia de Covid-19, iniciada oficialmente em fevereiro de 2020, teria sido uma fraude em escala global, desprovida de fundamentos científicos sólidos. Essa suposta fraude teria provocado mudanças drásticas nos hábitos sociais, na política e na economia mundial. As autoridades médicas nacionais e internacionais — incluindo as da Alemanha — são acusadas de envolvimento e responsabilizadas por crimes contra a humanidade. Os investigadores exigem a responsabilização judicial dos envolvidos, com aplicação de penas severas.
Um dos principais nomes à frente da iniciativa é o advogado Reiner Fuellmich, conhecido por processos emblemáticos, como os movidos contra a Volkswagen, no escândalo do diesel, e contra o Deutsche Bank, por fraudes no mercado financeiro dos EUA. Fuellmich lidera uma coalizão de advogados de diversos países que busca expor o que chama de “fraudemia”, alegando que a pandemia teria sido manipulada com o apoio de instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas (ONU).
Em 2009, a pandemia do vírus H1N1 também foi alvo de polêmicas e acusações de fraude, sendo considerada por críticos como mais um episódio de manipulação global — supostamente com origem na China. Uma investigação liderada pelo deputado britânico Paul Flynn apontou conexões suspeitas entre especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e grandes laboratórios farmacêuticos. Um relatório publicado em 2010 pelo British Medical Journal revelou que as recomendações emitidas pela OMS teriam sido elaboradas por consultores diretamente vinculados à indústria farmacêutica.
A matéria resgata ainda uma reflexão histórica atribuída a Thomas Jefferson, em 1778:
“Se as pessoas permitirem que o governo decida quais alimentos devem comer e quais medicamentos devem tomar, seus corpos logo estarão tão debilitados quanto as almas que vivem sob tirania.”
Para muitos americanos, Bill Gates não é apenas um filantropo — mas figura central em uma suposta trama global envolvendo o coronavírus. As acusações apontam que ele teria financiado o desenvolvimento do vírus SARS-CoV-2 com o objetivo de lucrar bilhões com vacinas. Com forte ligação à OMS, a Fundação Bill e Melinda Gates se tornou sua maior financiadora após os EUA suspenderem seu apoio à organização.
Junto à Aliança GAVI, outra aliada da OMS, a fundação também participa da iniciativa ID2020, que promove um sistema global de identificação digital, supostamente por meio de vacinas com tatuagens eletrônicas ou microchips — o que reforça os temores de vigilância em massa e controle populacional por parte de elites globais.

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